Martin Pistorius se curou: Esteve 12 anos em estado vegetativo mas se inteirava de tudo: comentários cruéis, TV repetida…

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Estuvo 12 años en estado vegetativo pero se enteraba de todo: comentarios crueles, TV repetida...
Martin Pistorius se curou; seu caso tem um livro

Esteve 12 anos em estado vegetativo mas se inteirava de tudo: comentários cruéis, TV repetida…

Martin Pistorius ficou assim, paralizado, dormindo no princípio, depois despertou mas ninguém percebeu que se inteirava de tudo

Thaddeus Baklinski/LifeSite- 18 janeiro 2015-religionenlibertad.com

Martin Pistorius odeia a série de TV Barney. E a razão não é surpreendente. Durante doze anos, enquanto ele estava em um coma que os médicos haviam descrito como “estado vegetativo”, as enfermeiras, pensando que ele não podia ver ou ouvir nada, punham continuamente a série do Barney enquanto ele permanecia sentado, atado a sua cadeira de rodas.

Mas Martin não era o “vegetal” que os médicos diziam que era. De fato, ele podia ver e ouvir tudo.

“Não posso nem sequer expressar quanto odeio o Barney,” disse recentemente para a NPR (National Public Radio).

Uma enfermidade desconcertante

Nos anos 80, Martin era o típico jovem ativo, em idade de crescimento, na África do Sul. Então, aos doze anos, caiu enfermo por causa de uma enfermidade que desconcertou os médicos e cujo resultado foi que ele perdeu a mobilidade de seus membros, depois o contato visual e, por último, a faculdade de falar.

Para seus pais, Rodney e Joan Pistorius, disseram que ele era um “vegetal” e que o melhor que podiam fazer por ele era levá-lo para casa e mantê-lo cômodo até que morresse.

Porém o jovem seguiu vivendo apesar do diagnóstico.

“Martin só seguiu adiante” disse sua mãe. Agora, em um novo livro de memórias “Ghost Boy: My Escape From A Life Locked Inside My Own Body,” (Menino fantasma: minha fuga de uma vida encerrada dentro de meu própio corpo, ndt.) Martin revelou que, no princípio ele estava inconsciente tal como pensavam os médicos, mais ou menos dois anos depois começou despertar, até que chegou a ficar plenamente consciente de tudo o que acontecia ao seu redor.

Cuidados contínuos
O pai de Martin, Rodney, cuidou de seu filho durante toda esta terrível experiência e recorda a rotina diária de se levantar às cinco da manhã para preparar Martin e levá-lo ao centro de cuidados especiais, onde passava todo o dia.

“Oito horas mais tarde o pegava, o banhava, o alimentava, o colocava na cama e programava meu alarme cada duas horas para me levantar e dar volta para que não saíssem úlceras nas costas,” Rodney disse em uma reportagem da NPR.

“Espero que morra”
Martin recorda, no entanto, que sua mãe em um determinado momento perdeu a esperança e olhando seu filho, pensando que ele não podia ouvir, disse: “Espero que tu morra”.

Porám ele a ouviu. “Sim, estava ali, não desde o primeiro momento, mas dois anos depois de meu estado vegetativo, comecei a me despertar”, disse Martin.

“Percebia tudo, como uma pessoa normal. Todo o mundo estava tão acostumado que eu não estivesse ali que não perceberam que comecei a estar de novo presente. A cruel realidade de que eu ia ficar o resto de minha vida assim, totalmente só, foi um golpe para mim”.

Com seu cérebro ativo mas com um corpo inerte, Martin no princípio pensou que estava preso e que seguiria sempre assim.

“Ninguém nunca mostrará ternura para mim. Ninguém me amará nunca”, ele pensou. “Estou condenado”.

“Meus membros presos, minha voz muda”
“Não pensa realmente em nada”, recorda Martin. “Simplemente existe. É um lugar escuro onde encontrar-se porque, em um certo sentido, está ajudando a si mesmo a desaparecer. Minha mente estava presa dentro de um corpo inútil, minhas pernas e braços não eram meus para que eu pudesse controlá-los e minha voz estava muda. Não podia fazer um sinal ou som para que alguém soubesse que estava consciente de novo. Era invisível – o menino fantasma”.

Mas, de novo, Martin não se rendeu e disse que com o tempo assumiu as palavras de sua mãe.

“O resto do mundo me parecia tão distante quando ela disse essas palavras”, recorda, mas então percebeu que “com o tempo, tinha aprendido gradualmente a entender o desespero de minha mãe. Cada vez que ela me olhava, ela só podia ver uma cruel paródia do menino são que tinha sido uma vez e que ela amava muito”.

Pouco a pouco, a melhora
Com o passar do tempo, o corpo de Martin se pôs em onda com sua mente e inexplicavelmente começou a sarar. Aprendeu a se comunicar usando um computador e começou a ampliar seu mundo além dos confins que o tinham oprimido.

Em 2008 encontrou o amor de sua vida, Joanna, e imigrou ao Reino Unido. Em 2010 fundou sua própria empresa.

Agora tem 39 anos, está casado com Joanna e vive uma vida totalmente funcional e normal em Harlow, Inglaterra.

Martin Pistorius se recuperou, casou com Joanna (na foto) e vivem felizes na Inglaterra

Casos que abundam
A história de Martin não é tão incomum como alguém possa pensar. Nos últimos anos tem acontecido numerosas histórias sobre pessoas que tinham sido diagnosticadas com “morte cerebral” ou de ficar em “estado vegetativo” que posteriormente se recuperaram, revelando que estavam plenamente conscientes do que sucedia ao seu redor.

Em um caso especialmente assustador, um homem jovem chamado Zach Dunlap revelou que estava plenamente consciente quando os médicos e membros de sua família discutiam sobre como doar seus órgãos.

Alguns momentos antes que fosse programado para ser levado para o centro cirúrgico para a extirpação de seus órgãos, um membro de sua família cravou sua unha debaixo de um dos dedos de seus pés, causando uma repentina reação.

A operação de extirpação foi anulada e Zach se recuperou.

Casos como estes estão avivando o crescente debate sobre a exatidão dos diagnósticos de “estado vegetativo” e “morte cerebral».

Trailer [em inglês] do livro “Ghost Boy” (O menino fantasma), a incrível história verdadeira de Martin Pistorius

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por euvimparaquetodostenhamvida

Um padre indiano explica porque o Yoga ou o Reiki têm efeitos perniciosos em um cristão, podemos chamar a Europa de cristã agora? Não, é certo que a Europa apagou de sua vida todos seus valores e conceitos cristãos? Por que se envergonha a Europa de reconhecer suas raízes cristãs?

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Un cura indio explica por qué el Yoga o el Reiki tienen efectos perniciosos en un cristiano

Um padre indiano explica porque o Yoga ou o Reiki têm efeitos perniciosos em um cristão, podemos chamar a Europa de cristã agora? Não, é certo que a Europa apagou de sua vida todos seus valores e conceitos cristãos? Por que se envergonha a Europa de reconhecer suas raízes cristãs? Onde estão os valores morais e a ética que há séculos se praticavam na Europa e que foram levados para outras civilizações e culturas através da proclamação corajosa do Evangelho de Cristo? Por seus frutos conhecereis a árvore!

Padre James Manjackal M.S.F.S

Disse o sacerdote que 80 por cento dos cristãos que mergulharam no Yoga, Reiki ou a reencarnação, perderam sua fé.

ReL – 29 janeiro 2012 –

O Padre James Manjackal M.S.F.S é um conhecido sacerdote católico que dá a volta ao mundo pregando em retiros, dirigindo convenções e serviços de cura, dirigindo Escolas de Evangelização e iniciando missões entre os muçulmanos no Golfo da Arábia.

Em 1989 fundou “Charis Bhavan”, o renomado centro carismático de retiros em Kerala, sendo seu diretor e superior durante 6 anos.

Sendo indiano, do estado de Kerala, é um grande conhecedor das correntes espirituais que nascem no Oriente, em especial o Yoga, a Nova Era, o Reiki… e acaba de alertar em uma conferência que “Yoga e cristianismo são incompatíveis”.

Para seu interesse, ReL reproduz a conferência na íntegra:

Indiano e sacerdote católico
«Como cristão católico nascido no seio de uma família católica tradicional em Kerala, na Índia, porém tendo vivido entre hindus; e agora como religioso, sacerdote católico e pregador carismático em 60 países dos cinco continentes, creio que tenho algo que dizer sobre os efeitos perniciosos que tem o yoga na vida e na espiritualidade cristã.

»Sei que existe um interesse crescente pelo yoga em todo o mundo, inclusive entre os cristãos e que também esse interesse se estende a outras práticas esotéricas e da Nova Era como o Reiki, a reencarnação, a acupressura, a acupuntura, a cura prânica ou pranoterapia, a reflexiologia, etc. métodos sobre os quais o Vaticano tem prevenido e avisado em seu documento “Jesus Cristo, portador da água da vida”.

Confusão sobre o Yoga
»Para alguns o Yoga é um meio de relaxamento e de alívio da tensão, para outros é um exercício que promove a saúde e o estar em forma e, para uma minoria, é um meio para a cura de enfermidades.

»Na mente do católico médio, ou seja leigo ou do clero, há muita confusão pois o Yoga segundo se promove entre os católicos não é exclusivamente nem uma disciplina relacionada com a saúde nem uma disciplina espiritual mas que algumas vezes é uma coisa, outras vezes a outra, e frequentemente uma mescla das duas.

»Poré o fato é que o Yoga é principalmente uma disciplina espiritual e sei que inclusive existem sacerdotes e irmãs em seminários e noviciados que aconselham o Yoga como uma ajuda para a meditação e para a oração.

»É triste que hoje em dia, muitos católicos estejam perdendo a confiança nas grandes práticas espirituais e místicas para a oração e a disciplina que receberam de grandes santos como Ignácio de Loyola, Francisco de Assis, Francisco de Sales, Santa Teresa de Ávila, etc. e agora sigam a espiritualidades e místicas orientais que provém do Hinduísmo e do Budismo.

»A este respeito, um cristão sincero deveria se informar sobre a compatibilidade do Yoga com a espiritualidade cristã e sobre a conveniência de incorporar suas técnicas na oração e na meditação cristãs.

Yoga é uma união com uma divindade impessoal
» O que é o Yoga? A palavra Yoga significa “união”, o objetivo do Yoga é unir o eu transitório (temporal), “JIVA” com o (eu eterno) infinito “BRAHMA”, o conceito hindu de Deus. Este Deus não é um Deus pessoal, mas que é uma substância impessoal espiritual que é um com a natureza e o cosmos.

»Brahma é uma substância impessoal e divina que “impregna, envolve e é subjacente em tudo”. O Yoga tem suas raízes nos Upanishads hindus que son anteriores ao ano 1000 a.C., e diz sobre o Yoga que “une a luz dentro de ti com a luz de Brahma”.

»“O absoluto é em si mesmo” dizem os Upanishads Chandogya, “TAT TUAM ASI” ou “ESO ERES TÚ”. O Divino habita dentro de cada um através de Seu representante microcósmico – o eu individual chamado Jiva.

»No Bhagavad Gita, o senhor Krishna descreve o Jiva como “minha própria parte eterna”, e afirma que “a alegria do yoga lhe chega ao yogue que é um com Brahman”.

As oito vias do Yoga
No ano 150 a.C, o yogue Patanjali explicou as oito vias que guiam as práticas do Yoga da ignorância à iluminação. As oito vias são como uma escada. São:

– auto-control (yama)
– prática religiosa (niyama)
– posturas (asana)
– exercícios de respiração (pranayama)
– controle dos sentidos (pratyahara)
– concentração (dharana)
– contemplaçao profunda (dhyana)
– iluminação (samadhi).

»Aqui é interessante observar que as posturas e os exercícios de respiração, que frequentemente são considerados no ocidente como todo o Yoga, são os passos 3 e 4 até a união com Brahma.

O Yoga é uma disciplina espiritual
»O Yoga não é só um sistema elaborado de posturas e de exercícios físicos, é uma disciplina espiritual que apregoa levar a alma ao samadhi, a união total com o ser divino. O samadhi é o estado em que o natural e o divino se convertem em um, o homem e Deus chegam a ser um sem nenhuma diferença. (Brad Scott: Exercício ou prática religiosa? Yoga: O que o professor nunca lhe ensinou em uma aula de Hatha Yoga” no Watchman Expositor Vol. 18, No. 2, 2001).

Quando te citam a Bíblia com chave panteísta
»Este enfoque do Yoga é radicalmente contrário ao Cristianismo, onde claramente há uma distinção entre Criador e criatura, entre Deus e o homem. No Cristianismo, Deus é o “Outro” e nunca “o mesmo”.

»É triste que alguns promotores do Yoga, Reiki ou de outras disciplinas ou meditaciones distorcem algumas citacões da B[iblia ao citá-las isoladas para corroborar seus argumentos tais como: “sois templo de Deus” “a água viva flui em ti”, “estareis em Mim e Eu estarei em vós” “já não sou eu quem vive, é Cristo quem vive em mim” etc. sem entender o contexto nem o significado destas palavras da Bíblia.

»Existem pessoas que retratam Jesus inclusive como un yogue como atualmente podemos ver em imagens de Jesus em conventos, capelas e presbitérios – Jesus está representado com posturas de meditação de yogue!”.

»Dizer que Jesus é “um yogue” é denegrir Sua divindade, santidade e perfeição intrínseca e insinua que Ele tinha uma natureza imperfeita sujeita à ignorância e à ilusão (Maya), e que necessitou ser libertado de sua condição humana mediante a prática e a disciplina do yoga.

O Yoga é panteísta
»O yoga é incompatível com a espiritualidade cristã porque é panteísta (ao dizer “Deus é tudo e tudo é Deus”), e sustenta que existe uma realidade única e todo resto é ilusão ou Maya. Se só existe uma realidade e todo resto é ilusório, não pode ter nenhuma relação nem amor.

»O Centro da fé Cristã é a fé na Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, três pessoas em um só Deus, o modelo perfeito de uma relação de amor.
O Cristianismo é todo sobre relações com Deus e entre os homens. “Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo teu coração com toda tua alma e toda tua mente. Este é o principal e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a este: Amarás teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22: 37-39).

Não existe diferença entre o bem e o mal
»No Hinduísmo, o bem e o mal, mesmo a dor e o prazer são ilusórios (Maya) e portanto irreais. Vivekananda, o ícone mais respeitado do Hinduísmo moderno, dizia: “o bem e o mal são um e o mesmo” (Vivekananda. “The yogas and other Works”, publicado por Ramakrishna Vivekananda Centre NY, 1953). No Cristianismo, a questão controvertida do pecado como uma ofensa contra a Santidade de Deus é inseparável para nossa fé, porque o pecado é a razão pela qual necessitamos de um Salvador. A Encarnação, a Vida, a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus são para nós meios de salvação, ou seja, para libertar-nos do pecado e de suas consequências. Não podemos ignorar esta diferença fundamental na hora de absorver a Espiritualidade Cristã e o Yoga e em outras técnicas de meditação orientais.

Uma prática pagã
»No melhor dos casos o Yoga é uma prática pagã e no pior é uma prática oculta.
Esta é a religião do anti-cristo (o homem que se fez Deus) e pela primeira vez na história está sendo praticada freneticamente no mundo ocidental e na América.

»É ridículo que mestres do Yoga levem inclusive uma cruz ou algum símbolo cristão, enganam as pessoas dizendo que o Yoga não tem nada a ver com o Hinduísmo e dizem que é só questão de aceitar outras culturas. Outros tem tentado mascarar o Yoga com apelativos cristãos denominando-os “Yoga Cristão”.

»Esta não é uma questão de aceitar a cultura de outro povo, é uma questão de aceitar outra religião que é insignificante para a nossa religião e conceitos religiosos.

Difundida no Ocidente
»É uma pena que o Yoga se tenha expandido tão freneticamente desde os jardins de infância até todo tipo de instituições de medicina, psicologia etc. chamando-se a si mesmo ciência quando não o é em absoluto; e está se vendendo sob a etiqueta de “terapia de relaxamento”, “auto-hipnose”, “visualização criativa”, ”centralização”, etc.

»O Hatha Yoga, está amplamente difundido na Europa e na América como método de relaxamento e como exercício não esgotante, é um dos seis sistemas reconhecidos do Hinduísmo ortodoxo, é em sua origem religioso e místico, e é a forma mais perigosa do Yoga (Dave Hunt, “the seduction of Christianity” página 110).

»Recordem as palavras de São Paulo: “Não vos maravilheis, pois também Satanás se disfarça de anjo de luz” (2 Cor 11, 14). É certo que muitas pessoas se curaram por meio do Yoga e de outras formas orientais de meditação e oração. Aqui é onde os cristãos deveriam se perguntar a si mesmos se necessitam de uma cura e benefícios materiais ou ao seu Deus, Jesus Cristo em que creem, e Quem é a fonte de todas as curas e da boa saúde.

O desejo de ser Deus
»O desejo de chegar a ser Deus é o primeiro e o segundo pecado na história da criação conforme está registrado cronologicamente na Bíblia: “Dizias-te em teu coração: O céu escalarei, acima das estrelas de Deus levantarei meu trono; no monte da assembleia me sentarei, no último do norte. Subirei às alturas das nuvens, serei igual ao altíssimo” (Is 14: 13-14). A serpente disse para a muher: “Não, não morrereis! Bem, Deus sabe que no momento em que comam se abrirão seus olhos e serão como deuses conhecedores do bem e do mal” (Gn 3, 4-5).

»A filosofia e a prática do Yoga são baseados na crença de que o homem e Deus são um. Ensina-se a por ênfase em si mesmo em lugar do Único e Verdadeiro Deus. Anima-se os que participam a buscar as respostas aos problemas e questões da vida em sua mente e em sua consciência em vez de buscar soluções na Palavra de Deus através do Espírito Santo, como acontece no cristianismo. Ele deixa você, sem lugar a dúvida, exposto ao engano do inimigo de Deus que busca vítimas para que as possa arrancar de Deus e da Igreja (1 Ped 5, 8).

Uma Europa envergonhada de si mesma
»Nos últimos oito anos, tenho pregado a palavra de Deus principalmente nos países europeus que em outros tempos foram o berço do cristianismo, e de onde saíram evangelizadores e missionários, mártires e santos.
Podemos chamar a Europa de cristã agora? Não, é certo que a Europa apagou de sua vida todos seus valores e conceitos cristãos? Por que se envergonha a Europa de reconhecer suas raízes cristãs? Onde estão os valores morais e a ética que há séculos se praticavam na Europa e que foram levados para outras civilizações e culturas através da proclamação corajosa do Evangelho de Cristo? Por seus frutos conhecereis a árvore!

»Eu creio que estas dúvidas e confusões, a apostasia e infidelidade, a frieza religiosa e a indiferença chegaram na Europa a partir de quando foram introduzidos no Ocidente a mística e as meditações orientais, as práticas esotéricas e as da Nova Era.

Do yoga ao demoníaco
»Em meus retiros carismáticos, a maioria dos participantes vêm com diferentes problemas morais, espirituais, físicos ou psíquicos para serem libertados e curados e para receber uma nova vida mediante a força do Espírito Santo.

»Com toda a sinceridade de meu coração, posso dizer que entre 80% e 90% dos participantes esperimentaram o Yoga, o Reiki, creem na reencarnação, etc. que são práticas religiosas orientais. Ali perderam a fé em Jesus e na Igreja.

»Na Croácia, Bósnia, Alemanha, Áustria e Itália temos tido casos claros em que indivíduos possuídos pelo poder da escuridão gritavam “Eu sou Reiki”, “Eu sou o Sr. Yoga”. Eles mesmos se identificavam com estes conceitos como se fossem pessoas enquanto eu dirigia uma oração de cura para eles. Posteriormente tive que fazer uma oração de libertação sobre eles para libertá-los da possessão do maligno.

Não há nada mal no Yoga?
»Existem pessoas que dizem: “Não há nada de mal na prática destes exercícios, basta em não crer na filosofia que há detrás”. No entanto os promotores do Yoga, Reiki, etc, afirman claramente que la filosofia e a prática são inseparáveis.

Um cristão não pode aceitar o Yoga
»Por isso um cristão não pode em nenhum caso aceitar a filosofia e a prática do yoga, porque o Cristianismo e o Yoga são dois pontos de vista que se excluem mutuamente. O Cristianismo vê o pecado como o principal problema do homem, o considera como um fracasso a hora de se ajustar tanto aos padrões como ao caráter de un Deus moralmente perfeito. O hombre está distanciado de Deus e necessita de reconciliação.

Cristo é a solução para o homem
»A solução é Jesus “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” . Pela morte de Jesus na cruz, Deus reconciliou consigo o mundo. Agora chama os homenspar a receber com liberdade todos os frutos de sua salvação só através da fé em Cristo.

»À diferença do Yoga, o Cristianismo vê a redenção como um presente gratuito que só pode ser recebido e não ganhado ou alcançado através do próprio esforço ou com obras.

»O que se necessita hoje na Europa e em muitos lugares é a proclamação enérgica da mensagem de Cristo que vem da Bíblia e que é interpretada pela Igreja para evitar dúvidas e confusões que se difundem no Ocidente entre muitos cristãos, e levá-los ao Caminho, a Verdade e a Vida: Jesus Cristo. Só a verdade pode fazer-nos livres».

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por euvimparaquetodostenhamvida

O cardeal Fernando Sebastian Aguilar assegurou numa entrevista a ‘À Verdade’ que «a Igreja não vai mudar a doutrina porque a essência da Igreja é conservar no mundo a doutrina de Jesus. A Igreja não pode ser infiel a Jesus porque deixaria de ser a Igreja».

infocatolica.com

NÃO PODE SER INFIEL A JESUS PORQUE DEIXARIA DE SER A IGREJA»

Cardeal Fernando Sebastian Aguilar: «a Igreja não pode nem vai mudar a doutrina» sobre a família

O cardeal Fernando Sebastian Aguilar assegurou numa entrevista a ‘À Verdade’ que «a Igreja não vai mudar a doutrina porque a essência da Igreja é conservar no mundo a doutrina de Jesus. A Igreja não pode ser infiel a Jesus porque deixaria de ser a Igreja». Também acrescentou: «Os que temem que a Igreja mude a doutrina, podem ficar tranquilos que nãovai mudar. E os que desejam que a Igreja mude a doutrina, que esperem sentados porque não vai mudar».

22/11/14 – infocatolica.com – Entrevistas

(La Verdad/SIC/infoCatólica) O arcebispo emérito de Pamplona, que nos dias 5 e 6 de novembro deu uma conferência na paróquia de São Miguel de Pamplona sobre o Sínodo da Família, também insistiu em garantir a autenticidade dos matrimônios que se celebram na Igreja. Deu uma entrevista para Raminie Guiritan para ‘À Verdade’.

Que ambiente se sentia no Sínodo da família?

O ambiente que o Papa Francisco criou no discurso da inauguração: «Falem com liberdade, escutem com humildade». Portanto havia muito ambiente de liberdade, de fraternidade. Havia também preocupação porque se vê um panorama muito complicado do casamento e da família no mundo inteiro: muita secularização de vida, muitos casais de fato, muitos divórcios, com o mal que isto significa para a educação das crianças, perda da capacidade educativa da família. Em fim, havia preocupação.
Por outro lado, uma vontade pastoral entusiasta (porque o Papa comunica entusiasmo) de dizer que tem que renovar a pastoral e o trabalho das comunidades cristãs para oferecer às novas gerações dentro da Igreja e à sociedade o tesouro que temos, que é a visão cristã do casamento e da família, fundada em um amor irrevogável, em um amor sincero, generoso, sacrificado, que é o melhor contexto para que nasçam as crianças e para que cresçam felizes. Depois o Sínodo é uma grande experiência da universalidade da Igreja.

Qual papel teve o senhor no Sínodo?

-Eu não tive um papel extraordinário. Na primeira semana, que são com sessões plenárias, todos os assistentes podem intervir durante quatro minutos. Eu fiz uma intervenção como tantos outros, reivindicando uma melhor preparação para o casamento começando já desde a iniciação cristã dos adolescentes.

Como é o Papa em seu trato de perto?

O trato com o Papa é muito afável. Assistiu todas as sessões plenárias. Ele vinha andando conosco desde Santa Marta até a aula sinodal, que está há uns 200 metros, e vinha falando muito amigavelmente. Ele comia no refeitório um pouquinho afastado porque comia com seus secretários, mas no café da manhã e no jantar era self-service, e ele ia com seu prato como nós para pegar seu jantar. Tem um trato muito afável, muito próximo, muito simples, que dá muita confiança e claro que com muito respeito porque ele não deixa de ser o Papa. Por ser tão simples, próximo e tão humilde em suas manifestações, isso quando agradecíamos muito. E depois, ao entrar e ao sair quando acabavam as sessões, sempre saudava uns e outros, e se entretinha um bom tempo falando com todo o mundo.

Dizem que o Papa Francisco via você como teólogo

Ele foi provincial da Companhia de Jesus na Argentina nos anos do Concílio e na época publiquei dois livros sobre a Vida Religiosa e esses foram os meus primeiros livros que o Papa conheceu. Veio aqui no ano de 2006 para dar alguns Exercícios Espirituais para os bispos nhóis, mas como me conhece?» Respondeu-me: «Conheco-o porque venho lendo faz muitos anos», ou seja, me conhece pelas publicações.

Os meios dizem que a Igreja vai mudar sua doutrina sobre a família

É uma má informação. A Igreja não vai mudar a doutrina, nem pode mudar a doutrina, porque a essência da Igreja é conservar no mundo a doutrina de Jesus. A Igreja não pode ser infiel a Jesus porque deixaria de ser a Ireja. Se vamos em um barco para salvar pessoas e em vez de fazer subir as pessoas na barca nós lançamos elas na água, nós perdemos todos. Trata-se de ajudar as pessoas a conhecer e a viver a doutrina de Jesus. Nós não podemos renunciar e trair a doutrina.
Além disso, o problema que quer abordar o Papa no Sínodo não é um problema doutrinal. A doutrina do casamento e da família a temos muito clara. É um problema prático e pastoral, que é fazer que os cristãos e não cristãos descubram o valor do amor fiel, do amor irrevogável, do amor generoso, do amor sacrificado como fundamento da convivência. O amor que Jesus nos revelou entregando-se por nós: esse é o verdadeiro amor. Essa doutrina é assim e não temos porque mudá-la. O problema é as pessoas descobrirem e viver.
O problema é que cada vez vemos que se casam menos pessoas, se casam menos pela Igreja, há mais divórcios, ou seja, as pessoas estão fugindo, desconhecendo o valor do amor irrevogável que, no entanto, é o clima que faz mais feliz na vida as pessoas.
O que faz falta é voltar a redescobrir o amor que Jesus nos trouxe a este mundo e vivê-lo na família. Os que temem que a Igreja mude a doutrina, que fiquem tranquilos que não vai mudar. E os que desejam que a Iglesia mude a doutrina, que esperem sentados porque não vai mudar. Nem vai mudar sobre o casamento, nem vai mudar sobre o divórcio, nem vai mudar sobre a homossexualidade, nem vai mudar sobre nada. O que queremos mudar é o serviço, a solicitude, a proximidade, a proposta, para que as pessoas descubram a ideia cristã da família e que vivma mais felizes.

Em que sentido se diz que o casamentoo é missão?

Os casais cristãos são os primeiros catequistas de seus filhos. As crianças, os jovens têm que descobrir o valor da fé, têm que enamorar-se de Jesus e de sua vocação de serem filhos de Deus em sua família. A família é que nos ensina a sermos pessoas e a vivermos humanamente. Dentro desse ensinamento humano entra o conhecimento de Jesus, o conhecimento de Deus, a maneira cristã e santa de tratar os demais, a vida eterna; ou seja, no marco da educação familiar é onde temos que receber a educação cristã e onde mais profundamente a recebemos porque ninguém tem tanta influência sobre nós como nossos pais e nossos irmãos nos primeiros cinco anos de vida. Esse é o momento de por no coração das crianças os elementos fundamentais da fé e do espírito cristão. Pois bem, está claro que a Igreja faz muito em defender e garantir a religiosidade das famílias e da vivência da oração e da vida cristã no seio das famílias, porque é a principal causa para a transmissão da fé para as novas gerações. Se não existe famílias cristãs, não existe jovens cristãos. E se não existe jovens cristãos, não pode haver vocações nem para o sacerdócio, nem para a Vida religiosa, nem para nada.

Tem alguma mensagem para os leitores de ‘A Verdade’?

Que rezemos pelo êxito do Sínodo em sua segunda assembleia que será em outubro de 2015 e que acompanhemos o Papa Francisco nesse desejo sincero e profundo da renovação cristã do casamento e da família. Isto é decisivo para o bem da Igreja e para o bem da humanidade.

http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=22575&utm_medium=email&utm_source=boletin&utm_campaign=bltn141122

por euvimparaquetodostenhamvida

Reconstruiu uma capela e se curou de um câncer terminal.

aleteia.org

Reconstruiu uma capela e se curou de um câncer terminal
Seguir com a restauração “foi minha forma de dar graças” a Jesus por sua cura.

ACIPRENSA

Restoration of a church
Restoration of a churchGreg Thomas / Facebook

Detectaram um câncer terminal faz 5 anos em Greg Thomas. Como uma forma de encontrar paz em sua alma, decidiu dedicar seus esforços na restauração de uma antiquíssima capela católica sem saber que no processo encontraria a cura total de sua enfermidade.

Greg, atualmente com 62 anos, é de Montgomery, estado de Minnesota (Estados Unidos). Em 2009 detectaram um câncer na fase 4, fase terminal, tomando sua cabeça e pescoço.

Depois de conhecer sua enfermidade, Greg deixou seu trabalho e começou a percorrer a pé o campo de Minnesota junto com seu cachorro.

Em declarações à imprensa local, Greg recordou que “quando me inteirei que tinha câncer, (os médicos) disseram para minha família que seguissem adiante e começassem a planejar meu funeral”.

Em suas caminhadas pelo campo, encontrou a igreja de Budejovice, hoje capela de São João, construída por colonos checos em 1868. Em sua primeira tentativa de entrar, no entanto, viu que o templo estava fechado.

A igreja estava bastante deteriorada, após cerca de cem anos de abandono.

Apesar disto, quase todos os dias Greg chegava para rezar em suas portas.
O tesoureiro da fundação que se encarrega da manutenção do cemitério próximo à igreja, Don Rynda, recordou, em declarações recolhidas pelo Huffington Post, que ao ver bloqueado seu acesso à capela, Greg falou com um vizinho “e disse que queria pintar a igreja e com quem podia falar, então o vizinho o mandou falar comigo”.

Don Rynda recordou que antes que Greg se encontrasse com ele, ele estava preocupado porque a igreja estava à beira de um colapso, e que sua chegada “foi um envio de Deus”.

O acordo que chegou Greg com a fundação foi que ele se encarregaria de restaurar a igreja, enquanto que a organização lhe providenciaria os materiais necessários.

Tudo o que pediu em troca foi que lhe dessem uma chave para poder entrar. A emoção pela restauração do templo alcançou os vizinhos da região.

Entrevistada em 2012, Blanche Zellmer, que viveu naquela região durante 93 anos, assegurou que “uma das contas em meu rosário foi reservada para ele”.

Ao terminar de pintar o exterior da igreja, Greg encontrou um milagre: seu câncer tinha entrado em remissão.
Seguir com a restauração, disse, “é minha forma de dar graças” a Jesus por sua cura.

Para conhecer mais sobre a restauração da igreja, por-se em contato e doação para os trabalhos da restauração da capela de São João, pode acessar o link: https://www.facebook.com/pages/St-Johns-Chapel-and-Fundraiser/217890885002969?sk=timeline

Artigo publicado por Aciprensa

http://www.aleteia.org/es/religion/contenido-agregado/reconstruye-iglesia-y-se-cura-de-cancer-terminal-5883357711826944?utm_content=bufferdaab3&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

por euvimparaquetodostenhamvida

Capelão anglicano, especialista em C.S. Lewis, se converteu ao descobrir a importância de Maria.

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MICHAEL WARD É UM ESTUDIOSO DAS «CRÔNICAS DE NÁRNIA»

Capelão anglicano, especialista em C.S. Lewis, se converteu ao descobrir a importância de Maria

Michael Ward é um dos principais especialistas do mundo na obra de C.S. Lewis, e em particular de suas Crônicas de Nárnia e sua simbologia e significações cristãs. Seus livros de investigação literária foram publicados pela prestigiada editora da Universidade de Oxford, de cujo St Peter´s College foi capelão durante muitos anos.

(Cari Filii/InfoCatólica) Porque Ward era anglicano até 2012, ano de sua conversão ao catolicismo. Doutor em Ciências Religiosas pela Universidade de St Andrews, foi ordenado sacerdote no seio da Igreja da Inglaterra. Mas ao longo dos anos, segundo ele mesmo explicou, foi se questionando sobre os fundamentos teológicos da dita confissão, até chegar a se convencer de que a Igreja fundada por Jesus é a Igreja católica.

Descobriu-se a si mesmo como herege

Como ele mesmo explica, a descoberta de que a Santíssima Virgem teve um papel determinante em sua conversão, como é frequente em muitos protestantes: «Comecei a perceber que Maria era um autêntico ponto cego para mim, e que minha ignorância sobre seu papel na história da salvação tinha tido um impacto seriamente negativo em minha compreensão de Cristo».
Editando um livro sobre heresias (As heresias, e como evitá-las: porque afetam o que creem os cristãos), compreendeu que seus pontos de vista sobre a Mãe de Deus eram nestorianos(A doutrina, que foi formada durante os estudos de Nestório sob Teodoro de Mopsuéstia na Escola de Antioquia, enfatiza a desunião entre as naturezas humana e divina de Jesus), o que contribuiu para reforçar seu processo de aceitação da doutrina católica.

Os benefícios da devoção à Virgem

E agora o ponto cego se tornou luminoso: «Desde que sou católico», fala, «compreendi que as devoções marianas foram uma parte tremendamente arraigante e enriquecedora de minha vida espiritual. Ela é o discípulo arquétipo, em cujo corpo escolheu Deus morar, no insondável mistério da Encarnação».
Segundo Ward, «o lugar que outorga o catolicismo para Maria ajuda a explicar também, ao menos parcialmente, porque os católicos têm mantido o rumo na ética sexual, apesar do terremoto ético modernista. O exemplo de Maria aclara perfeitamente o lado feminino da Igreja, e de todos os seres humanos face a face com Deus. O ter que dizer, como Maria, «faça-se em mim segundo tua palavra», e que isso afeta também o teu corpo, como no caso dela, é uma afirmação da dignidade da mulher, e nos recorda a todos, homens e mulheres, a importância da contemplação e da disposição receptiva diante de Deus».

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por euvimparaquetodostenhamvida

Hermann Cohen, padre Agostinho Maria do Santíssimo Sacramento De judeu a carmelita após um presente de Liszt, uma dívida de jogo e uma bênção com o Santíssimo.

ReligionenLibertad.com

De judío a carmelita tras un regalo de Liszt, una deuda de juego y una bendición con el Santísimo

Hermann Cohen, padre Agostinho  Maria do Santíssimo Sacramento
De judeu a carmelita após um presente de Liszt, uma dívida de jogo e uma bênção com o Santíssimo.

Após sua profissão carmelita Hermann Cohen se consagrou especialmente à conversão dos judeus, e conseguiu com vários membros de sua família.

Luis J.F. Frontela / OCDCastilla.org – 20 setembro 2014 – religionenlibertad.com

Com Hermann Cohen, o padre Agostinho Maria do Santíssimo Sacramento (1820-1871), conhecido popularmente como Padre Hermann, nos encontramos com um personagem típico do século XIX: judeu que vive na indiferença da fé e na prática em um momento de crise da consciência judia, jovem músico que conhece a fama, empedernido jogador cheio de dúvidas e de credores, convertido à fé católica e logo religioso e sacerdote carmelita, e como tal um dos pilares do processo de restauração católica que se dá na França em meados do século XIX.

O grande Liszt, no início de sua conversão
Na altura de 1837, diante do convite que lhe fez Liszt de ilustrar-se um pouco com a leitura de algumas obras filosóficas e o presente que lhe deu de uma Bíblia, onde pôs a seguinte dedicatória: “Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”, Hermann teve desejos de se converter, mas ele mesmo confessa que não sabia qual, se ao catolicismo ou ao protestantismo. Estes desejos passaram rápido. Será em 1847, quando cheio de dívidas contraídas com o jogo, 30.000 francos, para o qual necessitaria de dois anos para pagar seus credores, sucede um fato que muda radicalmente a vida de Hermann, o golpe da graça.

Remorsos na bênção do Santíssimo
O fato da conversão relata ele mesmo Hermann em carta ao sacerdote, judeu convertido, Alfonso Maria de Ratisbona. Foi numa sexta-feira do mês de maio de 1847, quando o príncipe de Moscou pede a Hermann que lhe substitua na direção de um coro que dirigia na igreja de Santa Valéria em Paris. Hermann, que vive na vizinhança, vai lá com gosto: “Aceitei, inspirado unicamente por amor a arte musical e pela satisfação de fazer um favor”. E no ato final da bênção com o Santíssimo, experimenta “uma estranha emoção, como remorso por tomar parte na bênção, na qual carecia absolutamente de direitos para estar compreendendo”. O mesmo nos disse que a emoção era grata e forte, e que sentiu “um alívio desconhecido”, e termina dizendo que “me vi obrigado a inclinar-me até o chão, sem que usasse minha vontade”.

Hermann voltou à mesma igreja nas seguintes sextas-feiras e, sempre no ato em que o sacerdote benzia com a custódia os fiéis ajoelhados, experimenta a mesma comoção espiritual, caracterizada pela emoção, o remorso e o alívio. Passado o mês de maio, e com os atos em honra de Maria, Hermann continua indo cada domingo a Santa Valéria para assistir à Missa, e sente a necessidade de conhecer a piedade e a doutrina cristã.

Mudou de opinião sobre os sacerdotes
O mesmo nos conta que em casa de seu amigo Adalberto de Beaumont, onde vivia, pegou um velho devocionário da biblioteca, e entrou em contacto com o padre Legrand, da cúria do Arcebispado de Paris, a quem qualifica de “homem instruído, modesto, bom, franco, esperando tudo de Deus e nada para si mesmo”. O contato com este eclesiástico produz nele um efeito positivo, deixa de lado os preconceitos que tinha com os sacerdotes, fruto de suas leituras e dos comentários sobre os mesmos nos círculos em que se tinha envolvido. Para ele, e até esse momento, os sacerdotes, dos quais tinha medo, eram uns intolerantes, que sempre “têm nos lábios a ameaça da excomunhão e a condenação às chamas do inferno”. Considerava-os “seres anti-sociais, e os monges via como monstros, iguais a antropófagos”

Lágrimas na elevação
No começo de agosto, devido aos seus compromissos, abandona Paris para ir dar um concerto em Ems, Alemanha. A primeira coisa que faz ao chegar a Ems, em 7 de agosto, foi visitar o pároco da igreja católica. Hermann confessa que “no segundo dia depois de minha chegada, era um domingo, 8 de agosto, e, sem respeito humano, apesar da presença de meus amigos, fui participar da Missa. Ali, pouco a pouco, os cânticos, as orações, a presença invisível, e no entanto sentida por mim, com um poder sobre-humano, começaram a agitar-me, a perturbar-me, a me fazer tremer. Em uma palavra, a graça divina se comprazia em derramar-se sobre mim com toda sua força. No ato da elevação, através de minhas pálpebras, senti de repente brotar um dilúvio de lágrimas que não cessavam de correr a o longo de minha face… Oh momento por sempre jamais memorável para a saúde de minha alma! Tenho-te aí, presente na mente, com todas as sensações celestiais que me trouxeste do Alto… Invoco com ardor ao Deus todo-poderoso e misericordioso, a fim de que a doce recordação de tua beleza fique eternamente gravada em meu coração, com os estigmas indeléveis de uma fé a toda prova e de um agradecimento na medida do imenso favor de que se dignou preencher-me”.

Franz Lizt

Em Ems experimentou um forte remorso por sua vida passada, pela qual se crê merecedor de “toda a cólera do Juiz soberano”, o que o leva a fazer uma confissão interior e rápida de todas as enormes faltas cometidas desde sua infância: “As via ali mesmo, esparramadas diante de mim, aos milhares, horrendas, repulsivas”… Porém por sua vez sente “o bálsamo consolador, que o Deus da misericórdia me as perdoaria, que desviaria de meus crimes o olhar, que teria piedade de minha sincera contrição e de minha amarga dor… Sim, senti que me concedia sua graça e que ao perdoar-me aceitava em expiação a firme resolução que fazia de amá-lo sobre todas as coisas e desde então converti-me a Ele”.

Afirma Hermann que, ao sair da igreja de Ems, já era cristão, “tão cristão como é possível ser quando não se recebeu ainda o santo batismo”.

A dor de ver comungar
A partir deste momento, e até seu batismo, viveu um intenso mês de agosto. Da mão do abade Legrand todas as noites aprofunda no conhecimento da doutrina e moral católica, para a qual seguem o Compêndio da doutrina cristã de Lhomond.

Pessoalmente se impõe a obrigação de participar da missa diariamente. Ele mesmo disse que quando ia à missa, ao ver que os fiéis se acercavam a mesa eucarística experimentava uma grande dor por que “não me é dado ver este instante supremo sem chorar pela privação que me fazia morrer”. É o que ele chama “milagre do sabor da Eucaristia” que se traduzia em lágrimas, sabor, enternecimiento. Igualmente assiste a reza das vésperas e em qualquier outra função que se realizasse na iglesia; têm momentos de oração, tanto pela manhã, como pela noite, e guarda a castidade e a abstinência.

A última tentação
Seu batismo teve lugar no dia 28, festividade de Santo Agostinho. Preparou-se para o mesmo encerrando-se em sua casa e realizando uma oração tipo novena, escolhendo para ela o ofício de Nossa Senhora e o dos defuntos.

Na noite antes do batismo voltou a ter uma experiência que define como trágica, através de um sonho que representava de um modo sedutor toda sua vida anterior. Conta Hermann que diante destas visões, “cambaleante, me atirei fora da cama, me lancei aos pés do crucifixo, e ali, com os olhos marejados de lágrimas, implorou o socorro misericordioso do Todo-poderoso, a assistência da Santíssima e puríssima Virgem Maria. Em seguida a tentação acabou”.

A conversão dos judeus
Por fim, no sábado 28 de agosto, festa de Santo Agostinho, às três da tarde, na capela de Nossa Senhora de Sion de Paris, recebeu o batismo das mãos do padre Teodoro de Ratisbona, mudando seu nome, Hermann pelo de Agostinho Maria e Henrique. A cerimônia começou com o canto das ladaínhas pela conversão dos judeus, compostas pelo padre Teodoro de Ratisbona e recitadas todos os dias na capela de Nossa Senhora de Sion:

Jesus de Nazaret, rei dos judeus, tem piedade dos filhos de Israel! /
Jesus, divino Messias esperado pelos judeus! tenm piedade dos filhos de Israel! /
Jesus, o desejado das nações, Jesus da tribo de Judá, Jesus que curou os surdos, os mudos e os cegos, tem piedade dos filhos de Israel! /
Cordero de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-os, porque não sabem o que fazem!

Vida de fé
Hermann descreveu o momento da seguinte maneira: “De repente, meu corpo se estremeceu, e senti uma comoção tão viva, tão forte, que nao saberia compará-la melhor que ao choque de uma máquina elétrica. Os olhos de meu corpo se fecharam ao mesmo tempo em que os da alma se abriam à uma luz sobrenatural e divina. Encontrei-me como mergulhado em um êxtase de amor, e, como a meu santo patrono, me pareceu participar, em um impulso de coração, dos gozos do Paraíso e beber a torrente de delícias com as quais o Senhor inunda seus eescolhidos na terra dos vivos…”.

Em 8 de setembro recebeu a primeira comunhão, e, a partir deste momento começou a comungar frequentemente, porque naquela época não era normal a comunhão diária.

A partir de seu batismo começou uma vida nova para Hermann Cohen. Ao lado de tomar a sério sua vida cristã, marcada pela piedade, a simplicidade de vida, a busca do retiro, e a participação nas Conferências de São Vicente de Paulo, onde “durante os dois anos em que me vi obrigado a esperar no mundo a hora de minha partida para a solidão achei o antídoto ao desagrado que o contato cotidiano com o mundo produz na alma do cristão”.

A mudança radical de vida que experimentou o leva a ser incompreendido por suas próprias amizades. Ele mesmo afirma que “as damas sentem que tenha me perdido para o mundo por causa de minhs devoção”. Age como um verdadeiro convertido, convencido de ter encontrado a verdade e a felicidade mo seio do catolicismo, e tratando de converter o ter voltar à prática de seus amigos mais próximos que, cansados “de minha devoción”, lhe viram a cara, como sucedeu com a Baronesa de Saint-Vigor, ser uma egoísta “porque não quero mais aos meus amigos que minha salvação”.

A conversão dos irmãos
Um dos propósitos que se fez uma vez católico foi a de converter todo o mundo e levar ao seio da Igreja a todos os extraviados, de uma maneira especial os judeus: “Eu fiz voto de fazer todo o humanamente possível para a conversão dos judeus”. o padre Alfonso Maria de Ratisbona inclusive chegou a proibir que debatesse questões religiosas, pela veemência que punha na discussão, e sobretudo “porque sou demasiado ignorante”. Não é de estranhar que alguns de seus amigos, em concreto Adalberto de Beaumont, um boêmio e artista, com quem realizou diversas viagens pela Europa e com quem vivia em sua casa, considerou sua conversão como “uma insensatez”, e disse-lhe que se seguisse por esse caminho de querer converter todo o mundo terminaria por ficar louco.

Se nos amigos não foi bem compreendido por sua conversão, menos o foi, no princípio por sua família. Para um judeu, por secularizado que fosse, passar ao catolicismo era uma traição. Os mais próximos a Hermann, sua irmã e seu irmão Luís, tentaram ocultar o fato da conversão de sua mãe, mas esta, que o tinha acompanhado desde que deixaram Hamburgo, mesmo que nem sempre seguiu seus conselhos, ao inteirar-se da conversão de seu Hermann, a considerou como uma a mais entre as muitas loucuras de seu filho. Mais radical foi a reação do pai, que cortou toda a relação com o filho, amaldiçoando-o por ter-se tornado católico, o deserdou.

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A ordem dos verdadeiros judeus
Rompida a comunicação com seu pai, pelo contrário teve sempre uma boa relação com sua mãe, seu irmão Luís, e sua irmã, que, antes de professar como Carmelita, e tentando suavizar um pouco o fato de ter entrado no Carmelo Descalço, escreve a eles: “O que tanto temiam não vai acontecer. Não, não me verão em Paris com batina de sacerdote; nem me verão como missionário, mesmo sendo coisa excelente. Eu escolhi outro destino. Vou tomar como patrimônio a solidão, o retiro, o silêncio, a vida oculta e ignorada, uma vida de abnegação. Em uma palavra, me encontro no noviciado de ma Ordem religiosa famosa na história por suas austeridades, suas penitências e seu amor a Deus. Esta Ordem teve sua origem entre os judeus, 930 anos antes de Jesus. O profeta Elias do Antigo Testamento a fundou no monte Carmelo, na Palestina. É uma Ordem de verdadeiros judeus, dos filhos dos profetas que esperavam o Messias, que creram n’Ele quando veio, e que se tem perpetuado até nossos dias, vivendo sempre da mesma maneira, com as mesmas privações do corpo e os mesmos gozos do espírito, como viveram no monte Carmelo na Judeia, há uns 2800 anos. Ainda hoje em dia levam o nome de Ordem do Monte Carmelo…”

No fim de seus dias, e antes de abandonar a França por causa da guerra franco-prussiana, Hermann peregrinou ao santuário de Nossa Senhora de Peyragude, para agradecer à Virgem a graça de ter batizado dez membros de sua família. Desde o momento de sua conversão fez voto de se consagrar à conversão dos judeus, “para que aqueles, que esperavam a vinda do Messias no futuro, foram capazes de reconhecê-lo em Jesus”, e se empenhou por levar à Igreja católica os membros de sua família.

Nossa Senhora de Peyragude
Esta última peregrinação de sua vida, antes de partir ao exílio, foi resposta de agradecimento aquela de maio de 1852, estando como conventual em Agen, quando peregrinava com parte da comunidade de carmelitas, clero e seissentos fiéis de Agen, ao Santuário de Nossa Senhora de Peyragude, onde orou intensamente diante da Virgem, a quem se dirigiu, como filha de Israel pertencente à mesma família sua, pedindo-lhe pela conversão de sua mãe: “Mãe dos céus, por teu divino Filho abandonei uma mãe da terra: me a devolverás um dia? Como antigamente seu filho, ela ainda está sentada à sombra da morte, e espera para o futuro a chegada do Messias. Ignora que para nós já apareceu esta brilhante estrela de Jacó, e que seu brilho irradia sem eclipse desde há dezoito séculos no firmamento da Igreja. Ela não sabe que tu foste a aurora da mesma e que tua suave luz não cessa de guiar os passos dos mais fracos mortais para este Sol de justiça, que Deus enviou para iluminar todas as nações e para glorificar seu povo”.

Sua mãe morreu em 13 de dezembro de 1855, sem abraçar a fé católica. Ao inteirar-se da morte de sua mãe, Hermann, a quem tanto tinha preocupado a salvação dos seus, exclamou: “Deus acaba de descarregar um terrível golpe sobre meu coração. Minha pobre mãe morreu… e eu fico na incerteza! No entanto, tanto roguei que devemos esperar que entre sua alma e Deus tenha ocorrido algo nesses últimos instantes que nós não conhecemos”.

Últimos triunfos
Depois de muitas resistências, e sem que seu marido se inteirasse, Hermann batiza sua irmã, que teve que vencer o medo de perder seu filho se aceitasse a fé católica. O batismo de forma secreta teve lugar na véspera do Sagrado Coração: em 19 de junho de 1852 administrou o batismo e a primeira comunhão. A conversão de sua irmã levará ao catolicismo seu sobrinho Jorge, que batizou em 10 de novembro de 1856 na capela das religiosas do Santíssimo Sacramento da Rua o inferno de Paris. O batismo do sobrinho fez que o pai do menino e a família do padre Herman separassem o pequeno de sua mãe e o levassem a Hamburgo, onde o internaram em um colégio protestante, na expressão do padre Hermann “um pensionato dirigido por herejes”, com a intenção que se esquecesse da fé católica e voltasse ao seio do judaísmo: “Seu filho não voltará a vê-la até que tenha jurado diante de Deus que o educará na religião judia e que não manifestará por nenhum sinal exterior da religião católica que abraçou”.

A perseverança no catolicismo de seu sobrinho Jorge, que conseguiu manter boas relações com seus tios, levará a Alberto, o irmão mais velho de Hermann, a abraçar o catolicismo, recebendo o batismo em Hamburgo em 19 de maio de 1862.

Artigo tirado da página da web dos Carmelitas Descalços da Província de Castela.

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por euvimparaquetodostenhamvida

Descanso, trabalho e liberdade. “João Paulo II em sua Carta dedicada ao Domingo: «A alegria cristã deve caracterizar toda a vida, e não só um dia da semana».

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Descanso, trabalho e liberdade

 

Ocorreu faz quase vinte anos. Em um almoço do Papa João Paulo II com um grupo de bispos, um deles lhe perguntou sobre seu horário de um dia normal no Vaticano; suas mãos brincavam com os talheres, enquanto contava suas atividades desde o amanhecer até esse momento. Avassalador.

E começou a se referir a uma reunião que ia ter pouco depois de almoçar com seus colaboradores mais próximos, quando um dos presentes inquiriu: «Mas, Santo Padre, terá também algum tempo livre!» Nesse momento, o Papa deixou cair a faca que tinha na mão e respondeu de imediato: «Não, não; se tudo isto for livre».

Se uma imagem vale mais que mil palavras, este testemunho nos poupa sem dúvida mil explicações. «Diga-me como é teu ócio, e te direi quem é»: assim poderíamos enunciar hoje, sem temor de equivocar-nos, o famoso ditado de ‘Diga-me com quem andas… E foi que, para conhecer realmente alguém, veja como trabalha, interessa comprovar como emprega seu tempo livre, se bem que tal qualificativo requer ter em conta o altamente edificante comentário de João Paulo II.

O que significa livre, aplicado ao descanso? Que no tempo de trabalho somos escravos? Por desgraça, é esta uma experiência geral, e cabe então perguntar se se pode ser livre algumas horas ou alguns dias, quando não há liberdade o resto das horas e dos dias. Se é livre em todo momento, ou não se é livre em absoluto, por muito que se pretenda sê-lo.

É bastante habitual em nossa sociedade pós-moderna, a da cultura do nada, que a ilusão pela chegada das férias, paradigma do espelhismo (Atitude que faz com que uma pessoa ou instituição observe e atue a partir dos conceitos que tem de si mesmo) da liberdade hoje em uso, seja diretamente proporcional à desilusão do regresso das mesmas, e inclusive de muito antes!

Por tua palavra, viverei na claridade. Óleo de Isabel Guerra

 

Se fala do ‘carpe diem’ (Carpe diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento) como distintivo da cultura atual, a do desfrute do momento, que praticamente se acaba apenas alcançado, e não há, portanto, capacidade de olhar o futuro com a mínima esperança, porque no presente nada verdadeiro se constrói, tudo escapa dentre as mãos, se nos desligamos da Verdade de onde viemos e que nos descobre quem somos. Neste contexto, o ócio, o descanso, as férias não podem ser mais que uma caricatura de liberdade.

Esta só é tal, no ócio como na atividade, enraizada na verdade do homem, do mundo e, em definitivo, de Deus. «O engano maior, a maior fonte de infelicidade – dizia João Pablo II aos jovens, em Toronto- é o espelhismo de encontrar a vida prescindindo de Deus».

Se não queremos viver no engano de um descanso que, em lugar de confortar, esgota ainda mais a vida, haveremos de recuperar essa vinculação radical com a verdade que nos faz livres, no descanso como no trabalho. «A felicidade -são palavras também do Papa, neste caso para as famílias, no Rio de Janeiro- não se consegue pelo caminho da liberdade sem a verdade, porque se trata do caminho do egoísmo irresponsável, que divide e corrói a família e a sociedade».

O esgotamento da felicidade no ócio do homem contemporâneo delata sua falsidade, e evidencia assim a inconsistência de sua atividade. Por isso no modo de usar o chamado tempo livre é como se conhece, sem lugar a dúvidas, quem é cada qual: basta um só dia das férias vazias de alguém, para ver cair por terra a aparente eficácia e até a luminosidade de seu trabalho.

E basta fixar-se em um só dia de ócio de uma pessoa que o vive com um gozo verdadeiro, para compreender que seu trabalho, e sua vida inteira, estão cheias de sentido e de valor. É porque a alegria que brota da verdade, a autêntica liberdade que não está em dar vazão ao egoísmo que esgota e asfixia, mas em viver a gozosa responsabilidade de ser nada menos que filhos de Deus, irmãos uns dos outros e com um destino eterno, traspassa a vida inteira, todas as horas e todos os dias, no trabalho e no descanso, durante o curso como nas férias.

Disse-o João Paulo II em sua Carta dedicada ao Domingo: «A alegria cristã deve caracterizar toda a vida, e não só um dia da semana».

 

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por euvimparaquetodostenhamvida

«O desejo das colinas eternas»: belo filme-testemunho de 3 pessoas que deixaram a vida gay.

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Dois homens, um deles célebre modelo, e uma mulher

«O desejo das colinas eternas»: belo filme-testemunho de 3 pessoas que deixaram a vida gay

«El deseo de los collados eternos»: bella película-testimonio de 3 personas que dejaron la vida gay

Da esquerda para a direita: Dan, Rilene e Paul.

C.L. / ReL – 29 julho 2014 – religionenlibertad.com

Entre 17 e 20 de julho teve lugar na Filadélfia (Estados Unidos) o encontro anual de Courage [Coragem], apostolado católico para pessoas com atração pelo mesmo sexo, sob a presidência do arcebispo Dom Charles J. Chaput.

Durante o evento foi apresentado o documentário ‘Desire of the Everlasting Hills’ [O desejo das colinas eternas], em alusão à expressão que simboliza habitualmente o amor de Deus na devoção ao Sagrado Coração de Jesus, tomada das bênçãos de Jacó nas Sagradas Escrituras (Gn 49, 26).

O filme apresenta com grande beleza formal o testemunho de três pessoas, dois homens (Dan e Paul) e uma mulher (Rilene), que compartilham com o espectador o drama de sua vida homossexual, o sentido de sua luta pela castidade e a paz alcançada pela entrega a Deus no seio da Igreja.

“É impossível ver este importante documentário sem lágrimas, mas não são lágrimas tristes, mas lágrimas felizes, lágrimas que vêm de um movimento alegre do espírito. São pessoas profundamente feridas pelas decisões que tomaram e que combateram para alcançar uma paz profunda”, comenta Austin Ruse, presidente do Instituto Católico pela Família e os Direitos Humanos, na Crise Magazine.

Dan: duas formas de passar diante da catedral
Dan sentia-se atraído pelos homens, mas inicialmente lhe repelia a relação sexual com eles. Após sua primeira experiencia desagradável, lhe invadiram a depressão e a vergonha: O que fiz?”, se perguntava. Nunca pensou em se suicidar, mas teria as boas vindas à morte.

Orou fervorosamente para que sua atração pelo mesmo sexo desaparecesse, e como isso não aconteceu, deu as costas a Deus. Acreditava n’Ele mas O odiava, O queria morto porque prometia coisas que não cumpria. Cada vez que passava diante da catedral de sua cidade, lhe dirigia um gesto obsceno. Focou-se na vida gay.

Só teve um “namorado” real, e durante um tempo foi feliz. Mas ele queria formar uma família e ter filhos. Quando estava a ponto de contar para sua família que vivia com um homem, se enamorou de uma companheira de trabalho.

Em seu testemunho, Dan explica que durante o ano que esteve com ela voltou a sentir que Deus o amava. E por isso, quando romperam e sentiu a tentação de buscar de novo relações homossexuais, a venceu, convencido de que esse não era o caminho para sua paz interior. E cita C.S. Lewis para afirmar que, diante do sofrimento, a criança busca a segurança, mas o homem busca o significado. A “segurança” era dar as costas a Deus… e também a pornografia e os encontros pela internet. Mas desta vez Dan escolheu o significado.

Agora contempla toda sua vida como uma busca para compreender a si mesmo e encontrar a consolação nos mandamentos da Lei de Deus. Já não levanta o dedo ao passar junto da catedral, que vê como um sinal de beleza e um porto onde refugiar-se. “Fomos criados para algo melhor que para ceder. Toda minha vida estive cedendo. Já não quero ceder mais, mesmo que isso signifique uma vida como solteiro”, explica Dan.

Paul: até que Madre Angélica se converteu em seu segredo
Se o caso de Dan é o de um drama interior vivido em uma cidade pequena, o de Paul é o de um modelo internacional na agitada Nova York dos anos 70, após se iniciar na vida gay aos 15 anos nas praias de Miami.

Naqueles dias “Manhattan era como um reino de fantasia: se fosse bonito, estava no céu”. Boa parte de seu tempo passava se relacionando com homens. Seu apetite sexual era insaciável, “frenético”: teve “dezenas, e depois centenas e inclusive milhares de pares, ficando insensível para o que significa ser corpo e alma com alguém”. Um de seus amantes esteve entre as primeiras novecentas pessoas a quem se diagnosticou a AIDS: “90% de meus amigos pegaram a doença e morreram”.

Ele não se preocupava com a AIDS, porque assumia que, após tantas milhares de relações, estava infectado. Nem sequer fez o exame. De fato, se mudou para São Francisco para não morrer em Nova York. Mas quando descobriu o AZT, primeiro fármaco eficaz contra o HIV, quis fazer o exame.

E então, quando se dirigia ao laboratório com esse objetivo, sua vida começou a mudar: “Recordo claramente que estava conduzindo pela Dolores Avenue sentido-me sentenciado, quando um raio de sol atravessou a capota do carro e me senti em paz e harmonia. Então escutei uma voz do centro de meu ser que me dizia: tu não tens aids porque tens muito que fazer para compensar como tens vivido”. Quando o médico confirmou que não estava doente, “foi a sensação mais maravilhosa do mundo”.

Foi quando conheceu Madre Angélica. Uma manhã bem cedo, zapeando na televisão depois de uma noite de sexo descontrolado, se encontrou “com uma imagem muito extranha”. Chamou seu par e mostrou a tela: ambos riram da religiosa, que naquela época usando um tapa-olho e sinais evidentes de um acidente vascular cerebral. Caçoaram dela chamando-a de “a freira pirata”.

No entanto, seu “namorado”, ao sair do quarto, disse algo que a Paul pareceu “inteligente, real e honesto”: “Deus criou a ti e a mim para sermos felizes nesta vida e na próxima. Ele cuida de ti. Ele vê cada um de teus movimentos. Não conhecesninguém que possa fazer isso”.

A partir daquele dia, a Madre Angélica se converteu no segredo escondido de Paul. Mudava de canal quando seu amigo entrava no quarto, mas quando saía voltava a sintonizar a EWTN. Começou a ir à igreja procurando que ninguém o visse para não perder amigos nem clientes. E acabou indo se confessar: “Confessei meus pecados contra os Dez Mandamentos”.

E agora recorda quando, rodeado de pessoas bonitas e famosas, contemplava a espetacular linha do horizonte [skyline] de Nova York e se sentia feliz e eufórico: “Essa felicidade e essa euforia, que me teria durado toda a vida, empalidece diante da que sinto ao tomar o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor na missa”.

Rilene: 35 anos depois, umas belas palavras
Rilene manteve, após um início imprevisto, uma relação lésbica durante 25 anos: “Encontrei-a durante uma festa. Tinha uma garota, e por uma série de circunstâncias prestou atenção em mim. Reconheceu algo em mim que eu não reconhecia em mim mesma”.

Começaram uma relação que para isso começou sendo satisfatória: “Ela me queria e eu precisava que me quisessem”. Começaram a conviver, e para Rilene chegou também o sucesso nos negócios. Vivia afastada de Deus, e pensar na Igreja lhe produzia “um riso histérico”: “Tudo isso de Igreja era para gente débil, gente incapaz de relacionar-se, gente pobre e enferma que não sabe manejar suas vidas”.

No entanto, com o passar dos anos começou a sentir que a relação com sua parceira não preenchia seu vazio interior. Faltava algo, um algo que podia fazê-la totalmente feliz. A sensação de controlar sua vida e dirigi-la à vontade triunfando em tudo começava a revelar-se falsa. Começou a compreender que existem coisas que escapam de nosso controle, mas para uma pessoa em sua posição reconhecer isso exigia humildade e coragem. Rilene teve ambas as coisas, até compreender que a liberdade implica responsabilidade, isto é, assumir as consequências de nossos atos. Fez-se perguntas do estilo “Como sei que estou dirigindo bem a minha vida? Qual critério me permite chegar a uma conclusão a respeito? Tem a minha vida um propósito? O que significa estar satisfeito e em paz?”.

E descobriu que onde encontrava resposta a essas interrogações era nessa Igreja que antes caçoava, e entre esses cristãos objeto de sua zombaria. Mergulhou em um processo de depressão, começou a sair dele quando voltou aos templos que não vinha frequentado há anos, também por conselho de seu terapeuta. Ia à missa: “Nada havia mudado, eu conhecia as respostas e as orações”. Ao chegar o momento da comunhão, seu desejo mais profundo era comungar: “Eu sabia que não estava em estado de graça e não o fiz. Mas foi o desejo mais forte de algo que tinha tido em minha vida”.

Na semana seguinte foi se confessar. Era 4 de julho (Dia da Independência), então não havia ninguém: “Graças a Deus! Fui me ajoelhar e disse essas palavras realmente tão belas: ´Abençoa-me, padre, porque pequei´. Tinham passado 35 anos desde minha última confissão”. Estive 45 minutos no confessionário, experimentando “um envolvente sentimento de gratidão”: “Nunca esquecerei. Agora estou salvo. E estou em casa”.

Clique aqui para ver o filme completo (em inglês). Abaixo te oferecemos o trailer.

colinas eternas

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por euvimparaquetodostenhamvida

O lugar de Deus: “Se alguém se atrevesse a dizer a um pai que tem que amar mais ele do que ama seu filho, ou se se atrevesse a dizer a qualquer pessoa que tem que amar ele mais que a nossa própria vida, pensaríamos que está louco ou que tem uma soberba infinita.

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O lugar de Deus

pai e filha1

Pe. Santiago Martin – 29 junho 2014-religionenlibertad.com

“Aquele que ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim; e aquele que ama seu filho ou sua filha mais que a mim, não é digno de mim; e quem não toma sua cruz e me segue, não é digno de mim. Quem quer encontrar sua vida, a perderá equem perder sua vida por causa de mim, a encontrará.” (Mt 10, 37-39)

Se alguém se atrevesse a dizer a um pai que tem que amar mais ele do que ama seu filho, ou se se atrevesse a dizer a qualquer pessoa que tem que amar ele mais que a nossa própria vida, pensaríamos que está louco ou que tem uma soberba infinita. Ninguém pode pedir semelhante entrega. Ninguém, exceto uma pessoa: Deus. Ele sim tem direito de estar em primeiro lugar do nssoo coração, de nossa vida, de nossssos interesses. Tem esse direito por ser Deus, por ser noo Criador, por ser nosso Redentor.

Por isso, esta semana tentaremos viver este fragmento do Evangelho de São Mateus fazendo um exame de consciência para ver em que lugar real está Deus dentro de nossa escala de valores. É antes o trabalho ou Deus? É antes a diversão ou Deus?

Para isso será útil que nos fixemos no tempo que dedicamos a cada coisa. É natural que dediquemos mais tempo para trabalhar do que rezar, mas não tanto que não reste nada para o segundo.

E o mesmo acontece com o descanso. O valor que damos às coisas –e às pessoas- se mede pelo tempo que passamos com elas. O tempo que dedicamos a Deus nos dá a medida da importância que para nós tem Deus. E depois virá o resto: agir conforme nossa consciência, mesmo que isso nos gere algum problema.

Mas, não esqueçamos, por Deus em primeiro lugar da vida, que é o que lhe corresponde, não significa esquecer ou desprezar o resto; significa que, por amor a Deus, vamos também a amar a eles, inclusive quando não nos apeteça.

Santiago Martin, consultas@frmaria.org, é autor, editor e responsável pelo Blog Palabaras para vivir, alojado no espaço da web de http://www.religionenlibertad.com
Para saber mais na web: http://www.frmaria.org

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señor

por euvimparaquetodostenhamvida

9 histórias insólitas de João Paulo II: de sua vocação de piloto, ao dia que disse «auau, auau»

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Cenas reveladoras da vida do Santo Papa

9 anécdotas insólitas de Juan Pablo II: de su vocación de piloto, al día que dijo «guau, guau»

9 histórias insólitas de João Paulo II: de sua vocação de piloto, ao dia que disse «auau, auau»

João Paulo II não chegou a ser piloto, como queria em criança, mas voou milhares de horas e viajou por todo o mundo

D.C./ReL – 20 junho 2014 – religionenlibertad.com

Talvez as histórias mais desconhecidas de João Paulo II sejam aquelas que tiveram lugar na Polônia referentes aos anos em que Karol Wojtyla era criança, jovem, sacerdote, bispo e por último sendo Papa nas viagens que fez ao seu país.

Um total de 30 histórias se recolheram no livro “Dois Papas santos. João XXIII- João Paulo II” que, pelo motivo da canonização de ambos Romanos Pontífices, Edições Palavra pôs à venda.

1. Não queria ser Papa, mas piloto
A mãe de Karol Wojtyła, Emília, repetia para suas vizinhas que seu pequeno Lolek -diminutivo com que chamava seu filho- ia ser um grande homem.

Em 1927, pouco tempo depois do piloto americano Charles Lindbergh cruzar o Atlântico com seu aeroplano, perguntaram ao pequeno Karol Wojtyła:

– O que você quer ser quando crescer?
– Serei piloto -respondeu decididamente Lolek
– E por que não sacerdote?
– Porque um polonês pode chegar a ser um segundo Lindbergh mas não pode chegar a ser papa.

O pequeno Karol, Lolek para os amigos, no dia de sua Primeira Comunhão

2. “Pois se não ouves, te inclinas”
Sendo bispo auxiliar em princípios dos anos sessenta, durante uma das visitas pastorais a um bairro da diocese de Cracóvia, um menino lhe saudou fazendo um pequeno discurso de boas vindas, como era costume.

Wojtyła lhe disse que falasse um pouco mais alto pois não lhe ouvia, e o garoto lhe espetou gritando em alta voz:
-Pois se não ouves, te inclinas!

Houve consternação entre os assistentes. Wojtyła se inclinou e escutou com atenção o que dizia e depois durante a homilia comentou:
-Um dos pequenos de vossa comunidade paroquial no princípio de nosso encontro me recordou que devo me inclinar para escutar o que quer me dizer. Sim, eu agora em meu serviço pastoral me inclino diante de vós…

3. Nem todos os poloneses são antisemitas
Na época antes da Segunda Guerra Mundial se respirava na Polônia ares antijudaicos e não eram raros os comportamentos antisemitas.

Na mesma escola de Wadowice, na classe de Karol Wojtyła, onde havia vários judeus, recorda um companheiro dessa classe que ´às vezes lhe tratavam mal´. Mas Wojtyła nunca participava. “Karol, que era o primeiro da Sodalicía de Maria, sempre defendia os judeus e eles o apreciavam de modo particular.”

Ginka Beer, judia, vizinha da família Wojtyła e companheira de Karol no teatro ´amateur´, recorda que “uma das poucas famílias que nunca manifestou nenhum tipo de animosidade racial a nosso respeito eram Lolek e seu pai. Quando nos íamos definitivamente da Polônia para ir a viver na Palestina, pois o drama já se aproximava dos judeus, fui para me despedir de Lolek e de seu pai”.

“Ao senhor Wojtyła, quando em resposta a sua pergunta que lhe esclareceu as razões de nossa ida à Polônia, lhe afetou muito os motivos de nossa partida. Repetia continuamente: ´Nem todos os poloneses são antisemitas. Sabe bem que eu não sou´. Falamos com sinceridade e lhe disse que não tinha muitos poloneses como ele. Minhas palavras lhe entristeceram e a Lolek ainda mais que seu pai. Disse-lhe um ´adeus´ o mais cordialmente que pude mas ele estava tão deprimido que não encontrou palavras para me responder. Estendi-lhe a mão para me despedir e saí”.

Quase cincoenta anos mais tarde em 1985 Ginka pôde se encontrar com seu antigo companheiro Lolek. João Paulo II a convidou ao Vaticano e falaram longamente de seus amigos comuns, os dois se emocionaram tanto que não puderam evitar as lágrimas. Na viagem a Terra Santa no ano 2000 Ginka estava já muito doente mas sua filha pôde se encontrar com João Pablo II em Yad Vashen.

4. Deixou-se copiar em um exame
Os testemunhos daqueles anos repetem que Karol era um bom companheiro, mesmo ´não sendo partidário de soprar nos exames, era no entanto tolerante com os companheiros que copiavam dele´.

Quando chegou o dia do exame de madureza, seu companheiro Jorge Kluger se sentou detrás de Wojtyła, mesmo sabendo perfeitamente que Karol não tinha costume de soprar nem de dar cola. Por que ocupou esse lugar?

Teve uma intuição. Era o exame de latim e tinha que traduzir para o polonês uma ode de Horácio. Kluger não conseguia traduzir. Mordia o lápis, olhava o teto e o tempo passava. Até que no final, como se fosse sua última tábua de salvação, começou a olhar as costas de seu companheiro, pedindo em silêncio ajuda.

De repente…, Karol lentamente se pôs de lado, deixando ver a folha com sua traducção. Depois do exame Jorge Kugler, agradeceu ao seu amigo a ajuda e Karol respondeu com um sorriso.

5. Umas botas de inverno
Tempo de guerra. Karol trabalhava no canteiro Zakrzówka onde escutou as palavras do trabalhador Franciszek Łabus: ´Karol deveria ser sacerdote, canta bem e tem uma voz tão agradável que faria bem a todos…´

A vocação sacerdotal de Wojtyła a descobriu nos horrores do ultrage da vida na Guerra Mundial.

Depois trabalhou na fábrica Solvay e entrou no Seminário clandestino. Trabalhou, estudou, ajudou a todos.

O jovem Karol Wojtyla operário,no centro da foto

Em outubre de 1945 o seminarista Wojtyła caminha pelas ruas de Cracóvia com outro estudante. Aproxima-se uma mulher, simples e pobre dizendo-lhe:

– Você lembra de meu marido, o trabalhador que fumava sem parar na fábrica Solvay?
-Claro que me lembro. Como está seu filho?
-Muito bem. Até o fim de minha vida ficarei agradecida. Rogo que aceite isto.

A mulher entregou umas botas de inverno novas. Nos dias do nascimento de seu filho, Karol não poucas vezes e de modo voluntário trabalhou nos turnos da noite, substituindo o marido dessa mulher para que pudesse atender a família.

Alguns dias depois Karol entregou essas botas para outra pessoa e seguiu usando seus velhos e surrados sapatos.

6. O Everest e o Papado
No dia 16 de outubro de 1978 às 13.45 a alpinista polonesa Wanda Rutkiewicz coroa o monte Everest (8848 metros). Até a data nenhum alpinista polonês tinha conquistado esse feito, ela foi também a primeira mulher europeia que conseguiu. Nesse mesmo dia o cardeal de Cracóvia foi eleito Pontífice da Igreja Católica.

Uns meses depois, em 10 de junho de 1979, Wanda se encuentrou com o Papa em Cracóvia durante sua primeira peregrinação à Polônia e lhe entregou uma pedra comemorativa desse evento. João Paulo II comentou:

-O bom Deus quis que nesse mesmo dia nós dois subíssemos tão alto.

7. Uma bênção passada pela água
Em 15 de maio de 1977 depois de muitas dificuldades e de um longo tempo de espera para as permissões para construção, teve lugar a esperada consagração do primeiro templo em Nowa Huta, a nova cidade industrial fora de Cracóvia, pensada pelas autoridades comunistas como uma cidade em que não havia lugar nem para Deus nem para seus templos.

O Cardeal Wojtyła a consagra num tempo que caia uma chuva torrencial e persistente sobre os vinte mil fiéis congregados, muitos fora do templo. Na despedida lhes felicitou dando-lhe ânimos com estas palavras:

-A consagração de um templo é como o batismo, e onde há batismo tem que ter água.

 

Karol Wojtyla, bispo, visita as obras da igreja
Arka Pana (Arca do Senhor) em 1967 em Nowa Hutta,
cidade de desenho comunista, sem lugar para Deus;
até 1977 não se poderá abençoar… sob a chuva

8. Auau, Auau!
Um dos prelados do Vaticano começou a estudar polonês. Quis fazer rápidos avanços em pouco tempo e quando se encontrou com sua santidade quis dizer uma frase nesse idioma, Jak się czuje Papież? (Como se encontra, Santidade?) porém falhou na pronuncia e disse Jak się czuje piesek? (“Como se encontra, cãozinho?”) O Papa o olhou estranhando e lhe respondeu vivamente: “Auau, auau!”

9. Duas horas rezando… que adiem o programa
Sexta viagem apostólica à Polônia – 10.6.1997 – A visita tem como centro a assistência ao Congresso Internacional Eucarístico na cidade de Wrocław, sob o título ´Eucaristia e liberdade´. Em 9 de junho, dia do apertado programa, o Papa quis começar celebrando a Santa Missa na capela de São Leonardo, na Catedral de Wawel, onde em 2 de novembro de 1946 celebrou sua primeira missa, dentro dos 50 anos de jubileu sacerdotal. Ao acabar permaneceu em ação de graças.

Quando tinha passado 15 minutos o avisaram, mas não se moveu. Passou meia hora, uma hora…, duas horas de ação de graças! Todo o programa aetrasou duas horas. O secretário do cardeal Macharski comentou:

– E depois nós sacerdotes dizemos, que não temos tempo para a oração de ação de graças!

FICHA TÉCNICA COMPRA ONLINE

Título: Dos Papas santos. Juan XXIII-Juan Pablo II Ocio Hispano

Autor: Darío Chimeno y José María Navalpotro

Editorial: Palabra

Páginas: 144 páginas

Precio 14,50 €

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