9 histórias insólitas de João Paulo II: de sua vocação de piloto, ao dia que disse «auau, auau»

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Cenas reveladoras da vida do Santo Papa

9 anécdotas insólitas de Juan Pablo II: de su vocación de piloto, al día que dijo «guau, guau»

9 histórias insólitas de João Paulo II: de sua vocação de piloto, ao dia que disse «auau, auau»

João Paulo II não chegou a ser piloto, como queria em criança, mas voou milhares de horas e viajou por todo o mundo

D.C./ReL – 20 junho 2014 – religionenlibertad.com

Talvez as histórias mais desconhecidas de João Paulo II sejam aquelas que tiveram lugar na Polônia referentes aos anos em que Karol Wojtyla era criança, jovem, sacerdote, bispo e por último sendo Papa nas viagens que fez ao seu país.

Um total de 30 histórias se recolheram no livro “Dois Papas santos. João XXIII- João Paulo II” que, pelo motivo da canonização de ambos Romanos Pontífices, Edições Palavra pôs à venda.

1. Não queria ser Papa, mas piloto
A mãe de Karol Wojtyła, Emília, repetia para suas vizinhas que seu pequeno Lolek -diminutivo com que chamava seu filho- ia ser um grande homem.

Em 1927, pouco tempo depois do piloto americano Charles Lindbergh cruzar o Atlântico com seu aeroplano, perguntaram ao pequeno Karol Wojtyła:

– O que você quer ser quando crescer?
– Serei piloto -respondeu decididamente Lolek
– E por que não sacerdote?
– Porque um polonês pode chegar a ser um segundo Lindbergh mas não pode chegar a ser papa.

O pequeno Karol, Lolek para os amigos, no dia de sua Primeira Comunhão

2. “Pois se não ouves, te inclinas”
Sendo bispo auxiliar em princípios dos anos sessenta, durante uma das visitas pastorais a um bairro da diocese de Cracóvia, um menino lhe saudou fazendo um pequeno discurso de boas vindas, como era costume.

Wojtyła lhe disse que falasse um pouco mais alto pois não lhe ouvia, e o garoto lhe espetou gritando em alta voz:
-Pois se não ouves, te inclinas!

Houve consternação entre os assistentes. Wojtyła se inclinou e escutou com atenção o que dizia e depois durante a homilia comentou:
-Um dos pequenos de vossa comunidade paroquial no princípio de nosso encontro me recordou que devo me inclinar para escutar o que quer me dizer. Sim, eu agora em meu serviço pastoral me inclino diante de vós…

3. Nem todos os poloneses são antisemitas
Na época antes da Segunda Guerra Mundial se respirava na Polônia ares antijudaicos e não eram raros os comportamentos antisemitas.

Na mesma escola de Wadowice, na classe de Karol Wojtyła, onde havia vários judeus, recorda um companheiro dessa classe que ´às vezes lhe tratavam mal´. Mas Wojtyła nunca participava. “Karol, que era o primeiro da Sodalicía de Maria, sempre defendia os judeus e eles o apreciavam de modo particular.”

Ginka Beer, judia, vizinha da família Wojtyła e companheira de Karol no teatro ´amateur´, recorda que “uma das poucas famílias que nunca manifestou nenhum tipo de animosidade racial a nosso respeito eram Lolek e seu pai. Quando nos íamos definitivamente da Polônia para ir a viver na Palestina, pois o drama já se aproximava dos judeus, fui para me despedir de Lolek e de seu pai”.

“Ao senhor Wojtyła, quando em resposta a sua pergunta que lhe esclareceu as razões de nossa ida à Polônia, lhe afetou muito os motivos de nossa partida. Repetia continuamente: ´Nem todos os poloneses são antisemitas. Sabe bem que eu não sou´. Falamos com sinceridade e lhe disse que não tinha muitos poloneses como ele. Minhas palavras lhe entristeceram e a Lolek ainda mais que seu pai. Disse-lhe um ´adeus´ o mais cordialmente que pude mas ele estava tão deprimido que não encontrou palavras para me responder. Estendi-lhe a mão para me despedir e saí”.

Quase cincoenta anos mais tarde em 1985 Ginka pôde se encontrar com seu antigo companheiro Lolek. João Paulo II a convidou ao Vaticano e falaram longamente de seus amigos comuns, os dois se emocionaram tanto que não puderam evitar as lágrimas. Na viagem a Terra Santa no ano 2000 Ginka estava já muito doente mas sua filha pôde se encontrar com João Pablo II em Yad Vashen.

4. Deixou-se copiar em um exame
Os testemunhos daqueles anos repetem que Karol era um bom companheiro, mesmo ´não sendo partidário de soprar nos exames, era no entanto tolerante com os companheiros que copiavam dele´.

Quando chegou o dia do exame de madureza, seu companheiro Jorge Kluger se sentou detrás de Wojtyła, mesmo sabendo perfeitamente que Karol não tinha costume de soprar nem de dar cola. Por que ocupou esse lugar?

Teve uma intuição. Era o exame de latim e tinha que traduzir para o polonês uma ode de Horácio. Kluger não conseguia traduzir. Mordia o lápis, olhava o teto e o tempo passava. Até que no final, como se fosse sua última tábua de salvação, começou a olhar as costas de seu companheiro, pedindo em silêncio ajuda.

De repente…, Karol lentamente se pôs de lado, deixando ver a folha com sua traducção. Depois do exame Jorge Kugler, agradeceu ao seu amigo a ajuda e Karol respondeu com um sorriso.

5. Umas botas de inverno
Tempo de guerra. Karol trabalhava no canteiro Zakrzówka onde escutou as palavras do trabalhador Franciszek Łabus: ´Karol deveria ser sacerdote, canta bem e tem uma voz tão agradável que faria bem a todos…´

A vocação sacerdotal de Wojtyła a descobriu nos horrores do ultrage da vida na Guerra Mundial.

Depois trabalhou na fábrica Solvay e entrou no Seminário clandestino. Trabalhou, estudou, ajudou a todos.

O jovem Karol Wojtyla operário,no centro da foto

Em outubre de 1945 o seminarista Wojtyła caminha pelas ruas de Cracóvia com outro estudante. Aproxima-se uma mulher, simples e pobre dizendo-lhe:

– Você lembra de meu marido, o trabalhador que fumava sem parar na fábrica Solvay?
-Claro que me lembro. Como está seu filho?
-Muito bem. Até o fim de minha vida ficarei agradecida. Rogo que aceite isto.

A mulher entregou umas botas de inverno novas. Nos dias do nascimento de seu filho, Karol não poucas vezes e de modo voluntário trabalhou nos turnos da noite, substituindo o marido dessa mulher para que pudesse atender a família.

Alguns dias depois Karol entregou essas botas para outra pessoa e seguiu usando seus velhos e surrados sapatos.

6. O Everest e o Papado
No dia 16 de outubro de 1978 às 13.45 a alpinista polonesa Wanda Rutkiewicz coroa o monte Everest (8848 metros). Até a data nenhum alpinista polonês tinha conquistado esse feito, ela foi também a primeira mulher europeia que conseguiu. Nesse mesmo dia o cardeal de Cracóvia foi eleito Pontífice da Igreja Católica.

Uns meses depois, em 10 de junho de 1979, Wanda se encuentrou com o Papa em Cracóvia durante sua primeira peregrinação à Polônia e lhe entregou uma pedra comemorativa desse evento. João Paulo II comentou:

-O bom Deus quis que nesse mesmo dia nós dois subíssemos tão alto.

7. Uma bênção passada pela água
Em 15 de maio de 1977 depois de muitas dificuldades e de um longo tempo de espera para as permissões para construção, teve lugar a esperada consagração do primeiro templo em Nowa Huta, a nova cidade industrial fora de Cracóvia, pensada pelas autoridades comunistas como uma cidade em que não havia lugar nem para Deus nem para seus templos.

O Cardeal Wojtyła a consagra num tempo que caia uma chuva torrencial e persistente sobre os vinte mil fiéis congregados, muitos fora do templo. Na despedida lhes felicitou dando-lhe ânimos com estas palavras:

-A consagração de um templo é como o batismo, e onde há batismo tem que ter água.

 

Karol Wojtyla, bispo, visita as obras da igreja
Arka Pana (Arca do Senhor) em 1967 em Nowa Hutta,
cidade de desenho comunista, sem lugar para Deus;
até 1977 não se poderá abençoar… sob a chuva

8. Auau, Auau!
Um dos prelados do Vaticano começou a estudar polonês. Quis fazer rápidos avanços em pouco tempo e quando se encontrou com sua santidade quis dizer uma frase nesse idioma, Jak się czuje Papież? (Como se encontra, Santidade?) porém falhou na pronuncia e disse Jak się czuje piesek? (“Como se encontra, cãozinho?”) O Papa o olhou estranhando e lhe respondeu vivamente: “Auau, auau!”

9. Duas horas rezando… que adiem o programa
Sexta viagem apostólica à Polônia – 10.6.1997 – A visita tem como centro a assistência ao Congresso Internacional Eucarístico na cidade de Wrocław, sob o título ´Eucaristia e liberdade´. Em 9 de junho, dia do apertado programa, o Papa quis começar celebrando a Santa Missa na capela de São Leonardo, na Catedral de Wawel, onde em 2 de novembro de 1946 celebrou sua primeira missa, dentro dos 50 anos de jubileu sacerdotal. Ao acabar permaneceu em ação de graças.

Quando tinha passado 15 minutos o avisaram, mas não se moveu. Passou meia hora, uma hora…, duas horas de ação de graças! Todo o programa aetrasou duas horas. O secretário do cardeal Macharski comentou:

– E depois nós sacerdotes dizemos, que não temos tempo para a oração de ação de graças!

FICHA TÉCNICA COMPRA ONLINE

Título: Dos Papas santos. Juan XXIII-Juan Pablo II Ocio Hispano

Autor: Darío Chimeno y José María Navalpotro

Editorial: Palabra

Páginas: 144 páginas

Precio 14,50 €

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Já é beata a Madre Esperança, espanhola que o demônio atacava com golpes e lançando-lhe objetos.

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Morreu em 1983, fundou a família do Amor Misericordioso
Já é beata a Madre Esperança, espanhola que o demônio atacava com golpes e lançando-lhe objetos

Ya es beata Madre Esperanza, española a la que el demonio atacaba con golpes y arrojándole objetos

Madre Esperança, já anciã, entre panelas e fogões

Aciprensa – 5 junho 2014 – religionenlibertad.com

No imponente Santuário do Amor Misericordioso em Collevalenza, Todi (Itália), o Prefeito da Congregação para as causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, presidiu a cerimônia de beatificação da religiosa espanhola, Madre Esperança de Jesus, fundadora das congregações das Escravas e Filhos do Amor Misericordioso (www.amormisericordioso.org).

No sábado 31 de maio, milhares de pessoas foram ao Santuário que a Madre Esperança construiu confiando na Divina Providência e obedecendo a vontade de Deus, depois que lhe inspirasse encontrar água na colina onde se sabia que não havia. A religiosa cavou um poço de 122 metros de profundidade onde brotou água e o Senhor Jesus lhe disse: “esta é a água de minha misericórdia”.

Ali construiu piscinas para que os enfermos possam banhar-se pedindo a cura tanto física como a da alma. Também há uma fonte onde podem tomar a água. Perto das piscinas e da fonte se lê uma expressão da religiosa: “Usa esta água com fe e amor, é certo que te servirá de refrigério para o corpo e de saúde para a alma”.

Como mostra o L’Osservatore Romano, na homilia da Missa de beatificação, o Cardeal Amato recordou que a Madre Esperança expressou em várias ocasiões que “a santidade consiste em viver em Jesus” e querer santificar-se “custe o que custar”.

Explicou também que a Beata buscava “cumprir a vontade de Deus, confiar em sua Providência e amar o Crucificado, símbolo do amor misericordioso”.

[Pode-se ver a cerimônia de beatificação de 2 horas, transmitida em espanhol no YouTube pelo Popular TV Murcia AQUI]

A Madre Esperança tinha uma “fé ilimitada” com a qual “atravessou as escuras galerias do mal, da incompreensão e da humilhação, saindo purificada e fortalecida em seus propósitos”, indicou o Purpurado.

O Papa Francisco em sua carta apostólica por ocasião da beatificação destacou três méritos da Beata, como o de ser fundadora de duas congregações de vida consagrada, e ser “testemunha da mansidão de Deus sobretudo para os pobres” e o terceiro mérito foi ser “promotora da santidade do clero diocesano”.

A Madre Esperança tinha experiências místicas e também em várias oportunidades sofria ataques do demônio a quem ela chamava “o tinhoso”, que incomodado por seus frutos espirituais lutava com a religiosa, a golpeava, lhe dava empurrões. Em uma ocasião lhe lançou uma garrafa térmica com água quente e em outra um livro em chamas.

O Beato João Paulo II, no mesmo ano que publicou sua Encíclica “Dives in Misericordia”, visitou o Santuário em 22 de novembro de 1981, em sua primeira visita fora do Vaticano depois do atentado que sofreu em 13 de Maio, para dar graças ao Amor Misericordioso: “Viemos em visita a este santuário porque na misericórdia de Deus somos devedores de nossa saúde”.

A Madre Esperança nasceu em Vereda do Molino, Múrcia (Espanha) em 30 de setembro de 1893, seu primeiro nome foi Maria Josefa Alhama Valera, era a mais velha de nove irmãos de uma humilde família de jornaleiros de El Siscar e viviam em uma pequena casa feita com barro.

Por sua situação de pobreza não recebeu uma educação escolar. Desde muito jovem serviu na casa de um endinheirado comerciante de Santomera, onde seus filhos lhe ensinaram a ler e escrever, a religiosa sempre recordou este gesto e era agradecida por isso.

Para a Madre Esperança, Santa Teresa do Menino Jesus era seu exemplo a seguir e continuava sua mensagem de amor misericordioso. No dia da Santa, 15 de outubre de 1914 na idade de 22 anos ingressou na vida religiosa.

Com o passar dos anos a Madre Esperança foi posta sob observação do Santo Ofício, porque se havia notado nela algumas “coisas sobrenaturais” tratando de determinar se estes fatos provinham de Deus ou não. No final se decidiu dar um voto de confiança porque tinha demonstrado sua dedicação ao Senhor e sua boa vontade.

No Natal de 1930 fundou em Madri a Congregação das Escravas do Amor Misericordioso.

Esteve marcada por muitas enfermidades das quais sarava muitas vezes sem explicação médica, mas em 8 de fevereiro de 1983 na idade de 90 anos faleceu, vítima de outra enfermidade. Seus restos mortais descansam na cripta do Santuário.

A congregação que fundou Madre Esperança se dedica ao ensino, acolhida e acompanhamento de crianças e jovens. Dão ajuda aos enfermos, anciãos, pessoas com habilidades especiais e famílias necessitadas.

A religiosa expressou em uma oportunidade que queria “ser como uma batata que desaparece debaixo da terra para dar vida a novos filhos”. Morreu num 8 de fevereiro de 1983, seus restos descansam na cripta do Santuário.

O milagre para a beatificação foi a cura de um menino alérgico a todo tipo de alimento que os médicos consideravam de caráter incurável. O milagre se produziu depois que o menino bebesse a água da fonte do Santuário de Collevalenza fazendo que seus males desapareçam.

 madre esperança

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Uma bisneta da ‘Pasionaria’, a legendária dirigente do PCE, se faz católica e do Opus Dei.

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Descendente de Dolores Ibarruri

Uma bisneta da ‘Pasionaria’, a legendária dirigente do PCE (Partido Comunista Espanhol), se faz católica e do Opus Dei

A famosa comunista se deu a conhecer por seu virulento anticlericalismo e sua inquebrantável fé no marxismo-leninismo de corte soviético.

ReL – 27 março 2011 – religionenlibertad.com

Una bisnieta de la Pasionaria, la legendaria dirigente del PCE, se hace católica y del Opus Dei

Dolores Ibarruri, mais conhecida como “La Pasionaria”

Chama-se Ana Biriukov, nasceu em Moscou em 1975 e em 1992, com 16 anos, mudou com seus pais para viver em Madri.

Foi educada no comunismo e no ateísmo mais severo. Militou em organizações dos PCUS. Recebeu uma formação soviética. Não foi batizada e nunca leu uma Bíblia. Tudo o que era religioso lhe era alheio, salvo algumas advertências de sua avó Raissa que lhe dizia: “Ana, Deus te vê” ou “Ana, isso que fizestes não agrada a Virgem”.

Explica no ‘El Mundo’ a veterana jornalista Pilar Urbano em uma ampla reportagem intitulada “A bisneta da ‘Pasioneria’ que acabou no Opus Dei”.

Lutadora na Guerra Civil
Algumas pessoas colocarão as mãos na cabeça ao ver as voltas que dá a vida. Dolores Ubarruri, mais conhecida como a ‘Pasionaria’, foi uma legendária dirigente do Partido Comunista da Espanha, temida por sua ferocidade na Guerra Civil, implacável com seus inimigos, em especial com os sacerdotes e, em troca, protetora das freiras em plena contenda, e boa conta disso deu em seu dia a hoje beata Madre Maravillas de Jesus. O nome da ‘Pasionaria’ provocava calafrios no Madri republicano de 36 pelas tremendas e violentas histórias que se contavam dela.

Uma bisneta sua, Ana Biriukov, casada com um espanhol e com seis filhos, dá a fé de sua conversão ao catolicismo e a descoberta de sua vocação ao Opus Dei.

Ovelha negra
Disse que é “a ovelha negra de uma família…vermelha. Na Rússia nem jurei na Bíblia nem cuspi nela. Não tinha Bíblia”.

“Já em Madri, por amor a Nacho (seu marido), comecei a receber catequese. Vou descobrindo o Antigo Testamento, o Evangelho, as riquezas espirituais da Igreja… Sobretudo vou encontrando com uma pessoa: Jesus. É um processo sereno -disse Anna-. Não quero que seja um trâmite para a boda. E mais, não houve boda até três anos depois. Chegou a fé com racionalidade, com sinceridade, com liberdade. E com muita alegria. Bom, digo que ´chegou à fé´, mas não chegou só. Deus me leva. E me batizo”.

E, depois, o Opus Dei
Ana levou seus filhos a dois colégios de Fomento, Aldovea e Aldeafuente, cuja assistência religiosa era encomendada a sacerdotes da Prelatura do Opus Dei.
“Deus se fez ouvir. Não respondi em seguida. Tardei. Aí se produz um espaço, um jogo de esconde-esconde. Mas Deus respeitou minhas dúvidas, meus temores. Até que um dia descobri o talismã com o qual seria capaz de tudo: a graça. E disse: ´Aqui estou, quero ser do Opus´”.

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