Que poucos amigos tem Monsenhor Novell. Como ensinou o Mestre, os verdadeiros amigos de Deus são aqueles que fazem o que Jesus manda.

ReligionenLibertad.com

Así vive un obispo: Xavier Novell abre su casa dos días a TV3 y les habla de sexo y de Jesús
Que poucos amigos tem Monsenhor Novell

Jose Alberto Barrera Marchessi – 23 setembro 2013 – religionenlibertad.com

Observo como uma querida amiga se frustra no Facebook tentando enfeiar o último blog de ‘La Cigoña’ em que põe Mons. Novell todo menos bonito. Daqui digo que não vale a pena, pois como bem diz o ditado latino “contra principia negantem nihil est disputandum”.

‘Contra os que negam os princípios não há nada que discutir’, grande verdade que nos ensinou Pablo Dominguez na sua brilhante afirmação em Lógica na Faculdade de São Dâmaso que nunca esquecerei.

Não se pode entabular diálogo com a má educação, preconceitos e a palavra mordaz de gente que não entende nem entenderá as coordenadas cristãs em que se move um bispo que se por algo destaca é por sua integridade, coragem e serviço ao Evangelho.

Se um bispo diz que a Igreja deveria se preocupar em evangelizar em vez de fazer campanhas políticas alguns o aplaudem e outros protestam… mas não o fazem porque gostem ou detestem o fato de evangelizar, mas porque é proibido o uso de campanhas para um fim político ao que idolatram uns e se opõem outros.

Então os que lhe aplaudiam como católicos fervorosos se põem a duvidar sobre sua capacidade para o episcopado…porque claro, eles sabem mais que o Papa que nomeou o bispo em questão, sobretudo no que afeta o bem da Espanha e o ensinamento que têm que receber os fiéis em questões de consciência.

Vamos, que diga o que diga, leva pauladas de todos lados.

Para qualquer um que goste da história e estiver por cima de slogans e etiquetas ideológicas lhe resultará interessante dar uma olhada na biografia de Monsenhor Tarancon -não precisa ser um fã seu para fazer- que entre outras coisas compartilha com Novell a circunstância de ter começado seu ministério episcopal como o bispo mais jovem de Espanha em Solsona.

Porém não quero entrar em um debate político aqui, precisamente porque há que reconhecer que em política quase tudo é opinável e qualquer um que tenha estudado aos clássicos como Platão e Aristóteles sabe que os regimes, as nações e as formas de governo vem e vão ao longo da história, e goste ou não nossa civilização também passará…a menos que nos chegue a parusia a tempo para que não vejamos o fim da era pós-moderna.

Então vamos ser apocalíticos e escatológicos, porque não. Aqui o que conta é a salvação eterna das pessoas que só chega mediante o anúncio do Evangelho, e como Paulo VI dizia na ‘Evangelii Nuntiandii’: poderemos nós salvar-nos se por negligência […] ou por seguir ideias falsas deixarmos de anunciá-lo?

Que tem um bispo que esteja se destacando por isto, por querer evangelizar a toda custo, e não tem medo de tomar a palavra para falar de que é incômodo para todos, começando por ele mesmo, deveria ser motivo de admiração e respeito da parte dos partidários e dos detratores.

Porém que tenha gente e meios de comunicação católicos cuja vara de medir esteja em função de motivos alheios à urgência do Evangelho é o mais lamentável… e por cima se põem em evidência quando um dia louvam o bispo em questão e no dia seguinte o põem para cair de um burro quando tocam a mola que o faz saltar.

Que triste que a única coisa que é essencial passe despercebida no coração dos que se dizem cristãos e se auto-constituem em guardiães da ortodoxia por cima dos legítimos pastores. Mas ‘contra principia negantem nihil est disputandum’ claro está.

Se Jesus disse que seu Reino não é deste mundo, e que seus seguidores teriam a mesma sorte que Ele porque o Mundo odeia a verdade, não vamos agora recolher a espada e atar-nos para ver quem tem a razão.

É preferível amar a Igreja, buscar a verdade, seguir seus pastores e procurar formar a consciência conforme os ensinamentos da lei natural inscrita em cada coração, que é a lei moral estabelecida por Deus e ensinamento na Igreja.

E se de algo estou seguro é de que isto da poucos amigos, e por isso Mons. Novell parece que tem muito poucos quando o golpeiam por um lado e pelo outro…. mas Deus o livre de ter amigos porque se tornou complacente com as ideias de todos.

Como ensinou o Mestre, os verdadeiros amigos de Deus são aqueles que fazem o que  Jesus manda, e com consciência, quem pode julgar se seu irmão e pastor está fazendo a vontade de Deus?

Nisto de evangelização bem poderíamos dizer aquilo de regozijai-vos e alegrai-vos quando vos persigam por causa da evangelização, pois não há melhor sinal de remar na direção correta que a de ter topado com a cruz que supõe a teimosia e incompreensão daqueles a quem alguém foi enviado.

Estou feliz por Novell, porque ele é um cristão, e o Reino de Deus sempre vem trazer guerra, confusão e ele mereceu a bênção da incompreensão dos própeios e dos estranhos que chama à santidade por meio da Cruz.

Jose Alberto Barrera Marchessi

José Alberto Barrera é um advogado de profissão, doutor em Ciências Políticas e pai de família dedicado com exclusividade como leigo lançado à evangelização como Coordenador Nacional dos Cursos Alpha na Espanha. Colaborou com a Rádio Maria criando e dirigindo “Hay Mucha Gente Buena”, e “Curso ven”. Desde sua conversão aos 17 anos peregrinando em Xavier, formou parte de Congregações Marianas, na paróquia Santa Maria de Caná e na Renovação Carismática.

Como especialista prático em Nova Evangelização e Ecumenismo intervém com assiduidade em fóruns, conferências e eventos eclesiais nacionais e internacionais. ´Fala cinco idiomas com Deus e nos oferece suas reflexões sobre uma «Igreja provocativa».

Jose Alberto Barrera Marchessi , blogToteRel@hotmail.com, é autor, editor e responsável pelo Blog ‘Una iglesia provocativa’, alojado no espaço da web de http://www.religionenlibertad.com

Gostou deste artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=31270

Anúncios
por euvimparaquetodostenhamvida

«O Poeta da Zurda», um lendário jogador de futebol que leva agora o Evangelho de casa em casa.

ReligionenLibertad.com

A esquerda de César Cueto não desmerecia de Maradona

«O Poeta da Zurda», um lendário jogador de futebol que leva agora o Evangelho de casa em casa.

«El Poeta de la Zurda», un legendario futbolista que lleva ahora el Evangelio de casa en casa

César Cueto nasceu em 1952 em Lima e jogava no centro do campo.

José Antonio Varela Vidal / Zenit – 8 setembro 2013- religionenlibertad.com

Quase todo jogador de futebol veterano estica sua fama o mais possível. Suas opções são se sentar em um set de televisão ou rádio como comentarista esportivo, ou se converter em treinador de algum time com certo protagonismo na tabela. Mas o que resulta estranho é vê-lo caminhar pelas ruas de uma cidadezinha com sua Bíblia na mão, evangelizando as famílias em suas casas…

Assim Zenit encontrou dias atrás, o ex-jogador de futebol peruano César Cueto na cidade de Huancavelica, uma província da capital andina do Peru situada a 440 quilômetros de Lima e a 3.600 metros de altitude que quase permite tocar as nuvens.

Os economistas o consideram o departamento com maior pobreza econômica do país. Porém nem assim na fé nem devoção; e César, junto ao Caminho Neo-catecumenal o sabem bem.

Quem é este jogador que chamou nossa atenção? Não é outro que um ex-jogador da seleção “alvi-rubra” da década dos anos setenta e oitenta, que foi medido nos campos com Valderrama e com Maradona.

Esperança da vaidade nacional em dois mundiais, César Cueto foi campeão três anos com o Aliança Lima, e na Colômbia uma vez com o Atlético Nacional e outra com o América de Cali. E não só isso, também foi catalogado em seu tempo por entendidos e aficionados como o “Poeta da Zurda”, por sua capacidade quase superdotada de colocar a bola nos pés dos primeiros, rompendo inclusive algumas leis da física…

Um Papa para os jogadores de futebol

Como se recordará, no mês de agosto se jogou uma partida de futebol em honra do Papa Francisco em Roma. Disputaram as seleções da Argentina e Itália, com o triunfo dos ´gaúchos´ diante da resignação da azurra. Mas o Santo Padre, fiel ao seu estilo, os chamou a todos e antes que começasse qualquer rivalidade lhes disse umas palavras…

Falou do exemplo que deve dar o jogador, do modo que deve manejar sua fama, a importância da camaradagem e de Deus. Já aos jogadores do time de seus amores, o San Lorenzo de Almagro, lhes tinha escrito uma carta em março passado onde lhes pedia que pensassem em Jesus, que confiem n’Ele além dos campos esportivos, e que vivam uma “sã competitividade e respeito mútuo”.

“Todos os jogadores de futebol estão felizes com Francisco”, nos disse César. “Assim como estiveram os poetas com João Paulo II ou os músicos com Bento XVI, agora os olhos dos esportistas se fixaram no Papa, sejam crentes ou não”. E então vemos em seu olhar um duplo ânimo: “Tenho Cristo e tenho um Papa”.

É que a César Cueto, Deus lhe deu tudo. Teve fama, dinheiro, família e a ovação de estádios cheios. Visitou três continentes com sua seleção de futebol e alçou várias copas como artífice de cada triunfo. Não tinha reportagem ou álbum de figurinhas onde não aparecesse (mesmo não havendo “memes” nem Twitter que o elevaram mais). Mas como ele mesmo nos contou…, faltava algo em sua vida: faltava sua Igreja.

Deixar tudo por Cristo

César nos adverte que quando alguém é jovem e famoso, pensa que tudo vai bem, que inclusive o mereces, e que isso deve se viver ao máximo. Pensa no futuro sim, mas para dar coisas materiais aos teus filhos e deixá-los bem assegurados: “Vives segundo tuas próprias ideias e não conforme as de Deus”.

Em meio a tantos aplausos, destaques e metas, a família de nosso jogador estava se destruindo sem perceber, e portanto ele mesmo. Foi assim como através de uma faísca, semelhante a um dos passes magistrais que ele mesmo dava até o pé do goleiro para que observasse, alguém do bairro o convidou a uma catequese do Caminho Neo-catecumenal em sua paróquia. Assim começou a horas extras…

“Ali me anunciaram o amor de Deus, descobri sua misericórdia, curei feridas e comecei a caminhar por muitos anos até hoje”, nos relata com mais emoção que quando recebia os prêmios como melhor jogador do ano.

Hoje tem outra vaidade, a de sua comunidade que o admira, o sustenta e o escuta. Sua família está salva e estável, o que lhe permite ir em busca de novos triunfos, de novos crentes que estejam dispostos a escutar a palavra de Deus e se integrar em uma comunidade para iniciar o caminho para Cristo. Sente-se missionário e sai cada vez que o enviam, viaja por semanas e regressa ainda com mais ânimo.

César não é rico porque renunciou a alongar a fama que lhe dava o futebol. “Muitos me perguntam porque não me fiz treinador”, e  ri… Sorriso cúmplice pela resposta que dá a todos: “Melhor é anunciar Cristo”.

O apito final

Esperávamos estar diante de um jogador de futebol como ele, para perguntar porque Francisco pediu aos jogadores que rezem para que o Papa “jogue limpo” a partida que lhe toca…

“Porque nocam por toda competência deve ser leal, deve ganhar o melhor, com respeito ao rival, escutando ao outro e sem brigar”, nos explicou ao melhor estilo de um diretor técnico (ou espiritual). Também, “sem nada de pancadas”, brincou.

E tu, que troféu ainda espera ganhar?, lhe dissemos antes que retome suas visitas pelas casas. “A estas alturas da partida…, peço a Deus que me conceda fazer sua vontade, confiar cada dia mais n’Ele e rezar. Quero trabalhar e arriscar pelo Senhor, deixar tudo, e caminhar com minha comunidade, que é o melhor que me aconteceu na vida”.

Vale a pena um tempo suplementar para todos, não?

Recordando o jogo de César Cueto e sua prodigiosa esquerda

Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=31003

cesar cueto

por euvimparaquetodostenhamvida

O desgaste dos homens que «abortam»: um pai chora a filha que nunca encontrou. Um encontro que nunca aconteceu neste mundo.

ReligionenLibertad.com

pai e filha1

Sucedeu há vinte e cinco anos e não conseguiu esquecer

O desgaste dos homens que «abortam»: um pai chora a filha que nunca encontrou.
Um encontro que nunca aconteceu neste mundo.

C.L./ReL-9 setembro 2013-religionenlibertad.com

Muitos homens são responsáveis diretos pelo aborto -diante do silêncio feminista-, por não se encarregam de suas responsabilidades e induzem a mãe a matar o filho comum. Outros -como o caso que contou ReL recentemente- se veem impotentes quando queriam tê-los, porém a lei não lhes concede nenhum direito se a decisão da mulher se inclina pela eliminação da gravidez.

Uma história de sofrimento

O caso que contou a blogueira católica Rebecca Frech parece responder a uma terceira tipologia: quando o aborto se produz por consentimento comum do casal. E também neste caso os efeitos sobre a consciência são devastadores.

Rebecca falou com um “velho e querido amigo” sobre a perda de sua filha Bernadette, quando esse amigo desmoronou: “Começou a chorar e a me falar sobre sua própria pequena. A menina que nunca conheceu e que ama sem reservas”.

Frech pediu ao homem que escrevesse seu testemunho de vida em silêncio como “pai pós-aborto”, e reproduziu em um de seus últimos posts a história dessa tragédia.

Um dia de agosto de 1988
“Amo a menina que nunca encontrei. Jamais a levei pela mão, nem penteei seu cabelo, nem lhe cantei canção alguma. Porém a amo igualmente”: então começou sua história anônima, o amigo de Rebecca. Que lamenta: “Não sei se é alta ou baixa, e os traços de seu rosto existem só em minha imaginação. Estou certo de que o tom de sua voz e a alegria de seu riso rivalizam com o coro dos anjos. Seus olhos, brilhantes, serão castanhos, talvez de cor avelã. Porém tudo isso eu perdi. Tudo o que tenho são memórias irreais do quanto podia ter sido”.

Explicou que faz vinte e cinco anos, no mês de agosto, essa menina a que hoje ama “foi abortada”: “Minha pequena. Minha única filha. Uma menina que agarra meu dedo até hoje, mas que nunca me chamará de papai. Uma menina que nunca sentiu o abraço protetor de seu pai, porque seu pai lhe faltou no momento em que mais lhe necessitava”.

Arrependido e reconciliado com Deus

O homem que escreve esta história fala brevemente de si mesmo, mesmo afirmando não ser mais o que era na época, esse menino que estudou num colégio católico, esse adolescente convertido “em um idiota que ia às festas para se embebedar”.

Já deixou para trás os “Se ao menos pudesse…” ou os “Deveria ter feito…”: “Admito que o que fiz, o que permiti que acontecesse, foi um erro. Arrependi-me e cumpri minha penitência. Estou reconciliado com a Igreja”.

Mas “a reconciliação, mesmo que apague o pecado, não tira a pena”: “Em meu coração há um buraco com forma de menina, e esse buraco nunca será preenchido nesta vida”.

Diferente atitude da mãe
Dois anos depois do aborto, o homem contraiu matrimônio com a garota: “Casei-me com a m~ee de minha filha. Talvez pensasse que me tivesse livrado de muito sofrimento casando-me com outra pessoa, e não discuto isso, mas naqueles dias eu estava convencido de que o aborto não era coisa minha, que eu não era o responsável. Não tinha nada que ver comigo. Foi com o passar do tempo que enfrentei o fato de que eu sim era responsável, de que eu era o pai, e necessitava redenção”.

O aborto que cometeram continua sendo, no entanto, “um tema tabu” entre eles, “uma parede invisível e intransponível, que só se rompeu duas vezes nos últimos vinte e cinco anos”.

“Não vou me aprofundar no que aconteceu”, continua, “salvo para dizer que a única pessoa que poderia me ajudar a suportar a dor e a pena é a mesma pessoa que rechaça admitir que tenho razões para a dor e a pena. Ela não quer ou não pode admitir que matou sua filha. Porém é algo de que eu tenho que falar. Seguir adiante sem falar com ninguém é mais do que posso suportar”.

Síndrome pós-aborto, também nos pais

O amigo de Rebecca afirma que “há muitos pais que lamentam o aborto e são incapazes de falar disso: a culpa, a vergonha, o desajuste, o ter falhado em proteger os fracos, a solidão, o desapego, a incapacidade de estabelecer relações estáveis, a tensão da qual não se fala, as feridas emocionais… são pesos invisíveis que angustiam suas almas. Amam crianças que existem só em seu coração, um amor desolado e não correspondido.Eu sei porque vivi”.

E explica como e quando: “Eu derramei muitas lágrimas na solidão de um quarto vazio, no Natal, quando todo o mundo já tinha ido para a cama. Algumas canções me evocam fortes emoções, como quando Fantine canta em ‘Os Miseráveis’ “I dreamed a dream” e diz: “Sonhei que minha vida podia ser tão diferente do inferno que estou vivendo”.

Algumas cenas do filme são devastadoras, como quando em ‘O Resgate do soldado Ryan’ o capitão John Miller, ao morrer sobre a ponte da cidade francesa, diz ao soldado Ryan: “Earn this! Faça que isto valha a pena!”.

E ele fez que valesse a pena, porém eu fico me perguntando se valeu a pena a decisão que tomei em minha vida. Eu vi meus irmãos com suas filhas no dia de seus casamentos, e penso que eu nunca serei o pai.

Prostrei-me em adoração no chão das igrejas diante do Deus bendito, rogando-lhe Sua paz, pedindo-Lhe ajuda para me livrar da dor. E Ele sempre me dá paz, porém o buraco em minha vida com forma de menina continua”.

Rezar pela intercessão da pequena

“Mas não quero que desapareça”, adverte: “Sei que soa estranho, mas é a verdade. Em outro tempo tentei preencher essa ausência com outras coisas, e no entanto aí permanecia. Durante anos tentei dar outros propósitos (alguns bons, outros nem tanto) para o amor que era para minha filha, mas agora compreendo que isso não podia funcionar. Percebi que o amor nunca ficará satisfeito. Agora rezo com ela, e peço coisas por sua intercessão. Isso é o que me restou”.

Conclui explicando que não busca alívio na auto-compaixão: “Lamento com cada fibra de meu ser o que aconteceu naquele dia de agosto de 1988, mas não fantasio sobre o que poderia ter sido. Fiz a escolha [choice] do aborto, e sofro as consequências dessa escolha [choice]. Como também minha esposa, mesmo que ainda rechace em admitir que se equivocou gravemente impedindo uma cura completa entre os dois. Eu a quero, e a perdoei. Não guardo nenhum ressentimento para com ela, e rogo a Deus que abrande seu coração para que possa começar a se redimir. Porque é a mãe de todos meus filhos, eu decidi manter o compromisso até o final, seja qual for o final”.

“Por último”, conclui, “creio que minha filha nos perdoou, e isso me tem ajudado muito. E inclusive espero, pela inexplicável misericórdia e bondade de Deus, que Ele mesmo é também Pai, que finalmente nos encontraremos. Um encontro entre estranhos que sempre se amaram mutuamente, e que por fim poderei escutá-la dizer Papai!”.

Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=31011

por euvimparaquetodostenhamvida

O milagre por intercessão de Bento XVI: jovem se cura do câncer e agora quer ser sacerdote.

Os Blogs de ReligionenLibertad.com

O milagre por intercessão de Bento XVI: jovem se cura do câncer e agora quer ser sacerdote

Jorge Enrique Mujica LC-5 setembro 2013-religionenlibertad.com

Um canal de televisão americano deu a conhecer a história de Peter Srsich, um jovem americano que com apenas 17 anos foi diagnosticado com um câncer agressivo que o levou a tratamentos em hospitais especializados (como o Children´s Hospital Colorado): «Uma radiografia do tórax revelou um tumor do tamanho de uma bola de softbol em seu peito», disse Laura Srsich, mãe de Peter. Tratava-se da quarta etapa do linfoma não Hodgkin.

Consciente da própria situação, Peter expressou o desejo de encontrar o Papa Bento XVI, então começaram a lutar até que a fundação Make-a-Wish acolheu o pedido e começaram a fazer os contatos. Em 30 de maio de 2012, menos de um ano antes de sua renúncia ao Papado, Bento XVI recebeu e saudou pessoalmente a Peter Srsich em audiência geral no Vaticano.

Peter entregou uma pulseira verde ao Papa com um pedido impresso: ‘reze por mim’.
«Quando me levantei para falar com ele, me chamou a atenção quanto humano ele era», refere Peter. E acrescenta: «Foi uma grande experiência ver quanto humilde que é o Papa».
E Bento XVI escutou Peter quando este lhe falava de seu câncer e lhe pedia orações de um modo muito «curioso»: presenteando-o com uma pulseira de cor verde que estava impressa uma gravação: «rezar por Peter».

Depois de lhe dar a pulseira, o Papa o abençoou, «pôs sua mão direita no peito onde estava o tumor. Ele não sabia onde estava o tumor, mas ele pôs sua mão direita ali», confessa Peter. Os seus pais não tem dúvida: Peter se curou por intercessão do Papa emérito Bento XVI.

Um ano depois Peter estava curado do câncer. Atualmente estuda na Universidade de Regis, em Denver, e, como mostra o vídeo de KSDK TV, quer ser sacerdote. O encontro com o Papa da humildade e da razão lhe fez ver que possivelmente Deus está lhe chamando.

Jorge Enrique Mujica, LC, jem@arcol.org, é autor, editor e responsável pelo Blog Análisis y actualidad, alojado no espaço da web de http://www.religionenlibertad.com

Gostou desse artigo? Comente-o com teus amigos e conhecidos:

http://religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=30952

 

por euvimparaquetodostenhamvida