Drogadicto, prostituto, assassino e condenado por toda a vida… porém Deus mudou seu coração.

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Drogadicto, prostituto, asesino y convicto de por vida... pero Dios cambió su corazón

Um seminário sobre o Espírito Santo lhe transformou

Drogadicto, prostituto, assassino e condenado por toda a vida… porém Deus mudou seu coração
Também entre os condenados Deus vai em busca.

Sua mãe o odiava, se vendia por dinheiro, roubava e se drogava, na cadeia o violaram, matou um homem na pancada e foi condenado a passar o resto de sua vida entre as grades. Mas quando pregaram o amor de Deus soube que podia ser livre de verdade.

Pablo J. Ginés/ReL- 7 março 2012 -religionenlibertad.com

Flame Ministries (www.flameministries.org) é uma comunidade católica de evangelização e pregação itinerante, com sede em Perth (Austrália), mas com atividade em muitos países de língua inglesa. Nos Estados Unidos conheceram Danny Costello, um homem condenado a prisão perpétua por assassinato, com um passado duríssimo, mas que hoje prega na prisão Jesus e seu poder transformador. Flame Ministries divulgou sua história.

“Não me importa mais se estou dentro ou fora da prisão, sempre pregarei a verdade de Jesus, porque em meu interior agora sou plenamente livre, Ele me libertou e sempre lhe serei agradecido”, afirma Costello. O impressionante nesta história o acúmulo de escuridão e misérias no passado de Danny Costello.

Uma mãe que o odiava

Tudo começou antes de suas primeiras lembranças: sua mãe tentou lhe matar porque ela queria uma menina. Ele sobreviveu, mas ela lhe batia e despreciaria toda sua infância: “me cuspia na cara e me dizia que não era minha mãe e que porque não ia embora ou morria de uma vez”.

Começou a fumar e beber álcool com 8 anos. Sua mãe não deixava ele ir para a escola. Ele escapava de casa, se juntava com quadrilhas, entrava e saía das casas de acolhida onde não lhe importava ninguém.

“Se minha mãe não me quer, ninguém vai me querer”, pensava. Era ainda criança mas já roubava em postos de gasolina e entrava nas casas para levar o que encontrava. Mendigava para pagar vinho barato, passava algum tempo em centros de detenção de menores e comia às vezes coisas do lixo.

Cobrar por sexo

Um dia, na fila para a sopa dos sem teto, conheceu um homem homossexual que lhe convenceu para que se deitasse com ele. Dessa experiência tirou uma conclusão: ninguém o queria, mas isso, o sexo, era algo que alguns desejavam dele, provavelmente a única coisa que os outros queriam dele. Passou três meses na prisão por roubos nas casas, e ao voltar ao seu bairro uns amigos o levaram a um bar gay e disseram que em vez de roubar “nos pagarão por sexo”. “São loucos, eu não sou um maricas”, disse. “Tio, nessa situação todo mundo faz”.

Então, antes dos 15 anos, Danny se estabeleceu como prostituto homossexual, e conseguiu dinheiro para usar as drogas duras. Pensava que agora sim havia gente que o queria, lhe pagava, lhe comprava roupa. Mas não era feliz, não tinha um lar e às vezes dormia nas ruas ou nos cemitérios, “onde as pessoas tinham medo de entrar e não me incomodavam”. Mesmo assim, não deixou de ir com quadrilhas, fazer mal às pessoas, roubar… e o voltaram a prendê-lo um tempo por botar fogo em uma casa.

A oração que salvou sua vida… um tempo

Na véspera de Ano Novo, em 1978, Danny e alguns mais montaram uma festa em que foi uma garota. Depois ficou sabendo que foi ela que colocou droga em sua bebida, uma super dose que o deixou paralisado, inerme, três dias no chão daquela casa. “Ainda não sei porque fez isto”, explica.

Finalmente, uma senhora que trabalhava no andar de baixo o encontrou, chamou sua família e o telefone de emergência. Danny afirmou que segundo os doutores seu coração tinha parado e o deram por morto, mas seu pai, que tinha acudido, chorava e rezava e para assombro dos médicos seu coração voltou a bater.

Depois de um tempo em coma e três meses em um hospital mental (temiam que tentasse se suicidar), Danny voltou às ruas… e a ingerir drogas. Sua mãe continuou rejeitando-o assim que deixou sua família em 1979. Não voltou a vê-la. Tinha 16 anos. Em seguida o prenderam outra vez e dois presos mais velhos o violaram na prisão, diante da passividade, afirma Danny, da polícia.

Foi nessa prisão onde ouviu pela primeira vez falar do amor de Jesus, sua única experiência de calor em um lugar frio. Mas foi fugaz. Tinha que mostrar-se duro, pegar uma faca afiada e levá-la sempre consigo, tentar ser pior que todos os outros, para se proteger, “quando em seu interior é um menino pequeno que chora pedindo amor e ajuda”.

Quatro anos depois foi posto em liberdade. Sem dinheiro nem nenhum lugar onde ir, voltou ao circuito dos bares gay. Conseguiu um trabalho regular ali, e um amante homossexual 13 anos mais velho que o mantinha. Mas ele não se sentia gay: “eu queria uma mulher e crianças, e dar-lhes o amor que nunca tive”, afirma.

Seu amante o expulsou um dia que o viu beijando uma garota. Também o despediram do trabalho. Voltou a vender maconha, anfetaminas, comprimidos e seu corpo pelas ruas.

Explosão de raiva assassina

Um dia um homossexual o contratou, o levou para sua casa, se embebedaram e drogaram com cocaína. “Eu me olhei no espelho. Estava mais alto que nunca. Estava farto de vender meu corpo para sobreviver. E simplesmente estourei. Bati naquele homem sem cessar, até que lhe matei. Foi como se tivesse vendido minha alma ao diabo”.

Foi condenado à prisão perpétua. E como não tinha ninguém fora que lhe ajudasse ou desse dinheiro na prisão, seguiu vendendo seu corpo na prisão, para sobreviver. Via morrer de aids outros presos e se perguntava: “quando será minha vez?”

E começou a rezar: não pedia a Deus a liberdade. Pedia para entendê-lo. Entender a Deus.

Falar de amor aos presos

Prisão de Everglades onde está Danny Costello “Mandaram-me à prisão de segurança máxima de Everglades, e ali encontrei um capelão que me mostrou o amor de Deus que ninguém tinha me ensinado nunca. Ele e sua esposa foram como pais espirituais para mim”.

Refere-se ao diácono Alex Lam e sau esposa Colleen, da paróquia católica de São Luís, na diocese de Miami. Junto com um grupo de carismáticos chineses da paróquia mantém um serviço de visitas e oração na prisão.

Naquela capelania das prisões se organizavam também comidas especiais: chinesa, espanhola… e ele ia a princípio só pela comida, e disse assim. Mas depois se abriu ao espiritual.

Pouco depois se organizou um Seminário de Vida no Espírito de três dias de duração na prisão,em que diferentes homens e mulheres vinham pregar o kerigma, o amor de Deus, o arrependimento, a força do Espírito Santo e a vida nova que Ele dá. “Era gente cheia de amor, que não via o muro que eu tinha colocado ao meu redor. Seu amor cheio de Deus me conquistou”.

E a conquista foi radical. Sentiu que Deus lhe amava, e que ele pertencia “cem por cento” ao Espírito Santo. “Deixei de fumar, de me drogar, de me deitar com homens. Devolvi tudo isso ao demônio, porque Jesus queria que assim o fizesse”.

Danny Costello tem podido pregar sua transformação em várias prisões, e tem visto como Deus libertou muita gente que estava atada por muitas feridas do passado, hábitos nocivos e tendências destrutivas. Em sua experiência, “Deus tem poder para amar, curar e libertar”. E, mais além disso, “para fazer-nos um através do Espírito Santo”.

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por euvimparaquetodostenhamvida