Um protestante vê o Purgatório, para assombro de sua esposa, pastora pentecostal

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Durante 20 minutos esteve “clinicamente morto”

Um protestante vê o Purgatório, para assombro de sua esposa, pastora pentecostal

Foi uma experiência próxima da morte parecida com a de muitos outros testemunhos: paz, um prado, parentes… mas o assombroso foi a presença de almas em outro estado, um Purgatório, algo que um protestante não esperaria nunca.

P.J.G. / ReL – 30 julho 2011- religionenlibertad.com

“Vai contra tudo o que nos ensinaram”, disse Lois A. Hoshor (www.loisahoshor.com), pregadora e pastora principal de uma congregação pentecostal de Thornville, Ohio. Mas seu marido Bob, companheiro evangelizador e responsável pela música da comunidade, viu o Purgatório enquanto estava “clinicamente morto” durante uma operação de coração aberto no Centro Médico de Fairfield.

“Sei que ele viu o que viu”, admitiu a pastora Lois, autora de três livros sobre espiritualidade e milagres na vida cotidiana.

Sucedeu em março de 2010. Bob Hoshor estava se submetendo a uma operação de coração, os médicos detiveram a circulação em seu coração durante 21 minutos. E então Bob viu a si mesmo detrás do cirurgião que o operava.

“Eu estava atrás dele, e sabia que Jesus estava atrás de mim. E perguntei: Senhor, o que faz? E Ele disse: “estou massageando teu coração”. Bob afirma que então Jesus introduziu Suas mãos nos braços e mãos do doutor.

Na continuação Bob teve uma imagem do Céu: era um prado. “O verde ali não é como o daqui, é como se a cor estivesse viva”, detalha. Pelo prado se aproximavam seus parentes e os de sua mulher. Bob não falou com ninguém, só olhou ao redor.

Quando “voltou” ao hospital, afirmou que viu o Purgatório: se viu rodeado por centenas de almas ao seu redor. “Havia um montão delas, quando olhava pela janela; simplesmente perambulavam, errantes”.

Lois ficou assombrada: há 30 anos que evangeliza junto com seu marido, têm um veterano grupo de gospel, viajam e pregam e ela dá aula para estudantes da Bíblia. Como pentecostal, crê nos milagres, no poder do louvor, na intercessão, que Cristo voltará “logo”… mas sendo protestantes, não sabem onde encaixar esta experiência.

“Ensinaram-me que o espírito vai com Deus e o corpo ao pó, então isto vai contra tudo o que me ensinaram”, explica perplexa a pastora Lois,mesmo incluindo a experiência em seu novo livro, “The Spirit of the Soul”. Também explicaram em seu jornal local, o “Lancaster Eagle Gazette”. Bob disse que aprendeu mais coisas nesse momento, “se bem que supõe que não devo falar delas neste momento”.

Como muita gente que teve experiências próximas da morte, Bob disse que não mais a teme em absoluto, que sabe que há algo formoso ali. Isso sim, os Hoshor têm claro que “só há um caminho ao céu, e seu nome é Jesus. Se conheces Cristo, não há que temer a morte”.

O Catecismo da Igreja Católica sobre o Purgatório
“1030 – Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas imperfeitamente purificados, mesmo estando seguros de sua eterna salvação, sofrem depois de sua morte uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu.

1031 – A Igreja chama purgatório esta purificação final dos escolhidos que é completamente diferente do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao purgatório sobretudo nos Concílios de Florença e de Trento. A tradição da Igreja, fazendo referência a certos textos da Escritura (por exemplo 1 Co 3, 15; 1 Pedro 1, 7) fala de um fogo purificador:

«Com respeito a certas faltas ligeiras, é necessário crer que, antes do juízo, existe um fogo purificador, segundo o que afirma Aquele que é a Verdade, ou seja que se alguém pronunciou uma blasfêmia contra o Espírito Santo, isto não lhe será perdoado nem neste século, nem no futuro (Mt 12, 31). Nesta frase podemos entender que algumas faltas podem ser perdoadas neste século, mas outras no século futuro (São Gregório Magno, Diálogo 4, 41, 3).

1032 – Este ensinamento se apoia também na prática da oração pelos defuntos, de que fala a Escritura: “Por isso mandou [Judas Macabeu] fazer este sacrifício expiatório em favor dos mortos, para que ficassem libertos do pecado” (2 Mac 12, 46).
Desde os primeiros tempos, a Igreja honrou a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios em seu favor, em particular o sacrifício eucarístico, para que, uma vez purificados, possam chegar a visão beatífica de Deus. A Igreja também recomenda as esmolas, as indulgências e as obras de penitência em favor dos defuntos:

«Levemo-lhes socorros e façamos sue comemoração. Se os filhos de Jó foram purificados pelo sacrifício de seu pai (cf. Jó 1, 5), por que teríamos de duvidar de que nossas oferendas pelos mortos lhes levem um certo consolo? […] Não duvidemos, pois, em socorrer os que partiram e em oferecer nossas preces por eles» (São João Crisóstomo, In epistulam I ad Corinthios homilia 41, 5).

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por euvimparaquetodostenhamvida