A Guarda Civil pede opinião para um exorcista sobre os «estranhos fenômenos» na casa de Zapatero.

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A Guarda Civil pede opinião para um exorcista sobre os «estranhos fenômenos» na casa de Zapatero

Disparavam os alarmes, ouviam-se ruídos em todas as horas, alguns móveis mudavam de lugar… até que chegou um sacerdote para investigar o que acontecia…

ReL – 28 dezembro 2012 – religionenlibertad.com

A casa de aluguel que vive em Madri a família do ex-presidente do Governo, José Luís Rodriguez Zapatero, está dando dor de cabeça aos seus ocupantes.

Há meses, diferentes patrulhas da Guarda Civil que se revesam para proteger a família do ex-político socialista estão desconcertadas pelos ruídos de vozes e movimentos de móveis que sucedem na casa em certas horas do dia e da noite.

O imóvel, que está situado numa exclusiva urbanização muito próxima à capital de Espanha, é um amplo chalé em regime de aluguel.

Um alarme que dispara

No mês de maio passado entraram em pânico os responsáveis pela segurança diante da possibilidade de um ataque terrorista. “Num sábado à tarde – disse à ReL uma fonte da Guarda Civil que prefere guardar anonimato por razões óbvias- disparou um alarme na casa do ex-presidente sem que ninguém tivesse traspassado o perímetro de segurança”.

“O alarme soou e soou sem que pudéssemos desconectá-lo durante ao menos 20 minutos, até a que no final, não nos restou mais remédio que cortar os cabos”.

“Quinze dias depois desse fato voltou a repetir-se a mesma história. Era um domingo e toda a família dos Rodriguez Zapatero estava em casa. Tinham almoçado com um político europeu e tomavam o café. Disparou o alarme e todos nós levamos um bom susto”.

Alguns móveis se moviam sozinhos
“No mês de junho nos avisou dona Sonsoles de que suas filhas não queriam dormir num quarto que produzia `fenômenos estranhos´… foram suas palavras. Vários membros do Corpo da Guarda estiveram registrando de cima abaixo todo o quarto e no encontraram nada de nada… Inclusive esvaziaram o quarto dos móveis e passaram scaners por todas as paredes… mas não acharam nada. No entanto, as queixas da mulher do senhor Zapatero se sucediam”.

Um exorcista
“Como as meninas se negavam a dormir nesse quarto e a investigação que realizamos foi infrutuosa, o capitão sugeriu chamar o Arcebispado de Madri para aconselhar sobre essas possíveis questões paranormais que nos escapavam”.

“O exorcista esteve na casa dos Zapatero em meados do mês de julho, e investigou o que ele chamou `infestações diabólicas´. Pediu-nos que obtivéssemos informação sobre os inquilinos que tinham habitado essa casa. Também se referiu sobre se tinham ocorrido assassinatos ou mortes estranhas…”.

A Guarda Civil comenta na ReL que após realizar essa investigação trasladou ao sacerdote todos os dados coletados: aparentemente não havia ocorrido nada “raro” na casa nos anos anteriores, e os inquilinos que a tinham habitado não manifestaram queixa nenhuma desses “estranhos fenômenos” que aconteceram no imóvel.

Fora amuletos e jogos esotéricos
“A partir daí, o exorcista falou com o senhor Zapatero e lhe indicou a necessidade de `limpar´ a casa de objetos que pudessem favorecer essas `influências diabólicas´. O exorcista lhe assinalou vários objetos que deveriam tirar da casa: umas máscaras africanas presenteadas por um político muito envolvido na Aliança das Civilizações; amuletos e jogos esotéricos das meninas; um buda que presidia o salão principal…”.

“As meninas foram as que mais reagiram para desprender-se de seus jogos e cartas de tarô, mas no final a senhora Sonsoles impôs seu critério. Vários companheiros meus atiraram nos recipientes de lixo uma grande quantidade de objetos que foram diretamente à lixeira”.

Ritual de libertação da casa
“O exorcista realizou então um ritual ou bênção por toda a casa, não sei exatamente como o chamou, quarto por quarto foi realizando umas orações que chamava de `libertação´. Também `selou´ todas as portas e janelas com azeite benzido e pôs sal, também bento, nas esquinas de toda a casa”.

A Guarda Civil disse, por último, que após as orações do sacerdote, deixaram de se reproduzir `fenômenos estranhos´ na casa dos Rodriguez Zapatero.

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O pai de Rafa Lozano quis abortar-lhe, mas sua mãe «teve a sorte de ter perto um sacerdote».

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Ela apostou tudo «nesta carta»

O pai de Rafa Lozano quis abortar-lhe, mas sua mãe «teve a sorte de ter perto um sacerdote»

Sua mulher levava um pim de Lenin e adesivos de batasuna( grupo ilegal espanhol de esquerda) quando a conheceu. Hoje têm seis filhos «três no céu» e são militantes pró-vida.

Carmelo López-Arias / ReL- 17 dezembro 2012-religionenlibertad.com

A situação “complicada” em que foi concebido augurava um mal futuro para Rafa Lozano inclusive naquele 1969 em que nem se sonhava que o aborto pudesse ser legal. Seu pai, um homem “sem formação e sem fé” que não chegou a conhecer, nos anos passados, um de seus irmãos de criação-, incitou sua mãe que eliminasse seu filho: “Mas ela tinha fé e teve a sorte de ter perto um sacerdote, que explicou que esse filho que esperava, um dia daria sentido à sua vida. Teve a coragem de seguir adiante contra corrente (mudar de lugar, deixar o trabalho) e apostar tudo nesta carta”. “À esta carta”, completa mostrando-se a si mesma.

Lozano fez esta personalíssima confissão a Gonzalo Altozano neste sábado no programa televisivo “Não é bom que Deus esteja só (Intereconomia TV), antes de contar-lhe como por meio de uma carta do banco, anos depois, tentou localizar seu pai, de quem só guarda vagas recordações.

Superado esse capítulo de sua vida, Rafa foi muito bem nos negócios em sua Canárias natal, mas quando começou descobrir quais eram “os planos de Deus” para ele foi “a base de ir perdendo coisas materiais”, como a ruína de suas empresas, que lhe forçaram uma mudança para Madri “com uma mão na frente e outra atrás”. Foi nessas circunstâncias quando te dás conta de que “Deus bate à tua porta w te diz que o maior tesouro o tens em casa, que és rico”, falando em alusão à sua família.

Medjugorje
Lozano, casado, pai de seis filhos “e três no céu”, é um ativo militante pró-família e pró-vida, vinculado, entre outros, ao ‘Foro da Família’ ou a ‘Red Madre’. Durante a entrevista explica o papel que teve na radicalidade de seu compromisso cristão a sua visita a Medjugorje. “Nunca fui um fã das aparições e me soava antipático”, declara. Mas ao ver a transformação que experimentou um amigo seu que havia ido ali “afundado” para regressar “totalmente transformado” lhe sugeriu ir à localidade bósnia ao cabo de uns meses, em 2006.

“Não é que apareça a Virgem, ela está ali”, diz. Ele também voltou mudado: “Minha vida era a de um cristão medíocre, que tinha tudo porque tinha uma boa formação, fazia obras de misericórdia, uma família numerosa… Eu me achava um superman. Mas ao chegar em Medjugorje me dei conta de que não sabia nada, de que não se tratava de fazer coisas, se tratava de ser, de reconhecer-te como filho de Deus”. Teve um “encontro pessoal com Cristo” que não se atreve a descrever mais que brevemente: “Foi um momento que me pus vazio e ele veio a mim, me enchi d’Ele. É ter a certeza de que Cristo está vivo, de que está em ti, de que te ama”.

Para Rafa Lozano a crise econômica o golpeou duramente, como a milhares de espanhóis, mas vê um aspecto positivo: “Vaia tirando de muitas coisas, e no final descobres que é na família onde está a melhor garantia para ser feliz tendo quatro cosas. Muita gente está redescobrindo seu matrimônio graças à crise, ou redescobrindo seus pais que lhe ofereceram voltar para casa”.

E apareceu Lola
Quanto ao seu casamento, a história é curiosa. Quando conheceu sua mulher no bar da faculdade se enamorou à primeira vista, mas em seguida descobriram que lhes separava um abismo: “Lola exibia um pim com a cara de Lenin, era abortista, levava adesivos batasunas…”. Decidiram, em que pese tudo, provar. E então “ela descobriu algo nos amigos com os quais eu andava, bons cristãos: a alegria. E ela disse: eu quero isso. Foi uma conversão maravilhosa, produto da tenacidade e amor ao bem. “

Desde então Lola e ele dão uma multidão de conferências sobre o matrimônio desde a perspectiva da teologia do corpo e da antropologia de João Paulo II, segundo a qual “o homem tem uma natureza e experimenta uma chamada ao amor”, algo que quem fomentava, por exemplo, Educação para a Cidadania, queria substituir “pelo utilitarismo, que te deixa vazio”.

Contra a família, contra Deus
E por que quem ataca a Igreja ataca também a família?, lhe pregunta Altozano. Porque “a família é um reflexo do amor trinitário e onde a fé vive, se transmite, cresce e contagia à toda a sociedade, é na família. Que é melhor que destruir a família que convertê-la no que não é, chegando ao coração das pessoas, para destruir o inimigo”, responde Lozano: “E quem está detrás o temos claro”, fazendo alusão ao demônio porque “ele existe, é o pai da mentira e confunde as pessoas que, querendo fazer um bem, levam as coisas por onde não deveriam ir”.

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por euvimparaquetodostenhamvida

Popieluzsko, modelo para uma Igreja «desesperadamente necessitada de heróis»

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Passam os anos e sua fama cresce

Popieluzsko, modelo para uma Igreja «desesperadamente necessitada de heróis»

Paul Hensler, ex-assessor em «O caçador» e «Apocalipse Now», produziu um documentário sobre o sacerdote assassinado em 1984 pelos comunistas.

C.L. / ReL- 2 dezembro 2012- religionenlibertad.com

Em 6 de junho de 2010 foi beatificado em Varsóvia, e Paul Hensler está convencido de que antes de quatro anos será elevado aos altares como modelo de virtudes heróicas para a Igreja universal.

Hensler acaba de escrever e produzir um documentário sobre Jerzy Popieluszko, que no Vaticano viram em outubro e se divulgará em princípios de 2013: ‘Jerzy Popielusko, mensageiro da verdade’ tem como finalidade que não passem algo que Hensler experimentou na própria carne. Combateu no Vietnã em 1966, mas sabe que para a maior parte dos jovens norte-americanos atuais apenas poderiam oferecer algumas coordenadas sobre aquela guerra. Paul ofereceu sua experiência como assessor militar para ‘O caçador’ e ‘Apocalipse Now’, e agora tenta que os jovens poloneses não esqueçam quem deve ser seu modelo.

À sua morte seguiu sua mensagem
Jerzy Popieluszko nasceu em 1947, entrou no seminário em 1965, se ordenou sacerdote em 1972 e em 1980 começou trabalhar na paróquia de Santo Estanislau de Kostka, em Varsóvia, justo quando o sindicato Solidariedade começou a converter-se em um dor de cabeça para o regime comunista polonês.

Durante a lei marcial decretada pelo general Wojciech Jaruzelski, as Missas mensais pela Pátria de Popieluszko congregavam dezenas de milhares de pessoas, que se converteram no objetivo para vencer o Partido, que lhe assinalou com o dedo.

Em 1984, quando contava 37 anos de idade, três agentes do governo pararam seu carro, o golpearam até a morte com uma pedra, lhe ataram os pés e as mãos, colocaram pesos nas extremidades, e o atiraram ao rio Vístula, convertendo-o em mártir ao seu inimigo (um milhão de pessoas assistiram seu funeral) e engrandecendo sua figura até limites que nunca teriam desejado: por sua tumba passaram desde então dezoito milhões de pessoas.

Desesperada necessidade de heróis
Hensler concedeu uma entrevista a ‘First Things’ sobre a importância da figura de Popieluszko em nossos tempos: “Foi um grande herói esquecido, e creio que quando as pessoas ouvirem falar de sua história, sua fama crescerá”. Não se refere, obviamente, ao interior da Igreja ou na Polônia, onde está muito presente, mas no conjunto do mundo ocidental, onde caiu no ostracismo que espera contribuir para remediar, em particular “entre os jovens que nasceram depois da Guerra Fria”.

Uma das “coisas maravilhosas” que sucederam depois de seu assassinato foi que “não se disparou um só tiro nem houve distúrbios, não houve represálias contra a polícia comunista: os poloneses seguiram o que ele lhes tinha pedido, derrotar o mal com o bem”.

“O colapso do comunismo na Polônia produziu poloneses que primeiro eram católicos depois poloneses e em terceiro lugar anti-comunistas”, e às missas de Popieluszko assistiam judeus, ateus, protestantes, agnósticos que escutavam “sua mensagem simplesmente de patriotismo, paz e não violência .O país inteiro estava unido em torno desta mensagem”, e pôde forçar as autoridades do regime a encarcerar os assassinos.

Hensler explica que com frequência pede ajuda a Popieluszko: “Sou veterano do Vietnã e adoeci em consequência de minha estadia ali. Tenho 64 anos, desenvolvi uma diabete aguda e perdi minha perna esquerda. Sou também um católico fervoroso, vou à igreja todos os dias se puder, e minhas orações vão ao padre Jerzy Popieluszko para que me guie, e creio que muitas vezes o fiz com a esperança de compartilhar um dia esta história”.

Por que lo foi financiado agora? “A Igreja compreendeu que a Igreja na Polônia deu nascimento a um herói, e a Igreja tem hoje uma desesperada necessidade de heróis. O padre Jerzy era jovem e vibrante e pode voltar a despertar o amor à nossa fé: um sacerdote católico jovem, de 37 anos, magro e doente, que ajudou o fim do comunismo da maneira mais humilde”.

Sua história, acrescenta, é hoje “relevante na Líbia, relevante na Síria, relevante em países como Myanmar/Birmânia, Coreia do Norte ou China: confio que outro padre Popieluszko -outro jovem ativista, outro jovem sacerdote- veja este documentário em alguma esquina escura onde não exista liberdade, onde exista opressão. E espero que o ajudará a conduzir sua gente ou seu país à liberdade e à sua fé”

Trailer de Popieluszko, o mensageiro da Verdade.

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por euvimparaquetodostenhamvida