Em uma aldeia escondida da Papua Nova Guiné. Quanto vale um alma? A aventura de um sacerdote para salvar um aborígene.

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Em uma aldeia escondida da Papua Nova Guiné. Quanto vale um alma? A aventura de um sacerdote para salvar um aborígene.

Padre Rozario Menezes

Após caminhar um dia e pegar uma canoa por fim chegou em uma aldeia aborígene. Ali o Senhor encomendou a ele uma missão muito especial.

Javier Lozano/ReL-22 novembro 2012-religionenlibertad.com

Quanto vale uma alma? Deve valer muito porque Santo Agostinho disse que “quem salva uma alma, assegura sua própria salvação”. Todos os cristãos são chamados a colaborar nesta missão mas os sacerdotes devido ao seu trabalho concreto talvez o vejam de maneira mais tangível.

É o que aconteceu ao missionário monfortino, o padre Rozário Menezes. Nunca imaginou que uma visita em uma inóspita aldeia no meio da selva fosse um encontro tão grande com Cristo.

Em sua experiência este sacerdote relata que após ser ordenado foi destinado à Papua Nova Guiné onde atenderia os nativos aborígenes, porque a missão específica de sua congregação é anunciar Jesus onde não chega o Evangelho.

Uma aldeia escondida na selva
Conta o padre Rozário que tinha que ir um dia a um povoado situado na zona nômade. A única forma de chegar era caminhando e em canoa e para isso levaria um dia inteiro. Ia acompanhado por um catequista que o ia guiando e abrindo caminho entre a selva. Além disso, as picadas dos insetos lhe provocaram um grande inchaço nas pernas.

Depois deste périplo por fim chegaram à aldeia e seu acompanhante foi buscar seus habitantes. Para surpresa de ambos só havia um ancião e duas crianças porque o resto tinha saído de casa para obter alimentos para as datas futuras.

“Escutando a notícia me zanguei”, assegura, porque sua visita tinha sido anunciada por um mensageiro. Mas esta notícia nunca chegou devido à uma picada de serpente que o deixou pelo caminho. Neste acúmulo de fatos “não podia nem mover as pernas” e também “era impossível regressar no mesmo dia”. Para mais ajudar, tampouco tinham comida.

“A melhor missa que jamais foi”
Uma vez aceita esta situação, o padre Menezes propôs rezar e celebrar missa. O catequista gostou tanto da ideia quanto o ancião. “Depois de rezar o Rosário o ancião me pediu se eu podia escutar sua confissão e aceitei cm gosto. Não entendia nem uma palavra –falava em um dialeto- mas percebi em seu rosto que ele tinha feito uma boa confissão”.

Depois de ouvir o único adulto que tinha na aldeia “celebramos missa e foi a melhor celebração que jamais fiz. Sentia a dor de Jesus na cruz por meio de minhas pernas inchadas e as picadas ensanguentadas que tinha. Entendi o significado da Eucaristia muito melhor que em todas as aulas de teologia”.

Quando acabou a celebração o ancião compartilhou os únicos alimentos que tinha até que chegasse o grupo dias mais tarde. Puseram várias bananas ao fogo e cearam antes de ir dormir.

Do medo à Graça
Pela manhã, conta Rozário, “quando me levantei havia um silêncio sepulcral. O catequista foi chamar o ancião e viu que estava morto”. No princípio este sacerdote se assustou pensando nas tradições dos aborígenes de Papua e a repercussão que teria esta morte.

Deus me conduziu até o ancião
“Mas o segundo pensamento me fez sentir muito feliz: o fato de que este homem teve a oportunidade de se preparar para sua morte com os sacramentos da confissão e da Eucaristia. Senti que Deus me havia levado a Thekenai para ajudar este ancião a entrar na eternidade”.

“Faz-me um digno instrumento”
“Que sentimento tão maravilhoso!”, pensava este missionário, que durante o caminho de volta “agradeci a Deus por ter-me dado este grande privilégio de ser sacerdote e de estar disponível para as almas”. “Senhor faz-me um digno instrumento em tuas mãos”, afirma como lema.

Atualmente, Rozário Menezes é o superior dos monfortinos na Papua Nova Guiné e se encarrega dos jovens que sentem a vocação para formar parte da Companhia de Maria.

Este sacerdote confessa que a vida na missão é “emocionante e exigente” e que cada dia traz novos desafios e problemas que tem que resolver mesmo que “em todo momento sinta a presença de Deus e é gratificante ver como intervém em diferentes situações”.

Nem tudo é fácil na Papua Nova Guiné. Assim atesta ele mesmo. “Sabemos que o Senhor está sempre presente em nossas vidas mas a mim me parece que aqui sua presença é tangível”. Conta também que “às vezes eu lanço desafios a Ele como Ele também me desafia.

Os ataques de malária e os desafios para Deus
Chegou neste país em 2000 e disse quenos três primeiros anos ali a malária o derrubou seis vezes e cada seis meses se tinha que tomar duas semanas de descanso por este motivo. Inclusive em duas ocasiões esteve a ponto de morrer.

Mas a história do Senhor com ele não havia mais que começado. Em 2003 “ fui aos Estados Unidos para arrecadar fundos para a missão e quando apenas chegava ali um mês de malária me golpeou de novo”.

Deus escutou as queixas
“Não estava contente com a forma em que me tratava o Senhor”, relata. Um dia no hospital falava com um amigo sobre esta situação e lhe dizia que “Deus me tinha dado tudo mas não uma boa saúde e que se tivesse outro ataque de malária não poderia voltar a Papua Nova Guiné”. Dito e feito. “Creio que o Senhor me tomou a sério porque nunca mais tive uma recaída de malária desde então”.

A situação para os sacerdotes não é nada fácil e conta que “os que trabalham nas missões mais afastadas citam a solidão como sua principal dificuldade”.

Um trabalho exigente
Ali, os sacerdotes “estão sós, isolados com modos muito primitivos de transporte porque não existem caminhos entre os diferentes povoados da paróquia. Sempre a única forma de transporte é a canoa. Mas tudo vale para chegar aos habitantes destes lugares escondidos porque “a única pessoa que os escuta e trata de ajudar é o pároco”.

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Uma escritora cambojana sobrevivente de Pol Pot explica sua conversão: de budista a católica.

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A escritora Claire Ly

Uma escritora cambojana sobrevivente de Pol Pot explica sua conversão: de budista a católica

«Senti que Deus era tão grande que se ajoelhava diante de minha liberdade», disse Ly. Nos campos de concentração mataram seus pais e seu marido.

Mar Velasco / ReL – 24 outubro 2012 – religionenlibertad.com

«Nos campos de concentração do Camboja de Pol Pot, Claire Ly perdeu seu marido e seus pais, fusilados pelo regime do khmer vermelho. Daquele inferno saiu milagrosamente viva, e naqueles anos de genocídio comunista amadureceu sua conversão do budismo ao cristianismo.

Uma conversão que não foi repentina, mas o resultado de um longo caminho que a levou a reconhecer-se como uma pessoa completamente renovada em seu encontro com Cristo, sem necessidade de renunciar suas raízes nem sua tradição.

Exilada na França desde 1979, escritora, professora e mãe de três filhos, se converteu ao catolicismo em 1984, aos 36 anos. Hoje, através de suas conferências, compartilha sua experiência humana e espiritual incansavelmente para promover o diálogo entre ambas religiões.

Acaba de publicar na França sua última novela, “O Mangue”: à la croisée des chemins et des cultures (Manguezais: na encruzilhada de culturas e religiões), sobre o encontro entre duas mulheres com formas de vida muito diferentes. Claire Ly, como o eco-sistema de manguezais, também se converteu em um lugar que a água salgada se mescla com a água doce. Oriente e Ocidente são suas duas fontes.

A vida no inferno
Seu itinerário para Deus chegou diretamente do Evangelho e de seu encontro pessoal com Cristo. Assim explica Claire sua conversão: “Recebi a graça do batismo em 24 de abril de 1983. Pessoalmente não vivi minha conversão como uma ruptura ou um novo começo, a budista que tinha em mim não abordou o mistério de Jesus Cristo de uma maneira repentina, foi uma longa viajem. Nasci em 1946, em uma família de empresários cambojanos. Licenciei-me em Direito e Filosofia, fui professora e trabalhei no Ministério de Educação. Mas em 1975, com a chegada do khmer vermelho fui deportada para um campo de trabalho. O regime buscava a “pureza” do país na base de “libertar” o Camboja de toda influência exterior. Para conseguir esta ideologia utópica começaram eliminando todos os que podiam resistir e os intelectuais foram o alvo principal. Eu sobrevivi no campo como pude, obrigada a trabalhar em condições desumanas, presenciando execuções sumárias e assistindo ao doutrinamento das crianças. Quando tive que assistir ao fuzilamento de minha família, os sentimentos de rebelião e o ódio invadiram todo meu ser. Era impossível para mim manter a calma naquela turbilhão de violência”, recorda.

A silenciosa companhia do “Deus do Ocidente”
“Então vi a mim como uma má budista e busquei, tal e como sugere o budismo, um objeto mental sobre o qual focar toda minha negatividade, ao qual chamei –não me perguntem porque– ‘o Deus do Ocidente’, ao qual me dediquei a insultar, como a um bode expiatório. Durante um tempo, foi meu único interlocutor. Pouco a pouco me dei conta de que este ‘Deus do Ocidente’ ia me acompanhando em minha sobrevivência, e que minha força não provinha de mim mesma, mas de Outro alguém. No entanto, ainda não compreendia o que acontecia”, reconhece.

O encontro definitivo
“Depois de viver durante quatro anos no acampamento de Pol Pot, acompanhada de algum modo pelo sentimento deste ‘Deus’, pude por fim exilar-me na França, onde um dia caiu em minhas mãos a encíclica “Dives in Misericordia” (Rico em Misericórdia)de João Paulo II. Ao lê-la me deu vontade de ler o Evangelho”, recorda.

“Aquela foi uma leitura que foi me preparando para acolher, a princípio, as palavras de Jesus de Nazaré como as de um grande homem, um grande mestre, um rabino. Minha educação budista me ajudou a entender mais facilmente a humanidade de Cristo que sua divindade. Estive durante mais de um ano lendo o Evangelho, até que um dia senti a curiosidade de ir à missa. Creio que frequentar ao homem de Nazaré e a leitura do Evangelho foi o que me levou ao mistério de Jesus na Eucaristia, e a reconhecê-lo como verdadeiro Deus. Como sabeis, a tradição budista situa o homem por cima de qualquer divindade, porque só ele é capaz de romper os ciclos de vida e morte para aguardar a libertação final, o Nirvana. No entanto, durante esta primeira celebração eucarística, me dei conta de que a glória de Deus não diminui a grandeza do homem. Senti que Deus era tão grande, tão imenso, que não se impunha a minha liberdade, mas que se ajoelhava diante dela. Que Deus ainda necessitava de meu consentimento para ser plenamente Deus. Encontrei o paralelismo entre minha própria liberdade e o poder de Deus”, reflete.

Um Deus não excludente, mas complementar
“Durante a missa, me invadiu um desejo louco de chegar a ser discípula de Jesus. Este desejo tão irracional aos olhos de minha tradição, o budismo, foi o que me conduziu mais tarde à necessidade de pedir o batismo. Passaram quase trinta anos desde que passei da sabedoria de Buda para viver a loucura do amor de Jesus. E sinto que minha viajem é uma aventura que se renova diariamente para alcançar o diálogo entre a budista que habita em mim e a católica que sou”.

“Foi-me concedida nesta vida a inteligência para confessar que Jesus é Cristo, o Senhor, mas esta lucidez não foi um salto no vazio, porque meu espírito renovado não aboliu todos os conhecimentos acumulados durante meus anos de budismo. Ao contrário, tudo ocorreu como se minha nova esperança em Jesus não fizesse mais que completar, proporcionar um novo espaço à budista que eu era”, assegura Claire.

“E a cristã não pode desdenhar nem desprezar a antiga budista, porque continua apoiando-me em meu caminho como católica através de seu questionamento e sua sabedoria, segue sendo minha companheira de viajem: compartilhamos nossas opiniões, nossas crenças, nossas esperanças, nossos êxitos e nossos fracassos. Dou graças ao Espírito do Senhor por ter-me permitido viver esta hospitalidade, esta aceitação mútua, princípios, sem dúvida do Reino de Deus”, sustenta.

Um livro para curar feridas
“Os personagens de meu livro, construído como uma novela, são no fundo aspectos de minha própria personalidade. Para mim foi o modo de tomar distância sobre os acontecimentos vividos no Camboja durante a ditadura do khmer vermelho, mas também para reelaborar a memória e olhar até o fundo de mim mesma. Eu, como muitos outros imigrantes, levo dentro de mim duas culturas e tradições, e o diálogo interior nem sempre é fácil”.

“É necessário chegar a encontrar as palavras certas sobre nossa fratura interior”, explica Ly, que crê que o encontro entre religiões é possível: “É minha experiência e minha esperança. Mas este diálogo só pode dar-se se cada um aceita suas fraturas e feridas. Não queremos nunca ver os obstáculos e os aspectos mais negativos que habitam em nós. Os imigrantes, os exilados, vivem na fronteira entre duas culturas e talvez entre duas maneiras de viver a fé, e podemos servir de muita ajuda na hora de elaborar o diálogo”, diz.

Reciprocidade e compreensão
Claire crê que para que o encontro seja efetivo é necessário primeiro eliminar os prejuízos que existem em ambas as partes: “Toda pessoa que chega em um país estrangeiro não tem necessariamente os códigos para ler a cultura no contexto em que se insere. E quem acolhe, desejaria que o outro tivesse pressa em se acostumar. Mas faz falta o tempo. Os imigrantes estão obrigados a mudar de pele, para converter-se em outra coisa, sem que por isso reneguem ou renunciem totalmente a cultura de origem. (A palavra “integração” não gosto muito, porque integrar-se em algo implica sempre desintegrar algo anterior. Prefiro a palavra “adoção”). O importante é conseguir criar um diálogo em que cada um tenha algo que receber e algo que dar, mas para isto é necessário não ficar na superfície, enfrentar-se cara a cara com a verdade”, conclui Ly.

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por euvimparaquetodostenhamvida

Só pôde enfrentar seu passado de abusos ao conhecer o caso da menina beata Laura Vicunha.

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Também nisto os santos são exemplo

Só pôde enfrentar seu passado de abusos ao conhecer o caso da menina beata Laura Vicunha

Dawn Eden se converteu ao catolicismo e se consagro a pregar a castidade. Mas tinha algo em sua vida que não tinha revelado.

C.L. / ReL – 13 julho 2012 – religionenlibertad.com

Como contou em seu dia ReL, Dawn Eden, novaiorquina, de origem judia, jornalista especializada na música rock, e defensora e praticante da liberdade sexual mais absoluta, se converteu ao catolicismo em 2006 e se converteu em uma apóstola da virtude oposta, conseguindo um grande sucesso com seu livro em 2008 “A aventura da castidade”.

Ela contou boa parte do que tinha sido sua vida anterior (abraçou a fé aos 31 anos): “Atrevi-me então a contar às pessoas como o amor de Cristo me havia salvado de uma depressão suicida e tinha me dado forças para romper com um estilo de vida sexualmente degradante”, disse hoje, quando se aproxima dos quarenta anos.

A dor secreta
Mas houve algo que não contou porque não estava preparada, e se desse a conhecer agora, ao publicar uma nova obra, “Minha Paz Vos Dou”, que leva o imprimatur do cardeal Donald W. Wuerl, arcebispo de Washington, e oferece uma espiritualidade católica para as pessoas feridas pelo abuso sexual infantil: “Neste livro compartilho também minha história como vítima de abusos curada através de Cristo e sua Igreja”, confessa.

No texto recorda que houve santos que também padeceram algum tipo de abuso ou trauma infantil -não necessariamente sexual-, desde doutores da Igreja como São Tomás de Aquino ou São Bernardo, a outros menos conhecidos como Santa Margherita Castello (1287-1320) ou Santa Josefina Bakhita (1869-1947). Não foi nenhum deles quem a resgatou, mas a história da menina Beata Laura Vicunha (1891-1904), nascida no Chile e morta na Argentina, e cuja vida se encontra, entre outros, no livro dos Santos de calças curtas de Xavier Paredes (HomoLegens).

“Então, quando me converti, muitos louvaram minha honestidade sobre meu passado, evitei cuidadosamente revelar a dor escondida que me impedia experimentar completamente a alegria cristã. Se tivesse sido totalmente aberta, teria tido que revelar que quando menina sofri abusos sexuais”, explica Dawn: “Os abusos me deixaram um trastorno por estresse pós-traumático, que se manifestava em forma de ansiedade, fobias sociais e flash backs, além de crises emocionais em que me culpava e acusava a mim mesma de minha própria condição de vítima”.

Laura Vicunha, em uma foto identificada em 2010 por uma investigação policial. “Levar meus problemas ao Senhor me ajudava”, continua em seu blog em Patheos, “especialmente quando descobri uma antiga oração chamada Anima Christi [a ignaciana Alma de Cristo] que pede ´Dentro de tuas chagas escondei-me´. Dava-me esperanças saber que no traspassado Coração de Jesus havia um lugar para meu coração ferido”.

A ajuda que lhe faltava
Contudo, o alívio de Dawn Eden não era completo. Até que um dia de dezembro de 2010, folheando o livro de um amigo, se encontrou com “a história de uma menina sul-americana que fez em pedaços meus prejuízos sobre a santidade”.

Imagem pictórica para veneração dos fiéis que se tinha de Laura Vicunha até 2010, quando se encontrou uma imagem fotográfica autêntica. Entre os nove e os treze anos, Laura Vicunha foi assaltada, sem sucesso, pelo violento amante de sua mãe, que se negava a deixá-lo apesar de conhecer as lutas de Laura para escapar de Manuel e dos castigos aos quais este submetia a ambas como vingança. Em uma ocasião, a mãe quis obrigá-la a dançar com ele para evitar as consequências.

Dawn disse que ficou “chocada” ao ver que era muito similar ao seu: “O amante de minha mãe abusou de mim. De fato, é uma situação habitual entre as vítimas: uma menina que vive com sua mãe só e com o par tem uma probabilidade vinte vezes maior de sofrer abusos que uma que vive com ambos pais biológicos”.

“Impressionou-me profundamente saber que a Igreja tinha reconhecido a santidade de una menina cujos sofrimentos eram como os meus. Também podia identificar-me com Laura em sua resposta aos abusos: ela buscava a presença de Cristo na Eucaristia. Não há que ter muita imaginação para supor que, ao elevar seu olhar do sacrário ao crucifixo, também se sentiria acolhida nas feridas de Jesus”.

O perdão heroico de Laura
Pouco antes de morrer, após receber a comunhão, Laura Vicunha quis falar com sua mãe e lhe revelou que a perdoava e que tinha oferecido sua vida a Deus para sua conversão. “O testemunho de valentia de Laura me deu a coragem que necessitava para oferecer o meu em “Minha Paz Vos Doy”, um testemunho que ela brinda também para ajudar quem foi vítimas de abuso por parte de alguns sacerdotes ou religiosos.

“Muitas vítimas precisam de ajuda psicológica, mas suas feridas principais são espirituais e requerem cura espiritual. Todos aqueles que sofreram um trauma qualquer sabem que inclusive as feridas que estão por curar são santificadoras se se as leva à luz de Cristo ferido e ressuscitado. Os santos”, conclui, “nos mostram o caminho”.

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por euvimparaquetodostenhamvida

Como alguém concebido em estupro, eu acho que Richard Mourdock está certo.

Como alguém concebido em estupro, eu acho que Richard Mourdock está certo.

por Ryan Bomberger | Washington, DC | LifeNews.com | 10/26/12 12:24

O partido democrata tem apostado na sua posição sobre o aborto, firmemente plantando seu alimento em solo encharcado de sangue. Terreno comum não é, nem nunca foi realmente, um objetivo genuíno do partido.

Ele orgulhosamente comemora seu abraço com uma indústria que mata mais de um milhão de inocentes crianças ainda não nascidas a cada ano e fere inúmeras mulheres e homens em processo violento.

Ativistas liberais vão desfilar em torno de ‘vaginas gigantescas’, publicamente recitando linhas explícitas ao pró-estupro estatutário “Os Monólogos da Vagina”, usando camisetas proclamando “Fiz um aborto” , apoiando aborto com nascimento parcial, e ficar com a corrente de aborto que se recusa denunciar o estupro. Mas eles não são os extremistas?

O candidato a Senador de Indiana Richard Mourdock é mais um político pró-life cujas palavras foram distorcidas para que os pró-Obama, pró-aborto, pró-feminismo e mídia liberal possam atacá-lo sem piedade de alguma forma para atacar as mulheres.

Qualquer um com metade de um cérebro pode entender os seus comentários em significar Deus na vida pretendida para acontecer, não estupro. Mas a mídia não depende de intelecto, mas de emoção crua, desinformada. Eles mantém a questão no abstrato, cuidando para não humanizá-la para mostrar porque uma convicção pró-life iria abraçar até mesmo uma criança concebida em tais circunstâncias.

Os defensores do aborto sabem que revelar toda a verdade teria um jeito de falar com o coração.

Estupro. É uma das coisas mais terríveis que qualquer um pode fazer para outro ser humano. Nações devastadas pela guerra viram atos inimagináveis ​​de crueldade o tempo todo. Em nosso país, há uma guerra cultural que banaliza a desumanidade do mesmo.

Nossa indústria pornográfica cria fantasias de estupro, comediantes fazem piadas de estupro , e magnatas do aborto como Cecile Richards lucram no silenciamento de casos reais de violência.

Menos de 1% dos abortos são resultado de estupro, incesto ou proteção da saúde física da mãe. No entanto, os ataques liberais da mídia sobre Richard Mourdock, Todd Akin , Ryan Paul, Marie Ann Buerkle, Parker Star, Michele Bachmann, Alveda Dr. King, Charmaine Yoest, e outros líderes publicamente pró-life tem um objetivo: justificar em 100% de abortos.

Nesse processo, a mídia e seus aliados do aborto obscurecem o que estamos realmente falando de vida super humana.

Eu sou o 1%. E há muitos outros por aí que oferecem uma história semelhante de nascimento como resultado de um estupro. Nós somos os exemplos concretos de que a Planned Parenthood e ativistas pró-aborto amam odiar.

Nós apresentamos um outro lado da história, não uma promoção de agendas legislativas, mas que personaliza este assunto de modo imprudente e descuidado tratado pela grande mídia.

Há vidas reais em jogo, e aborto só nos permite fingir que essas vidas não existem.
http://www.lifenews.com/2012/10/26/as-someone-conceived-in-rape-i-support-richard-mourdock/

 

por euvimparaquetodostenhamvida