“A morte para uns dá pavor, para outros inveja, para alguns os deixa indiferente, aos eleitos os excita nobre esperança”.

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Sobre a morte

O bispo catalão, Dr. Torras e Bajes, escreveu este pensamento:
“A morte para uns dá pavor, para outros inveja, para alguns os deixa indiferente, aos eleitos os excita nobre esperança”.

Jorge Loring, SJ – 18 setembro 2012-religionenlibertad.com

Efetivamente:
PARA ALGUNS DÁ MEDO, porque tem fé, mas vivem em pecado mortal e temem morrer nesse estado.

PARA OUTROS DÁ INVEJA, porque não estão contentes com sua vida e desejam desaparecer, por faltar-lhes recursos sobre-naturais que sublimam o sofrimento.

PARA ALGUNS DEIXA INDIFERENTES, porque dizem que não creem no inferno,
Mas é muito difícil que, por dentro, não tenham alguma dúvida de que talvez a do inferno seja verdade.
E isto lhes tira a paz, ainda que o dissimulem.

E AOS ELEITOS DÁ ESPERANÇA, porque são crentes praticantes que vivem na graça de Deus, e sabem que a morte está a um passo da “melhor vida”.
Por isso disse São Paulo (Filipenses, 1, 21)

“Para mim a morte é ganho”

Pe. Jorge Loring SJ

O Pe. Jorge Loring, SJ nasceu em Barcelona passou sua juventude em Madri e o que tem de jesuíta é andaluz. Ordenou-se sacerdote aos trinta e três anos. Seu livro ‘Para Salvar-te’ teve tal aceitação que superou largamente um milhão de exemplares na Espanha, sem contar as edições que se fizeram no México, Peru e Chile. Tambénm fizeram traduções em português em Braga, em inglês em ‘Los Angeles’, em árabe no Cairo, em hebreu em Jerusalém e em gujerati na Índia. Hoje se está fazendo a tradução para o russo em Moscou, e para o japonês em Tókio. Como ampliação do livro ‘Para Salvar-te’ publicou outro intitulado ‘Quarenta Conferências’ onde desenvolve diversos temas. Estas conferências estão escritas segundo foram pronunciadas em distintos pontos da Espanha. Também publicou ‘O Santo Sudário’, tema que leva estudando-a mais de trinta anos e sobre o qual pronunciou mais de mil conferências.

Pe. Jorge Loring SJ, é autor, editor e responsável pelo Blog ‘Para salvar-te’, alojado no espaço da web de http://www.religionenlibertad.com

JORGE LORING, SJ
jorgeloring@gmail.com
http://www.arconet.es/loring

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por euvimparaquetodostenhamvida

O argentino Enrique Shaw, um empresário com 3.000 trabalhadores, pai de nove filhos e encarcerado por Peron, futuro santo.

ReligionenLibertad.com

O argentino Enrique Shaw, um empresário com 3.000 trabalhadores, pai de nove filhos e encarcerado por Peron, futuro santo.

Além disso fundou uma organização empresarial, estava comprometido com a Ação Católica e era membro de um partido político.

Álex Rosal/ReL – 30 agosto 2012 – religionenlibertad.com

Poderá ser o primeiro empresário contemporâneo a subir aos altares. Chamava-se Enrique Shaw, era argentino e morreu com 41 anos em 1962.

Sofrendo de um severo câncer, nos últimos meses de sua vida eram os próprios trabalhadores de sua empresa, a famosa ‘Cristalerias Rigolleau’, que iam voluntariamente ao hospital para doar seu sangue, e contribuir assim com transfusões para alongar a vida de seu chefe.

Um santo com paletó e gravata
“Enrique era um santo”, diziam muitos sobre ele quando morreu em 1962, e essa chama de santidade não se apagou com os anos. Em 1997, o cardeal argentino Jorge Mejia lançou diante de um grupo de empresários o detonador necessário para empreender a causa de beatificação. “Creio que a vida de Enrique merece a abertura de uma causa”. E com a aprovação do arcebispo de Buenos Aires, o cardeal Bergoglio, iniciou-se a causa diocesana de beatificação com a colheita de testemunhos, que acaba de concluir nestes dias. A partir de agora será a Santa Sé a que determina a santidade do empresário Shaw.

Um empresário santo?
Enrique Shaw era um místico engajado nos afazeres da vida diária. Tinha que cuidar de sua mulher e seus nove filhos, dirigir uma empresa de 3.000 empregados, atender a Associação Cristã de Dirigentes de Empresa (ACDE) por ele fundada, tirar tempo para a Ação Católica e o Movimento Familiar Cristão de Buenos Aires, dar conferências e seminários de formação por todo o país, assim como participar da política através do Partido Democrata Cristão.

Sua frenética atividade estava impregnada por uma profunda espiritualidade que a expressava de forma natural: “A graça divina não me tira a liberdade; ao contrário, a aperfeiçoa e nunca me sinto mais livre do que quando estou debaixo do influxo da suave energia que nasce da luz proporcionada por Deus”.

“Quanto mais me creio amado por Deus -escreverá Shaw-, mais me sinto capaz de amar o próximo, e de devolver a Deus amor por amor, dando-lhe a única correspondência que Ele me pede: amor aos nossos irrmãos”.

Um místico à frente de uma empresa?
Seu modo de dirigir os 3.000 trabalhadores que tinha na ‘Cristalerias Rigolleau’ estava baseado em sua experiência do Evangelho. Seu manual da empresa era o próprio Evangelho. Shaw gostava de repetir que “devemos aplicar a doutrina e a mensagem de Cristo aos problemas concretos da função empresarial. O empresário para encarnar Cristo na empresa e na forma de fazê-lo tem que aplicar seus ensinamentos. O problema mais agudo é a carência de gente cristã capaz de atuar nos níveis mais altos das empresas”.

Por isso, diante dos colegas empresários que só se preocupavam com a rentabilidade econômica de seu negócio, sem atender as condições de vida de seus empregados, lhes recordava que “um empresário com sentido social moderará seu espírito de lucro, reconhecerá o valor e a dignidade do trabalho alheio, tratará o operário com consideração, e se esforçará para que leve seu trabalho à elevação econômica e moral correspondente a sua dignidade”. Sem dúvida, toda uma revolução para a Argentina dos anos cinquenta.

A empresa, uma comunidade
Para Shaw a função de diretor na empresa não era nenhum privilégio mas um dom para possibilitar a criação de uma comunidade que fizesse elevar a humanidade do trabalhador: “Que na empresa haja uma comunidade humana; que os trabalhadores participem na produção e, portanto, deem ao operário o sentido de pertença à uma empresa; que lhe ajude a adquirir o sentido de seus deveres para com a coletividade, o gosto por seu trabalho e da vida, porque ser patrão não é um privilégio, mas uma função”.

Em outra ocasião recordava a algum amigo empresário que se queixasse dos abusos que cometiam alguns trabalhadores: “É indispensável melhorar a convivência social dentro da empresa. Precisa humanizar a fábrica. Para julgar um operário há que amá-lo”. E acrescentava: “Como empresário, temos que semear esperança, ver a realidade, renunciar ao benefício do momento, ser uma ponte entre quem conhece o problema e os que pensam em sua situação imediata”.

Cristianizar os empresários
Shaw queria implantar um novo modelo empresarial, baseado na Doutrina Social da Igreja, mas para isso devia “cristianizar a classe patronal argentina”.

Interpelado por umas palavras do Papa Pio XII, que reclamava um tipo de empresário que olhasse mais além da conta de resultado, decide fundar a Associação Cristã de Dirigentes de Empresa (ACDE).

O general Peron o encarcera
Todo homem respeitado por seus concidadãos é um perigo para o poder, por isso não é de se estranhar que o general Juan Domingo Peron, presidente da Argentina, acabasse encarcerando uma pessoa como Enrique Shaw em maio de 1955. A acusação? Conspirar para derrotar o Presidente da República. Ele e outros 18 dirigentes leigos da Ação Católica foram detidos e encarcerados durante dez dias após serem marcados como responsáveis por um “complô político”.

Foram obrigados a dormir no chão, suportar interrogatórios de até 10 horas, sofrer pressões psicológicas para “reconhecer” um “falso complô” e, com tudo isso, a ameaça de tortura sobrevoa suas mentes pela insistência de seus carcereiros em obter uma declaração jurada de seu “delito”… além disso ficam incomunicáveis com suas mulheres e seus advogados. No final, a pressão internacional pôs prudência no Governo da nação, e Shaw e seus companheiros da Ação Católica foram libertados sem receber desculpa alguma.

Participação política
Porém este atropelo de sua liberdade individual empurra Shaw a comprometer-se na vida pública de seu país colaborando com o Partido Democrata Cristão, de recente criação.

Sua colaboração política não foi muito intensa. Seus escritos deixam claro o que esperava da ação política: “O remédio aos problemas sociais de ordem espiritual é uma volta sincera aos ensinamentos do Evangelho (…) No reconhecimento das prerrogativas reais de Cristo e a volta dos indivíduos e da sociedade à lei de sua verdade e de seu amor é o único caminho de salvação”.

Agradecimento aos seus trabalhadores
A enfermidade se agrava e os médicos não se atrevem a operar… só o mantém vivo as contínuas transfusões de sangue que doam seus trabalhadores. Shaw, numa emotiva despedida com os empregados das ‘Cristalerias Rigolleau’, agradece em público “a vida” que o estão presenteando entre todos.

“Quando alguém me dá um presente- por exemplo, uma lapiseira- eu lhe escrevo em seguida para agradecer o obséquio. Mas neste caso tardei em agradecer o presente que me deram, porque não se trata de expressar meu agradecimento pelo obséquio de um objeto, mas de algo tão vital, tão cheio de sentido como símbolo da própria vida como é seu próprio sangue para ser transferido para minhas veias. Só agora que estou reunido com todos vocês posso dizer com emoção: Obrigado, meus queridos companheiros”.

É possível que algum dia possamos dizer deste Servo de Deus: Santo Enrique Shaw, intercedei por nós…

Mais informação: http://www.enriqueshaw.com.ar

 

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por euvimparaquetodostenhamvida

«Nossa nação está em perigo. Necessitamos de tuas orações»; outra forma de fazer política nos Estados Unidos.

ReligionenLibertad.com

Começa a maratona de 40 dias de oração e jejum

«Nossa nação está em perigo. Necessitamos de tuas orações»; outra forma de fazer política nos Estados Unidos.

«Os crentes necessitam rezar como nunca antes o tinham feito», asseguram os promotores da iniciativa 40 Dias de Oração.

Sara Martin / ReL – 29 setembro 2012 – religionenlibertad.com

«Mesmo crendo e apoiando a importância de exercer o direito ao voto, também pedimos à Igreja Cristã na América para fazer algo que é ainda mais criticado nestes dias… Rezar. A seriedade de nossos tempos requer uma intensidade na oração sem precedentes.

Em consequência, fazemos um chamado de 40 dias e 40 noites de intercessão sem parar em favor de nossa nação, nos dias imediatamente precedentes às eleições de 6 de novembro».

Este é o desesperado manifesto de ’40 Days of Prayer’ (40 Dias de Oração), uma iniciativa do Comitê Americano Nacional de Oração, que começa hoje particularmente sua contagem regressiva até a próxima eleição a ser realizada em 06 de novembro nos Estados Unidos.

Os motivos? «Vivemos uns tempos desesperados quando o tecido espiritual, moral e econômico de nossa nação está se desintegrando ao nosso redor. Os crentes necessitam rezar como nunca antes o tinham feito», explica a página da web oficial do evento de’ 40 Days of Prayer’.

Mas, contra o que pode parecer, a iniciativa não tem um objetivo de oposição frontal a Barack Obama nem busca votos para o candidato republicano Mitt Romey: «Nossa intenção é ficarmos à distância de qualquer coisa que possa parecer um apoio explícito a um candidato ou partido concreto», esclarecem.

«O que estamos pedindo é que Deus intervenha em favor de nossa nação».E ponto. Não apoiam de nenhuma maneira um programa eleitoral e nem sequer é o que pretendem. O Comitê Americano Nacional de Oração agrupa mais de 90 associações e ministérios regionais e locais em todos os Estados Unidos que se uniram por uma causa comum superior: o bem do país.

Não só trata de escolher o próximo presidente de Estados Unidos.
Em uma carta aberta, David Butts, presidente do Comitê Americano Nacional de Oração, explica em uma simples linguagem o objetivo do projeto ’40 Days of Prayer’: «Crieo que Deus simplesmente está utilizando o que é importante para nós (as eleições) para levar a cabo o que é importante para Ele (mobilizar uma igreja orante). Seu desejo para Seu povo é que se humilhe e creia que Ele pode levar a cabo seus propósitos neles.

Neste sentido, a chamada à oração implantada por todo o país não é só para que Deus nos ajude a escolher os líderes de nossa nação, mas é um grito de arrependimento e de humildade […]. Estou convencido de que o destino de nossa nação depende da oração que faça o povo de Deus!».

’40 Days of Prayer’ também lançou um vídeo promocional em que David Butts, em menos de dois minutos, explica as razões desta original e a seu parecer «crítica» iniciativa. Um vídeo que começa e finaliza da mesma maneira: «Nossa nação está em perigo. Necessitamos tuas orações».

Além disso, Butts escreveu um livro chamado ’40 dias de oração pela América’. Desesperados pela mudança que conta com orações e pontos de reflexão para cada um dos dias.

A obra pode se comprar ou consultar gratuitamente através da internet no seguinte link: http://www.40daysofprayer.net/resources/desperate-for-change

Se quiser consultar a iniciativa também no facebook, faz um click aqui: https://www.facebook.com/prayforelection

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por euvimparaquetodostenhamvida

Bento XVI dedica Jornada Mundial de Comunicações 2013 às Redes Sociais.

 

Bento XVI dedica Jornada Mundial de Comunicações 2013 às Redes Sociais

Papa Bento XVI

VATICANO, 29 Set. 12 / 07:55 am (ACI/EWTN Notícias).- O Papa Bento XVI escolheu como tema para a 47ª Jornada Mundial das Comunicações Sociais, no contexto da celebração do Ano da Fé, às “Redes Sociais: portais da verdade e da fé; novos espaços para a evangelização”.

Esta reflexão responde à um dos desafios atuais mais importantes que é precisamente a evangelização em um ambiente cada vez mais digital, no qual se tem desenvolvido e adquirido uma grande popularidade nas redes sociais, impactando na comunicação e nas relações interpessoais.

As inquietudes pleiteadas diante desta situação incluem se a tecnologia pode ajudar os homens a encontrar Cristo na fé. A necessidade de apresentar o Evangelho como resposta perene à exigência humana de sentido e de fé, deve emergir e abrir caminho através da Internet.

A proposta é humanizar e vitalizar o mundo digital, para usar a Internet não como um “meio” de evangelização, mas evangelizar tomando em conta que a vida do homem moderno também se expressa na rede.

A Jornada Mundial das Comunicações Sociais, a única estabelecida desde o Concílio Vaticano II, se celebra anualmente no domingo anterior à festa de Pentecostes, que este ano será em 12 de maio de 2013.

A mensagem do Papa Bento XVI para esta jornada se publicará em 24 de janeiro, na ocasião da festa de São Francisco de Sales, patrono dos jornalistas.

Fonte: http://www.aciprensa.com/noticias/benedicto-xvi-dedica-jornada-mundial-de-comunicaciones-2013-a-redes-sociales-70792/#.UGien5jR6bY

por euvimparaquetodostenhamvida