Morreu Luz Amparo Covas, a vidente de Prado Novo do ‘El Escorial’.

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Morreu Luz Amparo Covas, a vidente de Prado Novo do ‘El Escorial’

Seu funeral será no domingo às 19:00 horas na nova capela que acaba de construir em Prado Novo.

Efe/ReL – 18 agosto 2012 – religionenlibertad.com

Amparo Covas faleceu na sexta-feira pela tarde depois de uma longa enfermidade. Seu funeral será no domingo para inaugurar a capela no lugar das aparições, cuja construção foi autorizada em abril pelo cardeal Rouco.

Amparo Cuevas, era a vidente a qual supostamente lhe apareceu a Virgem em Prado Novo, na localidade madrilenha do ‘El Escorial’, há mais de trinta anos.

Pedro Besari, porta-voz da congregação Virgem das Dores, fundada em torno da figura de Luz Amparo, confirmou a notícia e falou que na manhã de domingo, às 19.00 horas, se celebrará o funeral por sua alma. Será, precisamente, na capela construída no citado Prado Novo, de modo que o funeral por Covas inaugurará o recinto.

O jornalista José Maria Zavala escreveu em seu blog Ouro Fino, alojado em Religion en Libertad, um amplo artigo sobre a falecida, intitulado ‘A morte de Luz Amparo do ‘El Escorial’. (1)

Zavala foi, possivelmente, o último jornalista a aproximar-se do fenômeno do “Prado Novo”, com investigação e objetividade, com seu livro, publicado há apenas um ano “As apariç~pes do ‘El Escorial'”, editado em LivrosLivres.

O cardeal e arcebispo de Madri, Antônio Maria Rouco, aprovou no passado mês de abril a construção de uma capela no Prado Novo, onde supostamente apareceu a Virgem à vidente, e em junho a Prefeitura do ‘El Escorial’ autorizou a construção.

Com sua decisão, Rouco outorgava a Covas uma das petições da Virgem, que em 14 de junho de 1981 lhe havia pedido que construísse em Prado Novo uma capela para meditar a Paixão de seu Filho.

Desde então seus devotos vão rezar e , segundo eles creem, escutar ali as palavras da Virgem através de sua intermediária, Luz Amparo Cuevas, que também grava sua voz para ser reproduzida por alto-falantes.

A Associação Internacional de amigos de Prado Novo conta com mais de 100.000 simpatizantes, segundo a informação passada pela Efe pelos porta-vozes da mesma.

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A morte de Luz Amparo (2) Os pêsames do cardeal Rouco.

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A morte de Luz Amparo (2) Os pêsames do cardeal Rouco

José Maria Zavala – 19 agosto 2012 – religionenlibertad.com

O cardeal Antônio Maria Rouco Varela se encontrava na Alemanha em 17 de agosto quando faleceu Luz Amparo Cuevas. Essa mesma tarde, depois de se inteirar de sua morte, telefonou dali à família da vidente de ‘El Escorial’ para dar os pêsames. Falou com sua filha Amparito, lamentando não poder dar o último adeus à vidente e mostrando sua surpresa pelo desenlace tão rápido.

Amparito consultou o cardeal se podiam enterrar os restos mortais de sua mãe em Prado Novo, junto à capela, ao que ele aceitou sem problemas.
Foi assim como no domingo 19, às 20.30 horas exatamente, enquanto o féretro com o corpo de Luz Amparo era baixado com cordas até o fundo do sepulcro, o sol se ocultou por completo atrás do monte Abantos do El Escorial.
As milhares de pessoas que assistiram a Santa Missa de corpo presente alertaram como o prado ficou quase sem luz natural.
Luz… Assim se chamava na realidade a mulher a qual ainda segue chamando “Amparo”.
Julian Arguello, um dos pioneiros de Prado Novo, me recordava como descobriram, ao cabo de muitos anos, o verdadeiro nome da vidente do ‘El Escorial’:

“Em uma das mensagens, o Senhor disse à Amparo: “Luz, me amas?”. Eu me desconcertei. “Como, que Luz? Chama-se Amparo”, pensei. Tratei mesmo assim de encontrar sentido ao novo nome, admitindo a possibilidade de que o Senhor a chamasse Luz porque, afinal, ela nos iluminava a todos. Mas pouco depois fomos com familiares e amigos a Penhascosa, onde a batizaram. A primeira coisa que vi no documento foi sua data de nascimento -1 de abril de 1931, em lugar de 13 de março que sempre foi dito- e seu nome: Luz!”.

Agora Luz Amparo seguirá iluminando a muitos lá de Cima.

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Luz Amparo viveu em corpo e alma a Paixão do Senhor fazendo honra também à invocação da Virgem das Dores.

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A morte de Luz Amparo de ‘El Escorial’ (1)

José Maria Zavala – 18 agosto 2012 – religionenlibertad.com

Escrevo estas linhas comovido ainda pela morte de Luz Amparo Cuevas, a vidente de ‘El Escorial’, acontecida na sexta-feira, 17 de agosto, pouco depois das 17.30 horas em sua residência madrilenha de ‘Los Llanos’.
Acabo de fazer uma parada no caminho, procedente do santuário mariano de Fátima, rumo a Madri, para velar se Deus quiser nesta mesma noite os restos mortais de uma mulher que soube ser fiel até o final aos desígnios divinos.

Há pouco mais de un ano -exatamente em 13 de maio de 2011, festividade da Virgem de Fátima-, Luz Amparo Cuevas aceitou que eu escrevesse um livro intitulado ‘As aparições de El Escorial’ (LivrosLivres), graças ao qual centenas de pessoas de toda Espanha tem pisado mais de uma vez o prado onde Nossa Santíssima Mãe apareceu em 14 de junho de 1981, debaixo da invocação de ‘Virgem das Dores’.

Acabava eu de publicar um livro sobre o Padre Pio quando senti a necessidade de investigar o que realmente sucedeu em Prado Novo, sem prejuízos; exatamente igual ao que fiz tantas outras vezes enquanto trabalhava no diário ‘El Mundo’ ou na agência Europa Press.
Por gentileza, no último instante de Luz Amparo, tive acesso aos manuscritos de seu diretor espiritual, o sacerdote carmelita Alfonso Lopez Sendin, morto em olor de santidade, que viu estigmatizada numerosas vezes a sua discípula diante de seus próprios olhos.

Lopez Sendin, sobre cuja santidade existem dezenas de testemunhos de sacerdotes e monjas carmelitas, dava fé por escrito de uma dessas ocasiões nas quais contemplou Luz Amparo sangrando pelas mãos, pés e tórax. Sucedeu em julho de 1983, no convento italiano de São Giovanni Rotondo, onde o Padre Pio viveu mais de meio século. A vidente de ‘El Escorial’ viajou até ali para render tributo ao santo de Pietrelcina e ficou estigmatizada diante do mesmo crucifixo do Coro onde o Padre Pio recebeu por sua vez os estigmas do Senhor. Dom Alfonso Lopez Sendin presenciou a cena e pouco depois deixou por escrito sua inesquecível experiência para os mais céticos.
Seu testemunho se soma ao de dom José Arranz, canônico da Catedral de Burgo de Osma durante mais de trinta anos, e aos de outros muitos testemunhos consagrados ou seculares.

Luz Amparo viveu em corpo e alma a Paixão do Senhor fazendo honra também à invocação da Virgem das Dores. Perseguida, caluniada e vilipendiada até o instante de sua morte, quis viver sempre no silêncio, em um segundo plano, sem afã algum de protagonismo. Graças ao seu constante sofrimento, muitas almas hoje se converteram e seguirão fazendo-o, porque agora sua intercessão é mais poderosa do que nunca.

José Maria Zavala, zavala.blog@gmail.com

– é autor, editor e responsável pelo Blog Ouro Fino, alojado no espaço web de http://www.religionenlibertad.com

No há melhor elogio para um escritor profissional como ser a “caneta do Espírito Santo”. Desse modo me “batizou” um sacerdote, depois de ler sucessivamente os livros “Padre Pio” e “Assim vence ao demônio”.

Em que pese ser autor de uma trezena de títulos sobre a Guerra Civil espanhola, os Bourbons ou temas da atualidade, e ter exercido o jornalismo durante mais de vinte anos nas redações do ‘El Mundo’, ‘Expansão’ ou ‘Capital’, não existe privilégio nem satisfação maior que converter-se em instrumento, mesmo que miserável, de Nosso Senhor Jesus Cristo pondo em pleno rendimento o dom da escrita que Ele me deu.

Escrever as duas obras que acabo de citar, também das ‘Aparições de ‘El Escorial’, e compartilhar palestras e conferências em multidão de paróquias me serviu para tentar ser melhor pessoa e, sobretudo, para ajudar aos demais a descobrir ou redescobrir o Senhor. São incontáveis os testemunhos de conversões e/ou curas que, por intercessão de são Pio de Pietrelcina, sigo recebendo nos emails de minha página http://www.josemariazavala.com de pessoas de todos os rincões de Espanha e de outros muitos extrangeiros.

Em minha vida há um antes e um depois da irrupção nela do Padre Pio. Desde então, frequento os Sacramentos, em especial a Eucaristia e a Penitência, e rezo cada dia o Santo Rosário. A devoção ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria são fontes seguras para caminhar por esta sociedade que renega a Jesus Cristo.

Deus quer preencher agora com letra clara as mensagens deste humilde blog.

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Como a Jornada Mundial da Juventude de Madri mudou a vida de três jovens franceses.

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Um ano depois não esqueceram

Como a Jornada Mundial da Juventude de Madri mudou a vida de três jovens franceses

Augustin se confessou com o Papa, Constance descobriu que o que para ela era fácil para outros custa a vida, Elise foi «um saltimbanco de Deus».

C.L. / ReL – 31 agosto 2012 – religionenlibertad.com

Nesta quarta-feira se abriu o prazo de inscrição para a JMJ de Rio de Janeiro que terá lugar de 23 à 28 do próximo mês de julho, e o número um das fichas foi, obviamente, para Bento XVI. Mas embora o Brasil esquente já os motores para o acontecimento, ninguém esquece a Espanha. Durante todo este mês se sucederam as lembranças daqueles seis dias, de 16 à 21 de agosto de 2011, que congregaram em Madri a dois milhões de jovens de todo o mundo.

O diário ‘La Croix’, propriedade da conferência episcopal francesa, também recolheu testemunhos a respeito. Entre eles, três muito diferentes, mas unidos pelo profundo impacto que causou em suas vidas naquele evento.

Augustin, “aquele que se confessou com o Papa”
Augustin Deney, de 21 anos, é quem tem a história mais impactante que contar, pois não em vão foi um dos quatro jovens que puderam se confessar com Bento XVI. Não dá detalhes e fala disso sem presunção alguma e com grande amadurecimento doutrinal: “O sacramento é o mesmo que poderia ter conferido qualquer sacerdote”. Embora admita que algo sim lhe marcou para sempre: “As palavras que o Papa me disse”. Ter sido confessado pelo Papa, brinca, continua servindo de cartão de visita para seus familiares e amigos, que lhe apresentam como “aquele que se confessou com o Papa”.

Desfaz-se em louvores na Via Crucis da Praça de Colon, pelo ambiente, a música, a procissão-desfile: “Tudo foi soberbo, um momento espiritualmente muito forte, o mais forte que eujá vi”, confessa sentado diante de uma bandeira espanhola firmada por amigos que fizeram então. Se o trabalho que compatibiliza com seus estudos de Ciências Políticas se o permite, estará no Rio como peregrino.

Constance, “transformada” pelos perseguidos
Constance Grandazzi, de 26 anos, depois de voltar de Madri adquiriu um maior compromisso paroquial, em concreto a organização de conferências, um projeto que nasceu durante sua estada na Espanha para a JMJ. O compatibiliza com seu trabalho em uma empresa de assessoria, na qual ingressou depois de terminar seu mestrado em Humanidades.

Perdeu a JMJ de Colônia em 2005, na qual acuderam todos os jovens de sua paróquia, e tinha um espinho cravado que se tirou a capital de Espanha: “Queria participar para confirmar minha fé. Não porque não fosse sólida, mas porque queria tomar a temperatura da Igreja”.

Durante a peregrinação connheceu jovens sírios e iraquianos, e então compreendeu que o que para ela era fácil, em outros países implicava violência e podia custar a vida. Com Jamil, jovem sírio agora aspirante ao sacerdócio, mantém contacto através de Facebook.

O contacto com os cristãos perseguidos a “transformou”: “Sabia pelos jornais o que outros viviam, mas em Madri compreendi o sentido da compaixão. Hoje assumo melhor minha fé. Ser crente me faz feliz e não tenho medo do que pensem os demais quando expresso minhas convicções”.

Elise, o saltimbanco de Deus
Elise Marchal tinha 17 anos quando embarcou na aventura de ir à JMJ dentro do grupo ‘Os saltimbancos de Deus’, da diocese de Cambrai, que cada ano representa uma obra de teatro itinerante em torno da fé, como a que fizeram sobre o sacerdote polaco Jerzy Popieluszko, assassinado pelo regime comunista em 1984.

No verão passado ela e outros trinta companheiros fizeram em um mini-ônibus 1500 quilômetros na rota para Madri, convertendo-se em uma das atrações mais comentadas por quem, no formigueiro daqueles dias, os tiveram ao lado deixando testemunho de sua tarefa dramática.

Evoca com especial carinho Burdéus, Salamanca… e Madri: “Tive a impressão de receber uma força que nunca me poderia chegar de outro lado. Para mim, era evidente: Deus estava ali”.

Em seu regresso foi difícil voltar ao instituto: “Sentia-me presa pelo curso da vida”, longe da efervescência vivida em Quatro Ventos. No entanto, essa efervescência se traduziu em responsabilidades: na volta daquele verão, assumiu a direção de um grupo de oração de dez jovens, “uma forma de manter viva a chama da JMJ”. E no Natal, seus companheiros de ‘Os saltimbancos de Deus’ e ela fizeram um retiro em um monastério belga.

Agora há no futuro “um grande ponto de interrogação”, afirma enigmaticamente: “Espero encontrar novas formas de viver minha fé. Parto para o desconhecido. Mas tenho confiança”.

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por euvimparaquetodostenhamvida