Surpreendente descoberta: «William Shakespeare era católico»

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Surpreendente descoberta

«William Shakespeare era católico»

 Os críticos Peter Milward, Peter Ackroyd e Elisabetta Sala argumentam com vários estudos o catolicismo do escritor e de sua obra.

Antonio Giuliano/A bússola cotidiana – 27 agosto 2012 – religionenlibertad.com

Católico ou não católico, este é o problema, se poderia dizer parafraseando a frase de Hamlet. Na realidade, a tese que existe há anos é de que o grande William Shakespeare foi fiel da Igreja de Roma, hoje é muito más que uma hipótese.

A confirmação nos chega de um surpreendente número de livros publicados recentemente. E é que, se finalmente um autor popular laico inglês como Peter Ackroyd o admite em seu Shakespeare: Uma biografia (Neri Pozza), convincente e bem ponderado é o último volume da inglesa Elisabetta Sala “O enigma de Shakespeare”: Cortesão ou dissidente? (Ares).

A autora que escreveu Elisabeth, a Sanguinária (Ares), havia desmascarado brilhantemente a propaganda que rodeia a época elisabetana, e trás à luz a dissidência do dramaturgo e suas relações com os católicos perseguidos pela rainha.

Quem não teve nunca dúvidas hamletianas sobre o catolicismo de Shakespeare e há anos peleja contra uma certa crítica ainda suspeita é Peter Milward, jesuita inglês, professor de Literatura Inglesa na Universidade Sofia de Tókio, máximo ‘expert’ da religiosidade do Bardo.

“É uma hipótese que sustento desde 1973, quando publiquei meu primeiro livro Shakespeare´s Religious Background (O fundo religioso de Shakespeare). Hoje afortunadamente são muitos os livros que relançam esta questão, mas há ainda um certo prejuízo acadêmico que é difícil erradicar”.

– Professor Milward: Por que está tão convencido de que Shakespeare era católico?
– Sabemos que seu pai, John Shakespeare, recopilou de seu punho e letra um testamento espiritual que se encontrou escondido entre as vigas do teto de sua casa da rua Henley em Strafford. Aquele documento (do qual hoje temos uma cópia de 1700 reconhecida como autêntica) foi provavelmente escondido ali em tempos da Conspiração de Somerville de 1583, quando também os familiares maternos, incluida a mãe de Shakespeare, Mary Arden, por causa de sua fé foram submetidos à acusação de alta traição por Sir Thomas Lucy di Charlecote Park. E os nomes tanto do pai John (en 1592) como de sua filha Susana Hall (em 1606) figuram na relação de católicos que se negavam, daqueles que rechaçavam ir às funções obrigatórias religiosas do Estado.

Eram anos de caça aos dissidentes católicos como consequência de um anúncio severo lançado em nome da rainha em 1591, e outro no dia seguinte da Conspiração da Pólvora de 1605.

– Como é que a Rainha Elisabeth I (1533-1603) tão feroz com os católicos o aceitou na corte?
– Obviamente em uma tal situação de perseguição, Shakespeare foi obrigado a silenciar sua fé católica. Teve que viver de forma mascarada, como seu Edgar em Rey Lear , e assim permanece até hoje. Sua máscara era a de um personagem menor de idade, de alguém que ele mesmo chamaria o “bufão”. Duvido que a rainha Elisabeth haja intuído sua camuflagem (mesmo tendo hoje autores convencidos disso).

Sabemos,no entanto, por exemplo que a rainha se deu conta da Fé católica do grande compositor William Bird e lhe consentiu permanecer na corte porque tinha necessidade dele para a música da capela real. Do mesmo modo poderia ter atuado com Shakespeare porque valorizava seu trabalho, sobretudo as comédias e especialmente o personagem de Sir Jhon Falstaff.

Foi obrigado, portanto, a recorrer aos símbolos para não incorrer na censura?
– Sim. São certamente os símbolos, as imagens ou os temas a que recorre em seus trabalhos para mostrar seu catolicismo. Tomemos como exemplo um tema como a peregrinação. Está presente em muitas de suas obras: Ricardo II, O Mercador de Veneza, Como gostais e Rei Lear. O costume de recorrer à peregrinação era tipicamente medieval e católica, mas foi proibida pelos protestantes nos tempos de Henrique VIII, que fechou todos os santuários na Inglaterra.

Outra imagem típica dos católicos perseguidos na Inglaterra foi por exemplo a condição de desterro e da marginalidade que não por casualidade reaparecem em suas obras. Como quando Ricardo II, no momento de ser destronado, aconselha sua dolorida rainha retirar-se para França e entrar num convento como forma de alcançar “a coroa de um novo mundo”, enquanto ele deverá suportar a prisão.

Outro tema é a forma na qual o dramaturgo trata aos frades em obras como Romeu e Julieta, Muito barulho por Nada e Medida por medida. Enquanto os dramaturgos protestantes como Robert Greene e Chistopher Marlowe os tratam com escárnio como personagens ridículos, Shakespeare os respeita e o faz de modo que também seus personagens os respeitem.

– Quais são as demais obras que manifestam sua fé?
– Em um de meus livros ‘Influências bíblicas nas grandes tragédias de Shakespeare’ (editada pela Universidade de Indiana) analizei, ato por ato, linha por linha, as quatro grandes tragédias Hamlet, Otelo, Macbeth e Rey Lear, encontrando certamente numerosas referências da Bíblia. Sobretudo das últimas três escritas no começo do reinado de James I (para Hamlet reinava ainda Elisabeth I) as considero todas em conjunto como as “obras da paixão de Shakespeare” porque fazem voltar ao evangelho da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Mas em meu último livro ‘Shakespeare the Papist’ demonstro como todas as obras admitem uma interpretação católica e bíblica, Se não se admite este substrato, este fundo católico, muitas obras permaneceriam enigmáticas.

– Causou assombro também a declaração do Primaz da Igreja Anglicana, Roman Williams, que admitiu o catolicismo do Bardo.
– Estou muito contente. O mesmo arcebispo de Canterbury me confiou que amadureceu esta convicção também pela leitura de alguns de meus escritos. Mas não é suficiente reconhecer que Shakespeare foi católico. É necessário tomar nota de que nos encontramos frente a um testemunho importante daquele catolicismo inglês que foi cruelmente perseguido por Henrique VIII e por Elisabeth I e por seus cruéis ministros, Thomas Cromwel e William Cecil.

– Apesar de tudo persistem ainda muitas desconfianças em relação à esta hipótese …
Há sobretudo um secular prejuízo acadêmico de parte de um grupo de estudiosos de Shakespeare. Eles gozam de tribunas universitárias importantes e de publicidade midiática. O problema é que alguns autores como Peter Ackroyd admitem o fundo católico de Shakespeare. Mas não se pode compreender seu papel de testemunha do cristianismo e seu catolicismo se não se estuda a fundo suas obras e não se tem em conta as duras perseguiçõs desse tempo.

Shakespeare viveu certamente em uma época na qual os católicos ingleses viviam com medo como os cristãos coptas hoje no Egito. Inclusive os sacerdotes, inclusive os jesuítas, temiam ser descobertos, presos, feitos prisioneiros, torturados e julgados como traidores. Ele não foi ao encontro do martírio, mas tinha uma grande fé católica.

E se sentiu comprometido como dramaturgo, na missão de proclamar a verdadr de sua época e da fé dlo que Hamlet chama “o mundo ainda não conhecido”.

(Traduzido por José Martin Alonso)

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por euvimparaquetodostenhamvida

Julian Assange, Pussy Riot e a aridez informativa de agosto.

actualidadyanalisis.blogspot

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Julian Assange, Pussy Riot e a aridez

informativa de agosto

Publicado por Jorge Enrique Mújica, LC

Oportuno e finamenete irônico o artigo de Ignácio Arechaga a propósito da insignificância das “notícias criadas” para chamar a atenção que de outro modo jamais teriam alguns personagens como o trio punk Pussy Riot (para conhecer sobre este caso veja-se ‘As garotas punk Pussy Riot’: da profanação de uma catedral ao cárcere) e do fundador do Wikileaks.

Fico com duas frases pinçadas do artigo que recomendo ler (ponho completo mais abaixo) e que podem ficar sintetizadas assim:

A diferença entre Solzhenitsyn e Sakharov ( intelectuais russos também opostos ao regime de seu tempo) e as Pussy Riot é que os primeiros tinham na cabeça algo mais que balaclavas (peça de malha feita para aquecer ou defender a cabeça, que a cobre toda até o pescoço, com uma abertura apenas).

O paradoxal Assange consiste em que tendo violado os segredos de embaixadas, agora se ampara na inviolabilidade de uma delas para evitar sua extradição.

***

Assange, as Pussy Riot e o direito de ser famoso
Ignácio Arechaga
Blog ‘El Sonar’

Passadas as Olimpíadas, a tradicional secura informativa de agosto ficou mitigada este ano pelas desventuras de Julian Assange em Londres e pelas Pussy Riot em Moscou. Ambas pertencem ao gênero de notícias criadas pelos próprios protagonistas, para atrair sobre eles o foco midiático e chamar a atenção sobre sua luta.

Um e outras se apresentaram como mártires da liberdade de expressão, perseguidos por poderes autoritários. E não há dúvida que Assange ganhou da inimiga dos Estados Unidos, com suas filtrações do Wikileaks, e de que as Pussy Riot não contam com Putin entre seus fãs. Mas, no momento, Assange foi solicitado pela Justiça por delitos sexuais, por rocambolesca que seja a denúncia das vítimas, e as Pussy Riot foram condenadas por vandalismo anti-religioso, por sua “oração punk” na catedral de Cristo Salvador, com um simulacro de oração em que pediam à Virgem que tirasse Putin do poder.

A severa condenação de dois anos de cárcere às Pussy Riot converteram o grupo marginal desconhecido fora de Rússia em campeãs da liberdade de expressão e ícones feministas, com direito à entrada na Wikipedia. Desde Madonna a Anistia Internacional, muitas vozes se apressaram a pedir sua libertação.

Porém não faz falta sintonizar com as maneiras autoritárias de Putin para pensar que a liberdade de expressão é algo mais que a provocação punk. Em qualquer caso, postas a montar o número, podiam escolher um lugar que molestasse a Putin sem ofender a ninguém. Por que não nas portas da Duma ou do Kremlin? Irromper em uma igreja com uma paródia de oração cantada não pode menos que ofender aos que vão rezar de verdade. Mas o fato de que para o grupo de punk-rock a catedral fosse só um cenário chamativo para sua provocação indica já o respeito que merece a liberdade de rezar.

Para alguns comentaristas, a liberdade de performance artística e de protesto político parece justificar qualquer intervenção em uma igreja. Mas não sei o que diria Madona se as Pussy Riot tivessem interrompido sem autorização em seu espetáculo, dispostas a tirar-lhe o protagonismo.

A verdade é que, inclusive do ponto de vista musical, o numerozinho das Pussy Riot que se pode ver no YouTube é bastante penoso. Está em sintonia com o estilo do grupo, que se caracterizou não só pelas críticas a Putin, mas por recorrer à provocações sexuais, radicalismo anárquico, feminismo anti-patriarcal e demais clichês ao uso. A liberdade de expressão pode amparar também isso, mas provavelmente não é sua melhor manifestação.

Caiu muito o nível da dissidência russa, que debaixo do regime comunista estava representada por personagens de categoria, desde Solzhenitsyn a Sakharov, que arriscaram bem mais que as Pussy Riot e que tinham em sua cabeça algo mais que balaclavas. Enquanto Putin só tem que enfrentar gente como as Pussy Riot, pode estar tranquilo. Terá que fazer orações para que a justiça russa se apiede, como pediu a Igreja ortodoxa, e as solte logo e possam voltar à sua insignificância.

Isto é muit duro para personagens que tem desfrutado de seu direito a quinze minutos de fama. E se não, que se perguntem a Julian Assange, que tornou a subir ao balcão midiático da embaixada do Equador, quando seu momento de glória já havia passado. Sua obra, Wikileaks, atravessa faz tempo horas baixas, sem nenhuma revelação suculenta para levar aos titulares jornalísticos, pois agora sua causa é sua própria liberdade, mais que a liberdade de expressão.

Esta troca dá lugar a um enredo bastante curioso. Aquele que desvelou os segredos das embaixadas americanas contra todo uso diplomático, se ampara hoje na inviolabilidade de uma embaixada. Seu defensor, Baltazar Garzon, que tanto se empenhou em conseguir a extradição de Pinochet, volta a Londres para lutar contra a extradição de Assange para a Suécia. O presidente equatoriano, Rafael Correa, que tanto combateu a imprensa de seu país, se converte da noite para o dia em cavaleiro andante da liberdade de expressão ameaçada, e quer mobilizar as chancelarias latino-americanas contra o colonialismo britânico.

Com razão se diz que hoje em dia a informação foi sustituída pelo ‘infotainment'(informação e entretenimento).

http://actualidadyanalisis.blogspot.ch/2012/08/julian-assange-pussy-riot-y-la-sequedad.html

por euvimparaquetodostenhamvida

BRASIL URGENTE: Novo Código Penal permitiria aborto, eutanásia, uniões gay, prostituição e drogas.

ACI Prensa.com

Senado de Brasil.

Brasil URGENTE: Novo Código Penal permitiria aborto, eutanásia, uniões gay, prostituição e drogas

Senado de Brasil.

BRASÍLIA, 15 Ago. 12 / 07:15 am (ACI/EWTN Notícias).- O polêmico projeto para o novo Código Penal no Brasil promovido pelo senador Pedro Taques, permitiria, se for aprovado, o aborto, a eutanásia, as uniões gay, a prostituição, os jogos de azar, e o cultivo e o consumo pessoal de maconha.

Em 8 de agosto os senadores receberam da Comissão que analiza a reforma do Código Penal um prazo de 7 dias para opinar sobre qualquer mudança no projeto proposto, o que constitui segundo algumas fontes pró-vida consultadas pela ACI Prensa, “um artifício para evitar que o povo se manifeste a favor da vida”.

O Código vigente atualmente foi debatido durante 25 anos.

De Brasília, as fontes disseram também que “não houve nenhum senador favorável ao prazo. Aparentemente o relator (Taques) parece ser o único que crê na possibilidade de revisar um projeto de mais de 500 artigos em um prazo tão curto, o que nos leva a crer que é uma grande manobra para que o texto seja aprovado sem oposição alguma”.

O vice-presidente de Pró-vida Família e assessor parlamentar na Câmara de Deputados há mais de 22 anos, o professor Paulo Fernando Melo da Costa, disse à ACI Prensa que efetivamente o Código necessita ser reformado mas a proposta, em cuja elaboração participaram 15 “juristas”, está longe “da sintonia com o pensamento da grande maioria da população brasileira”.

O também membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Brasília explicou também que “as penas sugeridas para certos delitos chega às raias do absurdo castigando com excessivo rigor o maltrato aos animais com uma sanção maior” à necrofilia; e penalizando mais a falsificação de um shampoo que um aborto.

O professor explicou que o projeto leva mais de mil emendas. “Como um assunto meramente matemático, em 7 dias o relator terá 168 horas ou 10 800 minutos (se não fizesse outra coisa na vida) para ler, estudar e emitir parecer sobre o texto original com mais de 500 artigos das mil emendas oferecidas (…) Se o senador Taques conseguisse tal proeza poderia participar de qualquer filme de super-heróis”.

“A sociedade –disse– merece mais respeito dos nobres senadores porque ao final, o novo Código Penal afetará a vida de todos os brasileiros, incluindo os senadores, apesar da imunidade parlamentar que hoje têm”.

Diante desta ameaça, Melo da Costa alertou os brasileiros a chamar o ‘Alô Senado no número 0800612211, para expressar sua oposição ao projeto e ao processo liderado pelo senador Taques. Pode-se enviar emails e fax também, disse.

“Outro aspecto importante é usar as redes sociais para informar, debater e denunciar todas as manobras para aprovar este nefasto texto legal”, sentenciou.

http://www.aciprensa.com/noticia.php?n=37888

por euvimparaquetodostenhamvida

Astrofísico jesuíta: Teoria de Stephen Hawking sobre origem do universo é anti-científica.

ACIPRENSA.COM

Astrofísico jesuíta: Teoria de Stephen Hawking sobre origem do universo é anti-científica.

Padre Manuel Carreira, astro-físico jesuíta (foto AVAN)

VALÊNCIA, 23 Nov. 10 / 08:04 pm (ACI).- O conhecido astro-físico e sacerdote jesuíta Manuel Carreira, advertiu que a teoria do cientista britânico Stephen Hawking pela qual o universo teria sido criado do nada carece de “rigor e de validade científica”.

De Valência, onde ditou em 23 de novembro a conferência “Diálogo com Stephen Hawking sobre a criação”, o expert indicou que a abordagem de Hawking é “anticientífica” pois viola as leis da física e, além disso, “não aponta nenhuma prova” para demonstrar suas afirmações.

Trata-se mais de “um jogo de palavras inaceitável” que “não contribui ao conhecimento de nenhuma maneira”, falou, segundo informa a agência AVAN.

O Pe. Carreira reconheceu o prestígio e a tenacidade de Hawkins que “se sobrepõe a algumas dificuldades extraordinárias quanto à saúde”. No entanto esclareceu que o novo livro do físico britânico é “uma descrição de alto nível divulgativo do que fez a ciência no século XX e o que fica por fazer”, mas “não aponta nada de novo”.

A obra unicamente é “original” em uma ” falta de formação lógica no primeiro capítulo, ao negar a liberdade humana” e por último, onde “diz que do nada, pela força da gravidade, pôde sair um universo”, o que representa também uma afirmação absurda.

Enquanto a idéia de que o nada tem força gravitacional e que, graças a ela surge o universo, ressaltou que “o nada não tem nenhuma força nem propriedade” mas que é “puramente ausência de toda realidade”. O que sim é uma evidência é que “a gravidade é o resultado da massa”, de modo que “como a nada não tem massa, tampouco pode ter gravidade. Seria algo assim como dizer que do zero há de sair uma conta do banco”.

Oastrofísico espanhol também se referiu à “compatibilidade” da ciência, da filosofia e com a teologia para conhecer a verdade. “Todas são maneiras parciais de conhecer uma realidade que é muito rica e que não pode conhecer-se com uma única metodologia”, pelo qual “podem complementar-se para favorecer o desenvolvimento do conhecimento humano”, afirmou.

O especialista astrofísico disse que a ciência “só fala de como atua a matéria”, mas “não pode dar uma razão” de porquê existe essa matéria. A questão do sentido do universo ou da vida “não entra dentro do âmbito científico e alguém tem que buscar uma resposta em outra ordem de raciocínio”, falou.

A ciência, assim, é “um modo de conhecer o que é observado e experimentado, mas não se pode pedir que fale do que não pode comprovar”, como “o desejo do conhecer, da liberdade, da finalidade, da ética, da arte, das relações familiares ou das relações sociais”. Por tudo isso, “reduzir a realidade humana às quatro forças da matéria é uma afirmação totalmente anti-científica e oposta à nossa experiência”.

O Pe. Carreira ditou um artigo ao inaugurar um curso do Instituto Superior de Ciências Religiosas à Distância Santo Agostinho, numa Aula Inaugural Agustín Cardenal García-Gasco da Universidade Católica de Valência São Vicente Mártir (UCV) que esteve completamente cheia.

O Pe. Manuel Carreira é licenciado em Filosofia e Teologia, doutor em Ciências Físicas e professor de Filosofia da Natureza na Universidade de Comillas, na Espanha. Mesmo assim, é membro do Observatório Vaticano e ensinou nas principais universidades da península ibérica e Estados Unidos.
http://www.aciprensa.com/noticia.php?n=31900

por euvimparaquetodostenhamvida

Relatos de almas do purgatório que visitaram ao Padre Pio de Pietrelcina.

Relatos de almas do purgatório que visitaram ao Padre Pio

Uma alma do Purgatório disse uma vez: “Eu sei quando se ora por mim, e é o mesmo com todas as outras almas aqui no Purgatório. Para muito poucos de nós chegam orações, a maioria de nós ficamos totalmente abandonados, sem nenhum pensamento ou as orações oferecidas por nós pelos que estão na terra. “(Mensagem de um alma do Purgatório)

Estes são dois testemunhos de visitas de almas do purgatorio ao padre Pio.

Em maio de 1922, o Padre Pio declarou o seguinte ao Bispo de Melfi, Sua Excelência, Alberto Costa, e também ao superior do convento, o Padre Lorenzo de São Marcos, junto com 5 outros frades. Um dos cinco irmãos, Frei Alberto D’ Apolito de San Giovanni Rotondo escreveu o conto da seguinte maneira:

“Enquanto estava no convento em uma tarde de inverno depois de uma forte nevada, ele estava sentado junto à lareira uma noite no quarto, absorto na oração, quando um ancião, vestido com uma capa antiga ainda usada pelos camponeses do sul da Itália, se sentou junto a ele. À respeito deste homem disse o padre Pio: “Não podia imaginar como poderia ter entrado no convento nesse momento da noite porque todas as portas estão bloqueadas. Pergunti-lhe: Quem és? Que queres?”

O ancião lhe disse: “Padre Pio, sou Pietro Di Mauro, filho de Nicolás, apelidado Precoco”. Ele continuou dizendo, “eu morri neste convento em 18 de setembro de 1908, na cela número 4, quando ainda era um asilo de pobres. Uma noche, enquanto estava na cama, me dormi com um cigarro aceso, o qual incendiou o colchão e morri, asfixiado e queimado. Ainda estou no purgatório. Necessito uma Santa Missa com o fim de ser libertado. Deus permitiu que eu viesse para pedir sua ajuda.”

De acordo com o Padre Pio: “Depois de escutá-lo, eu respondi: “Tenha a segurança de que amanhã celebrarei a Santa Missa por sua libertação.” Levantei-me e lhe acompanhei até a porta do convento, para que pudesse sair, não me dei conta nesse momento que a porta estava fechada com chave. Abri e me despedi dele. A lua iluminava a praça, coberta de neve. Quando eu não o vi mais diante de mim, fui tomado por um sentimento de medo, e fechei a porta, voltei a entrar no quarto de hóspedes, e me sentia fraco.”

Uns dias mais tarde, o Padre Pio também contou a história ao padre Paolino, e os dois decidiram ir à cidade, onde viram as estatísticas vitais para o ano 1908 e encontraram que em 18 de setembro desse ano, um Pietro Di Mauro havia, de fato, morrido de queimaduras e asfixia no quarto de número 4 no convento, então utilizado como um lar para pessoas sem lar.

Pela mesma época, o Padre Pio disse a Frei Alberto de outra aparição de uma alma do purgatório, que também se produziu na mesma época. Ele disse:

Uma noite, quando estava absorto na oração no coro da pequena igreja fui sacudido e perturbado pelo som de passos, velas e jarros de flores que se moviam no altar-mor. Pensei que alguém devia estar ali, e gritei: “Quem é?”

Ninguém respondeu. Voltando à oração, me molestaram de novo os mesmos ruídos. De fato, esta vez tive a impressão de que uma das velas, que estava em frente da imagem de Nossa Senhora das Graças, tinha caído. Com vontade de ver o que estava sucedendo no altar, me pus de pé, me aproximei da grade e vi, à sombra da luz da lâmpada do Tabernáculo, um irmão jovem fazendo um pouco de limpeza.

Eu pensei que ele era o Padre Leone que estava restruturando o altar; e como já estava na hora do jantar, me aproximei dele e lhe disse: “Padre Leone, vá jantar, não é hora para tirar o pó e consertar o altar”.

Mas uma voz que não era a voz do padre Leone me respondeu: “eu não sou o Padre Leone”, “E quem é você? “, lhe perguntei. “Eu sou um irmão seu que fez o noviciado aqui, minha missão era limpar o altar durante o ano do noviciado. Desgraçadamente em todo esse tempo eu não reverenciei a Jesus Sacramentado, Deus Todo-poderoso, como devia fazê-lo, enquanto passava diante do altar. Causando grande aflição ao Santo Sacramento por minha irreverência; porQue O Senhor se encontrava no tabernáculo para ser honrado, louvado e adorado. Por este sério descuido, eu ainda estou no Purgatório. Agora, Deus, por sua misericórdia infinita, me enviou aqui para que você decida o tempo de quando que eu poderei desfrutar do Paraíso. E para que Você cuide de mim.”

Eu acreditei ter sido generoso com essa alma em sofrimento, por que exclamei: “você estará amanhã pela manhã no Paraíso, quando eu celebrar a Santa Missa”.

Essa alma chorou: Cruel de mim, que malvado fui. Então chorou e desapareceu. “Essa queixa me produziu uma ferida tão profunda no coração, a qual senti e sentirei durante toda minha vida. De fato eu tinha podido enviar essa alma imediatamente ao Céu mas eu o condenei a permanecer uma noite mais nas chamas do Purgatório.”

Um dia estava o Padre Pio no monastério conversando com outro companheiro monje. Já era muito tarde e o Padre Pio decidiu levantar a sessão porque ele se encarregava de cerrar todas as portas, de apagar as luces, etc. Se vai seu companheiro a dormir e o Padre Pio tranca a puerta da entrada, mas quando volta pelo corredor e dá de cara com m senhor de óculos e gravata. Um tipo normal, como da rua. O Padre Pio perguntou quem era e como havia entrado se estavam as portas fechadas. O cavalheiro respondeu que tinha entrado pela porta. Então este senhor lhe roga que não lhe feche, que só quer falar um minuto com o Padre Pio. Se apresenta, lhe dá pena e lhe convida a entrar em uma salinha para conversar. O homem se desafoga e lhe disse que está sofrendo muitíssimo porque tem um problema familiar muito grave. Toda sua família está brigando por sua culpa e não sabe como solucionar. O Padre Pio explica um pouco como deve orar, que tem que pedir perdão a Deus primeiro, reparar com a oração e com sacrifícios. Enfim, lhe anima e dá esperança a este senhor de óculos e gtavata. Mas quando terminam de falar o Padre Pio lhe convida para sair. O senhor se mostra muito agradecido. E quando estão saindo pela porta até o corredor o Padre Pio dá volta para deixar-lhe passar. Quando volta a olhar o senhor havia desaparecido. E o Padre Pio, que era muito gracioso e tinha um caráter muito alegre disse: “Deus meu, outra alma do purgatório, só acontece comigo estas coisas”.

por euvimparaquetodostenhamvida