“Durante a Quaresma, à imitação do Senhor, sintamos como Deus fortalece nosso espírito e nos dá a vitória, apesar das ansiedades da vida presente”

Papa Bento: Na Quaresma vemos que Deus nos dá a vitória apesar das ansiedades da vida

VATICANO, 22 Fev. 12 / 10:06 am (ACI/EWTN Notícias).-

No início da Quaresma hoje, Quarta-feira de Cinzas, o Papa Bento XVI refletiu sobre este tempo de preparação para a Páscoa e exortou-nos a ver que o Senhor dá aos fiéis a vitória apesar das ansiedades da vida.

Diante de quase 8 mil fiéis presentes na Sala Paulo VI no Vaticano, o Santo Padre exortou-nos, falando que “durante a Quaresma, à imitação do Senhor, sintamos como Deus fortalece nosso espírito e nos dá a vitória, apesar das ansiedades da vida presente”.

Bento XVI disse também que na Quaresma os fiéis encontram “novo coragem para aceitar com paciência e fé qualquer situação de dificuldade, aflição e provação, sabendo que o Senhor fará surgir das trevas o novo dia”.

“E se somos fiéis a Jesus seguindo-o pelo caminho da Cruz, o claro mundo de Deus, o mundo da luz, da verdade e da alegria, nos será dado de novo”.

O Papa explicou que na Igreja antiga, a Quaresma era o tempo em que os catecúmenos iniciavam seu caminho de fé e conversão para receber o batismo.

Pouco a pouco, todos os fiéis são convidados a viver este período de renovação espiritual. Deste modo, “a participação de toda a comunidade nas diversas passagens do itinerário quaresmal sublinha uma dimensão importante da espiritualidade cristã: graças à morte e ressurreição de Cristo, a redenção alcança não uns poucos, mas todos”.

O Papa explicou que “o tempo que precede a Páscoa é um tempo de ‘metanóia’, o tempo da mudança, do arrependimento; o tempo que identifica nossa vida e toda nossa história com um processo de conversão que se põe em marcha agora para encontrar o Senhor no final dos tempos”.

A Igreja denomina este tempo “Quadragésima”, tempo de quarenta dias, com uma referencia precisa na Sagrada Escritura, porque “quarenta é o número simbólico com o qual o Antigo e o Novo Testamento representam os momentos principais da experiência de fé do Povo de Deus”.

“É um número que expressa o tempo de espera, da purificação, do retorno ao Senhor, da conciência de que Deus é fiel às suas promessas, (…) um tempo dentro do que é preciso decidir para assumir as próprias responsabilidades sem adiar ainda mais. É o tempo das decisões maduras”.

Noé passa 40 dias na arca por causa do dilúvio, e depois espera outros 40 dias antes de poder baixar em terra firme. Moisés permanece 40 dias no monte Sinai para recolher os Mandamentos. O povo hebreu peregrina 40 anos pelo deserto, e vive outros 40 anos de paz debaixo do governo dos Juízes.

No Novo Testamento, Jesus se retira para orar no deserto durante 40 dias antes de iniciar a vida pública, e, depois da ressurreição, instrui os discípulos durante 40 dias antes de ascender ao Céu.

A liturgia da Quaresma, disse o Papa, “tem como fim favorecer um caminho de renovação espiritual –à luz desta longa experiência bíblica– e, sobretudo, de imitação de Jesus, que nos 40 dias que passou no deserto nos ensinou a vencer a tentação com a Palavra de Deus”.

“Jesus se dirige ao deserto para estar em profunda união com o Pai. Esta dinâmica é uma constante na vida terrena de Jesus, que busca sempre momentos de solidão a fim de rezar ao Pai e permanecer em íntima e exclusiva comunhão com Ele, para voltar depois no meio do povo”.

Neste tempo de “deserto”, continuou o Santo Padre, “Jesus é assaltado pela tentação e pelas seduções do maligno, que lhe propõe uma via messiânica afastada do projeto de Deus porque passa através do poder, do êxito, do domínio, em lugar de passar pelo amor e o dom total na Cruz”.

Bento XVI disse que a Igreja peregrina pelo “deserto” do mundo e da história, formado pelo aspecto negativo da realidade: “a pobreza de palavras de vida e de valores, o secularismo e a cultura materialista, que encerram a pessoa no horizonte mundano da existência sem nenhuma referência ao trascendente”.

“Neste ambiente, o céu sobre nós é escuro, porque está coberto pelas nuvens do egoísmo, da incompreensão e do engano. Não obstante, também para a Igreja de hoje o tempo do deserto pode transformar-se em tempo de graça, já que temos a certeza de que, inclusive da rocha mais dura, Deus pode fazer brotar água viva que refresca e restaura”.

Ao término da catequese, Bento XVI saudou em vários idiomas os peregrinos; falando em polonês, disse que “o jejum e a oração, a penitência e as obras de misericórdia” são os principais meios para preparar a celebração da Páscoa.

O Papa deu também uma especial boas-vindas aos fiéis do Ordinariato Pessoal de Nossa Senhora de Walsingham, erigido há pouco mais de um ano, dentro do território da Inglaterra e Gales, para os grupos de sacerdotes e fiéis anglicanos que desejam entrar em plena comunhão com a Igreja Católica.

 

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por euvimparaquetodostenhamvida

Papa Bento XVI: A Igreja está viva e não tem medo de evangelizar.

VATICANO, 16 Fevereiro 2012 / 10:56 am (ACI/EWTN Notícias).-

Em seu discurso esta manhã a um grupo de bispos da Europa e África no Vaticano, o Papa Bento XVI disse que a Igreja está viva e não tem medo de cumprir sua missão de evangelização diante dos muitos e graves desafios do mundo de hoje.

Assim indicou o Santo Padre ao receber os participantes no segundo simpósio dos bispos europeus e africanos, inaugurado em 13 de fevereiro e dedicado ao tema “A evangelização hoje: comunhão e cooperação pastoral entre África e Europa”.

O Santo Padre explicou que a tarefa da evangelização requer a oração e o compromisso de todos já que “é parte integrante da vocação de todos os batizados, que é a vocação à santidade. Os cristãos que têm uma fé viva e estão abertos à ação do Espírito Santo se convertem em testemunhos com a palavra e a vida do Evangelho de Cristo”.

O Papa ressaltou a necessidade das relações da Igreja na África, com suas dificuldades, e a que está na Europa, como as que enfrentam desafios comuns sustentando-se no laço comum da caridade.

Nesse quadro, os bispos devem “ter em conta o vínculo essencial entre a fé e a caridade, porque ambas se iluminam mutuamente em sua verdade. Acaridade favorece a abertura e o encontro com o homem de hoje, em sua realidade concreta, para levá-lo até Cristo e ao seu amor por cada pessoa e cada família, especialmente pelos que são pobres e estão sós”.

Bento XVI se referiu depois às dificuldades que enfrentam os bispos, como a indiferença religiosa “que leva muitas pessoas a viver como se Deus não existisse ou a conformar-se com uma religião vaga, incapaz de enfrentar a questão da verdade e o dever da coerência; o peso do ambiente secularizado e a sempre hostil à fé cristã” e “o hedonismo, que tem contribuído para que a crise de valores penetre na vida cotidiana”.

“Sintomas de um grave mal estar social são também a difusão da pornografia e a prostituição. Vocês são bem conscientes destes desafios, que movem vossas consciências pastorais e vosso sentido de responsabilidade”, acrescentou o Papa.

No entanto, esses desafios, não devem desanimar os bispos, mas “brindar a ocasião de redobrar o compromisso e a esperança que nasce da certeza de que Cristo ressuscitado está sempre conosco”.

O Pontífice em seguida sublinhou o papel central da família na pastoral pois é “a garantia mais sólida para a renovação da sociedade”.

“Na família que custodia costumes, tradições e rituais imbuídos de fé, se encontra o melhor terreno para o florescimento das vocações”, disse, convidando os participantes do simpósio a prestar uma atenção particular “à promoção de vocações sacerdotais e de consagração especial”.

Recordando que a família “é também o centro de formação da juventude”, o Papa disse que tanto a Europa como a África necessita de “jovens generosos que, com responsabilidade, tomem as rédeas de seu futuro”.

Também exortou as instituições a recordar que o futuro está nas mãos destes jovens e por isso é importante “fazer todo o possível para garantir que seu caminho não esteja marcado pela indecisão e escuridão”.

“Na formação das novas gerações a dimensão cultural assume um papel importante (…) A Igreja respeita cada descoberta da verdade, porque toda verdade procede de eus, mas sabe que o olhar da fé posto em Jesus abre a mente e o coração do ser humano à primeira Verdade que é Deus”.

“Desse modo, a cultura alimentada pela fé conduz à verdadeira humanização, enquanto que as falsas culturas desembocam na desumanização: na Europa e na África temos tido tristes exemplos”, observou o Papa.

“Vosso simpósio vos brindou com a oportunidade de refletir sobre os problemas da Igreja em ambos continentes.

Efetivamente, não escasseiam e são às vezes relevantes, mas, por outro lado, também são a prova de que a Igreja está viva, de que cresce, e não tem miedo de levar a cabo sua missão de evangelizar”.

Finalmente o Papa fez um chamado especial aos bispos para viver a santidade pessoal, que “deve resplandecer em benefício de quem é confiado à vossa cura pastoral e a quem devem servir. Vossa vida de oração irrigará do interior vosso apostolado”.

“Um bispo deve ser um enamorado de Cristo. A autoridade moral e a credibilidade que sustentam o exercício de vosso poder jurídico, poderão providenciar então só da santidade de vossas vidas”, concluiu.

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“A bondade de Deus pode alcançar-nos até no último instante de vida, e que a oração sincera, inclusive depois de una vida equivocada, encontra os braços abertos do bom Pai que espera o regresso do filho”.

Rezar pelos que nos fazem mal e perdoar sempre, exorta o Papa

VATICANO, 15 Fevereiro. 12 / 10:35 am (ACI/EWTN Noticias).- Na habitual Audiência Geral celebrada esta quarta-feira, o Papa Bento XVI refletiu sobre a oração de Jesus na Cruz e disse que como Ele, os fiéis devem rezar por aqueles que lhes fazem mal ou prejudicam, perdoando-os sempre como Deus perdoa.

Diante de uns 6 mil peregrinos reunidos na Sala Pablo VI no Vaticano, o Santo Padre disse em seu resumo da catequese que na oração de Jesus na cruz, Ele “nos chama a imitar-lhe e realizar o difícil gesto de orar também por aqueles que nos fazem o mal, sabendo perdoar sempre, vivendo a misericórdia e o amor”.

O Papa se referiu às frases do Senhor na Cruz. A primeira, “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”, em relação aos soldados, é uma oração de intercessão “que dirige ao Pai: pede perdão para seus carrascos”.

Ao mesmo tempo “brinda uma leitura do que está acontecendo. Segundo suas palavras, os homens que o crucificam ‘não sabem o que fazem’.

Jesus afirma a ignorância deles, o ‘não saber’, como motivo de sua súplica ao Padre, porque essa ignorância deixa aberto o caminho da conversão”.

A segunda frase: “Em verdade te digo; hoje mesmo estarás comigo no Paraíso”, dirigida ao”bom ladrão”, crucificado ao lado de Cristo, é “uma palavra de esperança”.

Através dela, Jesus reafirma que “a bondade de Deus pode alcançar-nos até no último instante de vida, e que a oração sincera, inclusive depois de una vida equivocada, encontra os braços abertos do bom Pai que espera o regresso do filho”.

“Pai, em tuas mãs encomendo meu espírito”, as últimas palavras de Cristo, constituem “uma oração de confiança, cheia de certeza do amor de Deus. A prece de Jesus diante da morte é dramática, como o é para todo ser humano, mas, ao mesmo tempo, possui uma calma profunda que nasce da confiança no Pai e da vontade de entregar-se totalmente a Ele”.

“Agora que a vida está a ponto de deixá-lo sela com a oração sua última decisão: Jesus se deixa ‘entregar’ nas mãos dos homens, mas é nas mãos do Pai onde deposita seu espírito. Deste modo –como afirma São João Evangelista– tudo se cumpriu, o ato supremo de amor chega até o fim”.

O Papa disse que as palavras de Jesus na cruz “em seus últimos instantes de vida terrena são fortes indicações de como devemos rezar, e nos dão também uma confiança serena e uma esperança firme. Jesus que pede ao Pai que perdoe os que o crucificam nos convida ao difícil gesto de rezar também pelos que nos fazem mal, que nos prejudicam, para que a luz de Deus ilumine seu coração”.

“Nos convida, assim, a adotar em nossa oração, a mesma atitud de misericórdia e de amor que Deus adota conosco”, observou o Papa.

Finalmente o Papa disse que “Jesus, que no momento extremo da muerte se abandona totalmente nas mãos de Deus Pai, nos comunica a certeza de que por muito duras que sejam as provações (…) ou angustiantes os sofrimentos, não cairemos nunca das mãos de Deus: as mãos que nos criaram, que nos sustentam e nos acompanham no caminho da existência”.

O Santo Padre ressaltou que “Jesus que no momento da morte se confiou totalmente nas mãos de Deus Pai, nos comunique a certeza de que, apesar das duras provas, os problemas, o sofrimento, estamos acompanhados de seu grande amor”.

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Cada um colherá o que tiver semeado, não nos cansemos de fazer o bem.

 

O Quadro de Jesus

Havia certa vez, um jovem estudante de arte de uma grande universidade. Seu professor o queria muito.

Um dia, o visitou em seu quarto e ficou surpreso diante do que viu ali. Mais que outra coisa, aquilo parecia uma galeria de arte pornográfica. As paredes estavam cheias de nudez de uma crueza incitante, posições indecorosas.

O sexo e a sensualidade eram o tema principal das pinturas, as quais não se podia chamar de obras de arte. O professor se sentiu sumamente desalentado e abandonou a casa, mas não disse uma só palavra ao seu discípulo.

No entanto, pensou no que podia fazer para ajudar aquele jovem. Ocorreu-lhe uma idéia, buscou um bonito quadro de Jesus Cristo , o presenteou e lhe disse:

Este quadro é para que o coloques em teu quarto…

O jovem aceitou com muitíssimo agrado e imediatamente foi colocá-lo.

Quis fazê-lo na parede do centro, mas se deu conta que não era próprio fazê-lo aí pelos outros quadros que o rodeavam, e assim foi provando, parede por parede…

Em cada uma das quatro paredes sucedeu o mesmo, Jecus Cristo não cabia entre aqueles nus indecorosos.

Por fim, soube o que tinha que fazer… Tirou todos os quadros, os amontoou no piso e colocou unicamente o de Jesus Cristo.

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Gálatas 6, 7-10

“Não vos enganeis, de Deus não se zomba. Cada um colherá o que tiver semeado, quem semeia em sua carne, colherá da carne a corrupção; quem semeia no espírito colherá do espírito a vida eterna. Não nos cansemos de fazer o bem; pois a seu tempo colheremos, se não perdermos o ânimo. Assim, pois, enquanto temos ocasião, façamos o bem a todos, sobretudo a nossos irmãos na fé.”

por euvimparaquetodostenhamvida Com a tag

Uma história sobre a fé no poder de Jesus de curar o incurável.

 

Histórias urbanas – Uma cura milagrosa

Sendo 6 horas da manhã, me encontrava outro dia à caminho do Hospital de Neoplasias, centro médico para enfermos com câncer. Já tínhamos visitado numerosas vezes o doutor, e tanto minha irmã como minha mãe se encontravam esperando sua vez para serem atendidas. Os doutores já conheciam o caso: minha irmã tinha uma dor aguda nos l seios e um cheiro fétido de pus que se tinha formando.

O caso se ia complicando conforme passava o tempo, e a realidade sefazia cada vez mais dura quando conhecemos os resultados das análises. No último dia conhecemos os resultados que confirmaram aquela dolorosa realidade que todos em casa já conheciam mas que resistiam em aceitar.

Entrou minha irmã no consultório para receber seus documentos e o diagnóstico, e enquanto isso ocorria, minha mãe se dirigiu à uma pequena capela localizada dentro do hospital para orar pela saúde de minha irmã pedindo por sua melhoria e sua recuperação. Regressou minha mãe à porta do consultório para esperar que ela saísse com seus resultados e ajudá-la nesse momento pois sabia que o que enfrentaria minha irmã não seria nada fácil, e lhe ia causar uma profunda dor.

Ao abrir a puerta do consultório, minha mãe viu minha irmã sair muito desconcertada com seus documentos em mãos pelo qual minha mãe supôs o pior .

No entanto, quando minha mãe se acercou, ela lhe contou que dava graças a Deus pois não tinha absolutamente nada, que estava sã, que nem os doutores explicavam o fato, mas que já não tinha nenhum problema nos seios, que estava curada.

Foi nesse momento, quando minha mãe lhe perguntou pelo doutor que a acompanhou até a porta, pois tinha feições de extranjeiro; ao que minha irmã lhe respondeu que não, que somente estava o doutor e a enfermeira que sempre a atendiam, que ninguém a acompanhou até a porta e que não tinha outra mais pessoa.

Mas minha mãe o tinha visto e pôde reconhecer finalmente quem era esse homem:
Era Jesus. Ele curou e salvou a minha irmã.

Ela agora tem 28 anos, é casada, formou uma linda família com dois filhos, e até agora, sua saúde tem permanecido inquebrantável.

Jesus foi quem a curou de todo mal.

História real relatada por Edwin Rojas Ramírez (Peru)
Fonte: Histórias Urbanas – http://www.aciprensa.com

por euvimparaquetodostenhamvida