A CAIXINHA DOURADA

 

A história diz que faz algum tempo um homem castigou sua filha de 5 anos de idade por desperdiçar um rolo de papel  de embrulho dourado , que era muito caro.

 

O dinheiro estava escasso e ele se irritou ainda mais quando a menina pegou o papel dourado para decorar uma caixa e colocá-la debaixo da árvore de Natal.

 

No entanto, a menininha lhe trouxe a caixa de presente para seu pai na manhã seguinte e lhe disse:

 

-“Isto é para ti, papaizinho”.

 

O pai estava envergonhado por sua anterior reação exagerada, mas, sua irritação apareceu de novo quando encontrou a caixa vazia.

 

Falou à sua filha de uma maneira rude: -“Não sabes, jovencinha , que quando dás um presente à alguém, se supõe que deve haver algo dentro do pacote?”

 

A menininha o olhou com lágrimas em seus olhos e lhe disse: -“Papai, não está vazia. Eu pus beijinhos até que se encheu”.

 

 

 

O pai ficou arrazado. Caiu de joelhos e abraçou sua pequena filhinha, e lhe rogou que o perdoasse por sua irritação desnecessária.

 

Um acidente tirou a vida da menina pouco tempo depois, e se diz que o pai conservou a caixa dourada junto de sua cama por todos os anos que lhe restaram de vida.

E quando ele estava desanimado ou enfrentava problemas difíceis, abria a caixa e tomava um beijo imaginário e recordava o amor que a menina havia posto ali.

 

Num sentido real, a cada um de nós, como seres humanos, nos é dada uma caixa dourada cheia de beijos e amor incondicionais de nossos filhos, familiares, amigos, etc.

Não há coisa mais valiosa que alguém possa ter.

 

por euvimparaquetodostenhamvida

“A escada de São José”, capela de Loretto.Uma lenda disse que a construiu São José.

“A escada de São José”, capela de Loretto. 1877

Santa Fé, Novo México, Estados Unidos

Uma lenda disse que a construiu São José

Padre Jordi Rivero

Em 1852, respondendo a convocação do bispo de Santa Fé, Novo México, sete irmãs da comunidade de Loretto partiram de sua casa mãe em Kentucky, Estados Unidos, para fundar um novo convento dedicado a educar meninas.

As missionárias navegaram pelo rio Mississippi até Independence, Missouri. Ali uma das irmãs adoeceu e teve que regressar a Kentucky.

As restantes continuaram a longa viajem em carroça guiada por cavalos.

Numa das paradas para passar a noite nas planícies de Kansas, um bando de índios a cavalo rodearam o pequeno acampamento.

Misteriosamente, se retiraram sem causar nenhum dano. Sem dúvida as irmãs tinham rezado fervorosamente.

Porém nessa mesma noite uma das irmãs morreu e foi enterrada ali numa tumba sem marcação.

Depois de vários meses de viajem, as cinco irmãs chegaram em Santa Fé e imediatamente se estabeleceram no centro do povoado.

Santa Fé naquele tempo era un pequena vila habitada principalmente por índios e mexicanos.

Levaram 20 anos ensinando na escola quando em 1873 o bispo sugeriu que construíssem uma capela.

A obra, no estilo da Sainte Chapelle de Paris, tardou quase cinco anos e lhe chamaram “Nossa Senhora da Luz”.

Quando estava já quase terminada, avisaram a Magdalene, a madre superiora, que, por um erro de desenho, não havia acesso ao coro.

O arquiteto, P. Mouly, tinha planejado conectar o coro com o segundo piso do convento mas nunca foi feito.

Não se podia por uma escada convencional porque tomaria demasiado espaço da capela.

Segundo a lenda, para resolver o problema, as irmãs ofereceram uma novena a São José.

No último dia da novena, um senhor grisalho chegou montado num burrinho à porta do convento.

Trazia um baú com ferramentas e se ofereceu a construir a escada mas com uma condição: A superiora não devia jamais revelar seu nome.

A madre Magdalene aceitou e mandou suas irmãs a não falarem com o cavalheiro.

As irmãs observaram com assombro o avanço da obra.

Uma vez terminada, quando iam festejar com o gentil carpinteiro, este desapareceu sem cobrar por seu maravilhoso trabalho.

Logo começaram a circular comentários de que São José havia construído a escada para as irmãs.

A escada é uma obra mestra extraordinária. Mede 22 pés de altura e tem 33 degraus . Forma dois círculos completos.

Há diversas opiniões sobre como se sustenta a escada já que não tem um suporte central visível, nem se utilizaram cravos na construção.

Também se diz que não se sabe de onde veio a madeira.

A Igreja não tem uma posição oficial a respeito da misteriosa escada.

A academia de Loretto fechou em 1968 e a propriedade junto com a capela foi vendida em 1971

Na atualidad é un museu particular onde celebram bodas e não está vinculada à Igreja Católica.

Este mistério há mais de 130 anos, atrai cerca de 250 mil visitantes por ano à esta

Capela de Loretto.

O que torna a capela diferente de todas as outras, é que houve este milagre.

Desde então, a escada passou a ser chamada “milagrosa” e se transformou em objeto

de peregrinação.

O porta-voz da capela explica que há três mistérios:

1.o primeiro mistério:

é que não se sabe até hoje, quem foi o homem que construiu

a escada.

2.o segundo mistério:

é que arquitetos, engenheiros e cientistas dizem que não

sabem como a escada se sustenta.

3.o terceiro mistério:

de onde veio a madeira? Fizeram análises e não existe nada

parecido em toda a região.

Um detalhe reforça a crença no milagre: os 33 degraus, a idade de Jesus.

por euvimparaquetodostenhamvida

Este quadro pode ser considerado um verdadeiro presente do céu.

 

 

 

Na Alemanha, uma senhora, Maria Flesch, tirou uma fotografia de um sacerdote, na Elevação, durante a Santa Missa. Quando o filme foi revelado, esta imagem da Sagrada Família apareceu milagrosamente.

 

Por causa da dúvida, enviou as fotos para uma pessoa na Itália, perto de Roma, que foi dotada de graças especiais de discernimento. A resposta que recebeu: “A foto é autêntica”, disse JESUS: “É a Família de Nazaré. É muito precioso levar às famílias. Ela traz Minha Bênção. Com ela vem a, a Oração e a Minha Presença. Eu mesmo venho com ela à casa”.

 

Este quadro pode ser considerado um verdadeiro presente do céu. Quem pode compreender, compreenda.

 

 Padre Christian Michel, SAC

 

 

 

CONSAGRAÇÃO DAS FAMÍLIAS À SAGRADA FAMÍLIA

 

Ato de Consagração

 

 Oh! Jesus, Redentor nosso, que havendo vindo a iluminar o mundo com a doutrina e com o exemplo, haveis querido passar a maior parte de vossa vida, humilde e sujeito a Maria e a José na pobre casa de Nazaré, santificando a aquela família que havia de ser o modelo de todas as famílias cristãs; acolhei benigno a nossa, que agora se dedica e consagra-se a vós.

Dignai-vos protegê-la, guardá-la e estabelecer nela vosso santo temor, com a paz e concórdia da caridade cristã, para que imitando o exemplo Divino de vossa família, possa alcançar a vida inteira, sem faltar um só dia, a eterna bem-aventurança.

 

Maria, Mãe de Jesus e Mãe nossa, com vossa piedosa intercessão fazei que seja aceitável a Jesus esta humilde oferenda, e obtende-nos sua graça e benção.

 

Oh! São José, custódio santíssimo de Jesus e de Maria, socorrei a nós com vossas preces em todas as necessidades espirituais e temporais, a fim de que em união com Maria e convosco, possamos bendizer eternamente a nosso Divino Redentor Jesus. Amém.

 

Sagrada Família, protegei e abençoai as nossas famílias!

 

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

 

(Com aprovação Eclesiástica)

 

 

 

 

 

 

 

 

por euvimparaquetodostenhamvida

Hoje perdoa e esquece, eleva tua alma às estrelas e encontre a paz.

 

 

 

[Reflexões] A importância do perdão

 

 

 

 

 O caminho para aprender a amar é “Perdoando”, quem deseja crescer no amor consegue amando no perdão.

 

Perdoar é o caminho da libertação, o que autenticamente se liberta é quem perdoa, deixando fora de sua alma o rancor e a vingança que somente o envilece e o consome.

 

Perdoar apesar de ter razões e mil justificações para não fazê-lo, se atreve a pronunciar no interior do coração “Perdão”.

 

Perdoar quando te tem ofendido e humilhado é quando se manifesta a grandeza do coração do ser humano.

 

Somente o que ama autenticamente pode dizer “te perdoo e esqueço”.

 

Perdoar é quando apesar de sentir-se ofendido te atreves a dar um sorriso de amor.

 

Deixa hoje teus rancores, tua vingança que deseja ver o que te ofendeu de joelhos pedindo clemência, deixa hoje esse fogo que acende tua cólera e abraça teu ser de raiva e de rancor, quando foi pisoteado teu orgulho e foi lastimado no mais profundo, quando desejas con todas tuas forças ver fulminado aquele que te ofendeu.

 

Pergunto: Serás hoje capaz de perdoar a esse amigo teu que te traiu, aquela ofensa de alguém que acreditavas que não te podia falhar e hoje lhe podes demonstrar que o amas?

 

Serás hoje capaz de encher teu alforje de esquecimento, e sair ao encontro com o único que lhe podes oferecer teu perdão e continuar teu caminho de paz ao encontro de Deus?

 

Hoje liberta-te e caminha como uma criança extraviada dos braços de uma mãe cheia de amor, como o cego ao encontro da luz.

 

Hoje perdoa e esquece, eleva tua alma às estrelas e encontre a paz.

 

Pai, perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

 

 Escrito por Celeste.

 

por euvimparaquetodostenhamvida

Mostra-me a garra que se necessita!

Poema:   Se me vês

Se me vês cansado fora do sendero,

já quase sem forças para fazer o caminho;

se me vês sentindo que a vida é dura,

porque já não posso, porque já não sigo;

vem para recordar-me como é um começo,

vem para desafiar-me com teu desafio.

Move-me na alma, volte-me ao impulso,

leva-me a mim mesmo.

Eu saberei então acender minha lâmpada

no tempo escuro, entre o vento frio

Voltarei a ser fogo de brasas quietas,

que alumia e reaviva meu andar peregrino.

Volta a sussurrar-me aquele conselho

do primeiro passo para um princípio.

Mostra-me a garra que se necessita

para levantar-se da queda.

Se me vês cansado fora do sendero,

sem ver mais espaços que o dos abismos

traga á minha memória que também há pontes,

que também há asas que não temos visto.

Que vamos armados de fé e de bravura,

que seremos sempre os que temos acreditado.

Que somos guerreiros da vida plena,

e tudo nos guia até nosso lugar,

que um primeiro passo, e que um novo empenho

nos leva à forma de não sermos vencidos.

Que a árvore se dobra, se agita, estremece,

desfolha e brota, porém fica erguida.

Que o único trecho que dá adiante

é aquele que cobre nosso pé estendido.

Se me vês cansado fora do caminho, solitário

e triste, quebrado, ferido,

senta-te ao meu lado, toma-me as mãos,

entra por meus olhos até meu esconderijo

e diz-me “se pode!” e insiste, ” se pode!”, até

que eu entenda que posso mesmo.

Que tua voz desperte, de tua certeza,

ao que de cansaço ficou dormindo.

E, talvez, se quiseres, empresta-me teus braços,

para incorporar-me, novo e decidido.

Que a união é triunfo quando ombro a ombro vamos,

e assim “se puede!”, com o mesmo brio.

Se me vês cansado fora do sendero,

leva meu olhar para teu caminho.

Faz-me ver as pegadas, que além estão marcadas,

de um passo atrás de outro por onde viestes.

Autor desconhecido

por euvimparaquetodostenhamvida

Ele compreendia que Jesus, fonte de toda a sabedoria, da filosofia e teologia lhe enchia a alma no silêncio da oração.

 

 

 História de São Felipe Neri – “Se podes, seja bom”.

O homem busca a felicidade, mas nada deste mundo pode dar-lhe. A felicidade é o fruto sobrenatural da presença de Deus na alma.

É a felicidade dos santos. Eles a vivem nas mais adversas circunstâncias e nada nem ninguém as pode tirar.

São Felipe Neri ilustra admiravelmente a felicidade da santidade. Disposto a tudo por Cristo, logrou maravilhas em sua vida e glória no céu.

Nasceu em Florença, Itália, em 1515, um de quatro filhos do notário Francisco e Lucrécia Neri. Muito cedo perderam sua mãe mas a segunda esposa de seu pai foi para eles uma verdadeira mãe.

Desde pequeno Felipe era afável, obediente e amante da oração. Em sua juventude gostava de visitar os padre dominicanos do Monastério de São Marco e segundo seu próprio testemunho estes padres lhe inspiraram a virtude.

Aos 17 anos o enviaram a São Germano, perto de Monte Casino, como aprendiz de Romolo, um mercador primo de seu pai.

Sua estadia aí não foi muito prolongada, já que em pouco tempo teve Felipe a experiência mística que ele chamaria, mais tarde, sua “conversão” e, desde esse momento, deixaram de interessar-lhe os negócios.

Partiu para Roma, sem dinheiro e sem nenhum projeto, confiando unicamente na Providência.

Na Cidade Eterna se hospedou na casa de um aduaneiro florentino chamado Galeotto Caccia, que lhe cedeu um quartinho e lhe deu o necessário para comer em troca de que educasse seus filhos, os quais -segundo o testemunho de sua própria mãe e de uma tia -se portavam como anjos debaixo da direção do santo.

Felipe não necessitava grande coisa, já que só se alimentava uma vez ao dia e sua dieta se reduzia a pão, azeitonas e água. Em seu quarto não havia mais que a cama, uma cadeira, uns quantos livros e uma corda para pendurar a roupa.

Fora desse tempo que consagrava ao ensino, Felipe viveu como um anacoreta, os dois primeiros anos que passou em Roma, entregando-se dia e noite à oração.

Foi esse um período de preparação interior, no qual se fortaleceu sua vida espiritual e se confirmou seu desejo de servir a Deus.

Ao cabo desses dois anos, Felipe fez seus estudos de filosofia e teologia na Sapiencia e em Sant’Agostinho.

Era muito devotado ao estudo, no entanto lhe custava concentrar-se neles porque sua mente se absorvia no amor de Deus, especialmente ao contemplar o crucifixo.

Ele compreendia que Jesus, fonte de toda a sabedoria, da filosofia e teologia lhe enchia a alma no silêncio da oração.

Em três anos de estudo, quando a vontade e o êxito com que havia trabalhado abririam diante dele uma brilhante carreira, Felipe abandonou subitamente os estudos.

Movido provavelmente por uma inspiração divina, vendeu a maior parte de seus livros e se consagrou ao apostolado.

por euvimparaquetodostenhamvida

“Quando nos preocupa o mundano, não nos preocupa o essencial. (São Felipe Neri)

 

 

 

 Lindas Histórias de São Felipe Neri, o Bom.

 

RIAM-SE DAS APARÊNCIAS”

 

 

 

“Quando nos preocupa o mundano, não nos preocupa o essencial”

 

 

 

Nos tempos de São Felipe, em Roma, vivia outro personagem amigo de nosso santo: São Félix de Cantalicio, primeiro santo da Ordem dos franciscanos capuchinhos. Passeava sempre alegre pela Cidade Eterna mendigando e distribuiendo aos pobres o que havia recolhido. Com São Felipe ganhavam que dava gosto.

 

 

 

Quando se encontravam pela rua se desejavam má sorte dizendo-se: “Quando te verei na fogueira!” E se ouvia a resposta do outro: “Que te parta um raio”.

 

 

 

Um dia, sempre brincando, se desafiaram diante de um pequeno grupo de gente que passava por ali.

 

 

 

Agora verei se sabes viver bem a mortificação -disse Félix a Felipe oferecendo-lhe uma garrafa de vino.

 

 

 

São Felipe a agarrou e bebeu no meio das risadas daquela gente, que pensaria ver um padre bêbado.

 

 

 

Porém depois disse: “Agora veremos se tu estás mortificado”; e encaixou na cabeça do frade um enorme chapéu de padre sobre a capucha do hábito.

 

 

 

De modo que essa tarde foram o gracioso e ridículo espectáculo daquela gente.

 

 

 

E pensar que continuamente nos amargamos se não temos em nossa roupa um detalle que gostaríamos.

por euvimparaquetodostenhamvida

“Livrando-nos das vaidades damos lugar a Deus em nós”

 

 

 

 

LINDAS HISTÓRIAS DE SÃO FELIPE NERI

“UM LOUCO ALEGRE, PORÉM PERIGOSO”

 

 

 

“Livrando-nos das vaidades damos lugar a Deus em nós”

 

 

 

À simples vista, ninguém daria nem cinco centavos por este velhinho extravagante.

 

Porém era tudo uma montagem para desorientar os soberbos e reduzir os poderosos. Quem sabe por que São Felipe gostava tanto de lembrar as más passagens (às vezes um pouco cruéis), inclusive aos cardeais e às pessoas importantes!

 

 

 

Quando estes iam até ele para demonstrar sua admiração, ele fazia de tudo para tentar desiludi-los: se apresentava com um gato nos braços dando mais atenção ao animal que àqueles personagens presunçosos e terrivelmente importantes. Não podia se queixar de que o lchamassem de “luoco”, verdade? Seus sábios conselhos os dava também na forma de pílulas engraçadas.

 

 

 

Uma vez, um frade, que lhe parecia demasiado vaidoso e satisfeito com sua própria eloquência (um desses os que gostam de escutarem-se a si mesmos), o obrigou a pregar sem a túnica, usando uma espécie de calções até os joelhos (como se usava então).

por euvimparaquetodostenhamvida

“São Felipe Neri sacrificava sua fama por um bem superior”

 

 

 

“Lindas Histórias de São Felipe Neri” 

 

“A HUMILDADE  É ALEGRE”

 

 

 

“Sacrificava sua fama por um bem superior”

 

 

 

Quando tinha visitas de pessoas importantes fazia alguns reparos cômicos em sua vestimenta e narrava contos usando sempre expressões vulgares.

 

 

 

Uma vez veio ver-lhe na igreja o nobre romano Lorenzo Altieri, o qual jamais havia visto o santo.

Qual não seria a surpresa de Altieri ao ver diante dele com as vestes mais ridículas.

 Vestia uma velha sobrecasaca, tinha na cabeça um boné vermelho e calçava sapatilhas brancas.

 

O médico que acompanhava Altieri, compreendendo sua impressão, explicou o motivo pelo qual o santo se vestia daquela maneira.

Quando soube que Felipe o fazia assim para mortificar-se, ficou tão admirado que voltou outra vez para visitá-lo e o escutou com grande respeito.

 

Estes estranhos modos com o qual Felipe acolhia seus visitantes não eram do agrado de seus discípulos, os quais temiam que diminuísse a estima da qual o santo estava rodeado.

Um deles, um dia lhe disse:

 

-Padre, ficaria bem que com certas pessoas importantes o senhor se portasse mais sério, porque quem não o conhece poderia escandalizar-se.

 

E ele, levantando-se de um salto, respondeu:

 

-Desejarias tu que outros dissessem que eu sou um homem que sabe esculpir belas palavras, eh? Não vês, ingênuo, que então diriam: Felipe é um santo? Que venham a mim os gentis homens e os nobres que o farei pior ainda!

por euvimparaquetodostenhamvida

A virtude da alegria foi uma das que mais brilhou na vida de São Felipe, alegria na pureza e na caridade fraterna.

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Histórias de São Felipe Neri

“DEUS SE ALEGRA CONOSCO”

“Esse inimigo da alma deve ser atacado sem trégua nem contemplações”

Um dia que estava lendo um livro de humor, muito engraçado, começou a rir-se às gargalhadas. Outro religioso, molestado por sua atitude, o repreendeu dizendo-lhe:

– Os sacerdotes não devem rir ruidosamente.

Felipe, conservando seu brilhante sorriso, lhe respondeu:

– O Senhor Deus é bom, como não vai alegrar-se de que seus filhos riam? A tristeza nos faz dobrar o pescoço e não nos permite olhar o Céu. Devemos combater a tristeza, não a alegria.

A virtude da alegria foi uma das que mais brilhou na vida de São Felipe, alegria na pureza e na caridade fraterna.

“ÁGUA MÁGICA”

“A graça aperfeiçoa inclusive o sentido comum”

Uma mulher, com a língua solta foi a ver o santo para pedir-lhe conselho.

-Meu marido e eu não conseguimos pôr-nos de acordo. Nós brigamos por tudo. E o pior é que ele me pega, eu grito, os vizinhos acodem…Creia-me, Padre!, é um verdadeiro inferno. O que me aconselha?

-Boa senhora, tenho justamente o que você necessita, um remédio infalível, um cura-tudo milagroso. Toma este frasco; quando vosso marido começar a brigar, beba um gole e mantenha-o um momento na boca. Faça sempre o mesmo quando esteja iniciando a discusão. Verá que o resultado será seguro.

Alguns dias depois, a mulher voltou com a frasco vazio.

-Sucedeu exatamente como o senhor disse, padre Felipe. Funcionou! Meu marido segue brigando, porém eu estou curada. Dê-me outra desse frasco.

-Com gosto-sorriu o sábio Felipe entregando-lhe outro frasco de água pura recolhida da fonte.

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