Sua colega lhe disse baixinho: “Esse pivete que hoje você alimenta, amanhã vai lhe matar…”

As histórias de Clara

“Nenhuma palavra perniciosa deve sair dos vossos lábios, mas sim alguma palavra boa, capaz de edificar oportunamente e de trazer graça aos que a ouvem. Não contristeis o Espírito Santo com o qual Deus vos marcou como um selo para o dia da libertação. Toda a amargura, irritação, cólera, gritaria, injúrias, tudo isso deve desaparecer do meio de vós, como toda a espécie de maldade. Sede bons uns para com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo.” (Ef 4, 29- 32)

Vivendo isso na integra encontraremos a PAZ tão almejada por todos nós.

Precisamos mudar o espírito do egoísmo, o espírito de rebeldia, o espírito da vaidade, da mentira e com a nossa pequena colaboração, como aquele passarinho que com sua gotinha de água no bico fazia sua parte para apagar o incêndio na floresta.

Certa vez, Clara me contou que quando trabalhava no centro da cidade na capital; um dia estava almoçando num restaurante, devia ser no princípio do mês, porque era aquele tempo daquela inflação alta diária e o ‘ticket’ de alimentação começava com almoço e terminava o mês com um salgadinho; chegou um garotinho, talvez tivesse uns 8 anos de idade, mas era muito pequeno, com certeza mal alimentado desde o nascimento, e lhe ofereceu lixa de unha para comprar.

Ela disse que não precisava e ele disse que estava com fome, então Clara olhou para o balcão e viu que ainda tinha muita comida de seu almoço, falou para o garotinho sentar-se e pediu outro prato.

Quando voltou os olhos para o garçom para pedir mais um copo, ficou estarrecida com todos os olhares para ela, inclusive da companheira de trabalho que lhe disse baixinho: “Esse pivete que hoje você alimenta, amanhã vai lhe matar…”

 Ainda com a boca aberta de espanto entendeu porque o mundo caminha para a violência, com tanta maldade nos corações, com tanto egoísmo, sem nenhum amor no coração e preocupação com o próximo, especialmente as crianças…

Sem se importar com os olhares lhe fuzilando, pediu também mais um refrigerante para o garotinho, acabaram de almoçar e foram embora.

 Viver sem se preocupar com nossa imagem, com o que estão pensando de nós, na simplicidade, na verdade, isso é paz no coração, é alegria de viver.

 O segredo da vida é desfrutar cada momento com que a vida nos oferece, na simplicidade do dia a dia, agradecendo a Deus tudo o que nos proporciona, nossos amores que são nossa família, cada flor, passarinho, borboleta, árvore, cada pessoa que encontramos dando um sorriso.

E como é importante esse sorriso, um dia há muitos anos; Clara fazia um trabalho da Legião de Maria, no centro da cidade, e distribuía folhetos de “Palavra de Vida” da Chiara Lubich.

Muitos pegavam, muitos não pegavam, outros pegavam e agradeciam, outros pegavam e amassavam jogando no chão e Clara sorria a todos que passavam, de repente já tinha passado uma senhorinha e voltou dizendo: “Eu voltei só por causa de seu sorriso”.

Isso pagou todo o esforço daquele trabalho, que pessoa linda, que coraçãozinho aberto para amar o próximo, essa é a verdadeira alegria que sentimos.

Por: Juan Pedro Florián

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por euvimparaquetodostenhamvida

Quando chegarmos ao paraíso só irá nos perguntar: “Quanto você amou?” (São João da Cruz)

“Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por nós. Portanto também nós devemos dar a vida pelos irmãos”. (1 Jo 3, 16)

 

Palavras lindas ditas por São João Evangelista. Como o ‘assassino’ norueguês viveu isso?

E ainda se diz cristão, para mim é um louco varrido, que queria aparecer e está conseguindo o que queria. Todos os jornais, televisões do mundo todo estampam seu retrato.

Mas infelizmente a semente plantada nele desde criança é a da superioridade ariana.

Como um ser humano que acredita em Jesus, conhece seus ensinamentos, pode achar que existe alguém no mundo melhor que o outro?

Quando chegarmos no Paraíso, alguém pode achar que vai ter um lugar especial porque é branco e rico?

Eu acho que vamos encontrar todos os africanos sofredores, exilados, famintos, doentes que aqui viveram nas pegadas de Jesus, é que estarão morando nas mansões.

Quem realmente conhece intimamente Jesus não pode ‘não amar o seu próximo’, não pode discriminar alguém, porque quem O conhece intimamente, e isso só acontece com a graça do Espírito Santo é humilde, e Jesus ama os humildes, e enche-os de seu amor nos seus corações.

O humilde se esvaziou de seu orgulho, de seu amor próprio exacerbado, não se acha nada, deixa que Jesus ache alguma coisa sobre ele e assim vai amando seus próximos e toda a humanidade.

Quando chegarmos ao paraíso só irá nos perguntar: “Quanto você amou?” (São João da Cruz)

Amar como Jesus amou, não o amor que está tão fácil falar hoje, cometem-se atos que contrariam seus ensinamentos e dizendo que é por amor, justificam-se.

É fácil? É evidente que não, Ele não disse que quem o seguisse teria só felicidade aqui, disse que o seu reino já começa aqui quando o seguimos nas veredas, que são estreitas e não nas estradas largas e fáceis.

Enquanto habitarmos nesse corpo frágil e miserável, que só gosta de comodidade, estamos lutando contra essa natureza com a nossa vontade, com a nossa razão vencendo essa natureza.

Nunca seremos santos aqui, sempre estaremos pecando, o importante para Jesus é nossa luta contra o “fomes peccati” que disse São Tomás de Aquino, na Suma Teológica, que trazemos sempre dentro de nós.

Santa Teresa D’Ávila falava muito no ‘fomes peccati’ , essa grande dificuldade que temos em nos tornarmos santos, dificuldade em fazer o que queremos, porque nossa natureza corrupta quer o contário, quer facilidades.

Como também São Paulo falou em Romanos, capítulo 8, versículo 13: “Pois, se viverdes segundo a carne, morrereis. Mas se vós, pelo Espírito, fizerdes morrer as obras da carne, vivereis”.

São Pedro em sua 1ª carta, no capítulo 1, versículos 15 e 16 diz: “Como é santo aquele que nos chamou, tornai-vos santos, também vós, em todo o vosso proceder. Pois está na Escritura: Sede santos, porque eu sou santo”.

Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida

O sonho na noite de sexta feira com Amy Winehouse.

As histórias de Clara

Ontem Clara deu notícia me ligando para contar um fato incrível que lhe aconteceu.

Na noite de sexta-feira para sábado estava dormindo e sonhando com muitas pessoas, de repente apareceu na cena, bem na frente de Clara uma moça sentada numa cadeira, tinha um cabelo muito alto puxado para traz e uma mecha branca de lado.

Sentiu profundo em seu coração que era uma alma pedindo ajuda com muita tristeza, ficou muito impressionada com ela e sentiu um grande amor em seu coração por aquela alma.

Pensou no sonho: Nossa, será que ela teve um trauma tão grande e ficou com esses cabelos brancos, ela é tão jovem…

Acordou cedo no sábado, começou a rezar e já colocou aquela alma nas orações, compadecida daquele apelo dolorido e foi para a Missa, também a colocou nas intenções e na Adoração ao Santíssimo que tem todo sábado e ainda rezou um rosário no Sacrário com uma companheira.

Foi ao supermercado, farmácia e voltou para casa. Depois do almoço vendo o jornal hoje assistiu a notícia da morte da cantora Amy Winehouse, ficou muito triste e lembrou que já fazia muito tempo que rezava todos os dias por ela.

A linguagem do corpo e sua vida, falavam para Clara que tudo era um pedido de socorro….queria ser amada, queria ter alguém ao seu lado que pudesse contar sempre…. era muito frágil, e não sabia sair daquela vida de drogas e álcool.

O dia foi passando e todos os canais davam a notícia, até que Clara viu num dos filmes a moça do sonho, igualzinha, então entendeu que era ela que lhe tinha pedido orações. Seu queixo caiu diante de surpresa tão grande, ficou de boca aberta alguns segundos, tão impressionada e também mais ainda com grande compaixão da pobre criatura.

Clara não acompanha a vida dos artistas e cantores hoje, gosta mais de música clássica e as de Deus, então conhecia muito pouco essa cantora e nunca a tinha visto nesta época que usou esse cabelo.

Ficou pensando como Deus é bom, precisa de nossas orações, por pura bondade e se serve de nossa miséria para ajudar os nossos pobres irmãos.

Ele assim o quis, pode fazer tudo sem a nossa ação. Mas em seu infinito amor, quer precisar de nosso amor, porque é esse amor sincero, que não pede nada em troca, que ama o próximo por Ele que pode salvar almas.

“Obrigada, meu Deus, infinitas graças vos damos por Vosso amor por nós. Dá-nos um coração semelhante ao Vosso, para que possamos amar cada vez mais”

Quem puder eleve a Deus uma oração com todo amor por esta pobre alma. Agora ela depende de nós, não pode fazer mais nada por si própria.

 Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida

Ah! Que triste acontecimento, Clara nunca imaginou que veria um feto de uns três centímetros, perfeitinho, com as mãozinhas como se estivesse rezando, em cima do peitinho.

As histórias de Clara.

“Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio d’Ele dai graças a Deus, o Pai”. (Colossenses 3,17)

Quando vemos as pessoas nas ruas não imaginamos que naquela pessoa existe uma história de vida, cheia de dificuldades, problemas em pequeno ou grande grau.

Clara conheceu uma família que tinha muitos filhos, sendo assim o histórico deles: um homem tinha 5 filhos com sua companheira, sendo o último com 11 meses e surdo.

Por razões que não nos compete julgar a mãe vai embora e deixa todos os filhos.

Este homem, vamos chamá-lo de João, muito frágil, se conhececem ele; só de olhar para ele dá pena, sem saber porque; tal é sua aparência frágil, logo se juntou com outra mulher chamada Rita que tinha 4 filhos de homens diferentes e nunca havia se casado com ninguém.

Portanto, agora temos um lar com 9 crianças? Errado, João deu o filho com deficiência auditiva para a cunhada criar e ficou com os outros, mas Rita logo ficou grávida de novo e não tinham dinheiro, nem profissão específica.

Rita enxotou os filhos de João para a rua porque não dava para alimentar os seus e o outro a caminho.

Resultado, desses 4 filhos de João, o mais velho sempre foi um menino especial e desde pequenino já arranjava trabalho e morava na casa de conhecidos.

Dos outros três, o penúltimo era muito bravo e revoltado, João com pena deles ensinou-os a furtar, furtavam roupas em quintais, tudo que viam, pediam comida nas portas e dormiam em casas abandonadas ou em construção.

Como podemos concluir o resultado disso tudo para estes pobres meninos. Não receberam amor, educação, ficaram analfabetos, aconchego, limites, cama quentinha, alimento feito com amor , abraço de mãe, nem de pai.

Cresceram assim e Clara se lembra muito bem, da primeira vez que foram presos, apanharam muito dos policiais e como ainda eram menores de idade foram soltos.

A tia que criou o pequenino sempre os acolhia do modo que podia e contou para eles na prisão que Clara rezava por eles. Quando saíram, ela foi visitá-los e agradeceram à ela.

Vejam, que triste história de carência de tudo, principalmente afetiva, Clara tinha a consciência de seu nada, Jesus amava aqueles meninos muito mais que ela, é claro, mas o gesto de amor dela calou fundo no coraçãozinho deles.

E assim começou a história das prisões, uma após outra, já estavam viciados no furto e na droga, pois estes meninos abandonados são alvo dos traficantes que a princípio lhe fornecem droga de graça até se viciarem, para depois furtarem e levarem os produtos dos furtos para eles.

Um dia quando visitava famílias com sua companheira, Clara viu o garoto ser preso e quando a viu gritava: Tia Clara, socorro, me ajuda….Estava com a boca toda ensanguentada, já tinha levado um murro na boca.

Foi lá falar com o policial e este disse que não aguentava mais prender o garoto e quando solto já voltava para casa furtando, que as pessoas cobravam dele e que até já tinha tirado licença por estresse por causa do menino.

Quando Clara tinha seu curso de artesanato em seu quintal, esse menino tinha acabado de sair da prisão, já era maior de idade. Ela o acolheu e deu-lhe tantos conselhos, oferecendo-se para ensinar um trabalho que ele pudesse tirar algum dinheiro até arrumar um emprego.

Esse garoto nunca em sua vida recebeu um abraço de amor porque todos o rejeitavam. Na última vez que foi preso estava sendo cassado feito bicho selvagem, Clara clamou tanto a misericórdia de Deus por ele, pois temia que o matassem.

Quando foi preso, pela graça de Deus havia um helicóptero de reportagem na hora e foi sua salvação.

O outro irmão, que menino bonito, era muito bonzinho e frágil como o pai, arranjou uma companheira, menina séria e muito sofrida também, órfã de mãe, perdeu dois bebês por aborto natural, sofreu muito, queria tanto um filhinho.

Um desses abortos foi no quintal de Clara, pois ela frequentava seus cursos, era ótima com trabalhos artesanais, foi ao banheiro sentindo-se mal e chamou Clara chorando muito, sentindo que saia o feto, aparou com a mão e lavou, mostrando-o para Clara.

Ah! Que triste acontecimento, Clara nunca imaginou que veria um feto de uns três centímetros, perfeitinho, com as mãozinhas como se estivesse rezando, em cima do peitinho, abraçou tão forte aquela garota, quase carregando-a no colo, pois era essa sua vontade e consolou aquela mãezinha.

Depois de um tempo, com a graça de Deus conseguiu ter seu filhinho e tentava encaminhar seu companheiro proibindo-o de furtar e incentivando-o a trabalhar. Tudo ia muito bem até o dia que ela precisou de um bojão de gás e pediu para ele comprar.

Como ele não tinha dinheiro, não falou para ela e foi furtar fio elétrico num poste, para vender e comprar o gás, mas….a tragédia…. tomou um choque tão forte que morreu na hora e ainda ficou grudado lá em cima.

Tinha 22 anos, que tristeza sem fim, Clara ficou arrasada, no velório, teve uma dor de cabeça tão forte que pensou que fosse morrer naquela hora quando o viu, todos choravam pela tragédia, tão bonito estava no caixão. Deixou um lindo filho que está sendo bem criado pela mãe.

Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida

Santo Antônio dizia que ninguém vai acreditar em nossas pregações se não as vivemos com nosso testemunho de vida.

Caminhando com Clara

 ”Tu, nosso Deus, és bom e verdadeiro, és paciente e tudo governas com misericórdia. Conhecer-te é a justiça perfeita, acatar teu poder é a raiz da imortalidade”. (Sb 15, 1.3)

Santa Teresa de Ávila dizia que o segredo para perseverar seguindo os passos de Jesus era preciso sempre considerar-se a pior das criaturas e que todas as pessoas eram melhores que ela.

Quando li esta passagem comecei a entender Clara, pois somente na extrema humildade é que Jesus vai dando graças e se servindo de nós, para suas obras,

No dia que começamos a achar-nos bonzinhos, santinhos e que é muito bom para nosso ‘ego’ fazer o bem, Ele pára de nos dar as graças necessárias.

Tudo por Jesus! Nada sem Maria!

Todo este modo de viver de Clara contraria tudo o que nós vemos na mídia, mas ela não se importa com a opinião alheia, mas sim com a do seu único e grande Amor: Jesus, nunca se esquecendo e agradecendo todos os dias o ter morrido por ela, sofrendo tanto.

Pensava sempre que todo aquele sofrimento eram os seus pecados que tinham-no feito sofrer tanto, dando sua vida por nós e que se fosse só por uma pessoa, Ele não exitaria em morrer por uma única pessoa, tanto amor…

Jamais em algum momento de nossa caminhada para Deus, podemos pensar que vamos converter alguém.

Nós não podemos nada, só pelos méritos de Jesus, haverá uma conversão para quem Ele quiser. Nossa parte é evangelizar, mas antes de evangelizar temos de dar testemunho com nossa vida.

Santo Antônio dizia que ninguém vai acreditar em nossas pregações se não as vivemos com nosso testemunho de vida.

O primeiro motivo de minha vida para Deus é a minha salvação, nunca posso achar que meu trabalho para Ele é para converter as pessoas, tenho só que fazer a minha parte.

Nunca podemos esquecer que todos os movimentos, grupos de oração, vocações, etc, tem por princípio a nossa salvação e então darão frutos, com a graça de Deus.

D’Ele não podemos esconder nada, conhece o nosso coração, nossa vida, nossa mente e tudo quanto somos e fazemos, pois antes de nascermos já nos conhecia.

Como viver essa vida em Deus neste mundo tão adverso?

Uma boa oração para começar:

“Coração Sacratíssimo de Jesus, Vós me tendes sempre amado tanto; eu, também, de minha parte, Vos quero amar, e não quero amar coisa alguma, antes de Vós. Dai-me, pois, a graça que eu seja o que sou e que deveria ser. Coração de meu Jesus, fazei que eu veja a minha alma, que veja como ela realmente é… veja os meus pecados e os aborreça; veja as minhas fraquezas e não as desculpe. Coração de Jesus, fazei que eu veja e conheça as vossas misericórdias sempre maiores que as minhas misérias”.

Pedir constantemente a Deus um coração semelhante ao d’Ele, que eu olhe as pessoas como Ele olha, que sinta pelos outros o amor que Ele sente e assim podemos com este exercício de amor ir melhorando no amor ao próximo.

É fácil? Claro que não, mas é necessária a verdadeira vontade, assim poderá contar com a graça d’Ele.

Quando fico vendo os pecados dos outros e comentando, com o que estou contribuindo para que essa pessoa se converta?

O que devo fazer é colocá-la em minhas orações com muito amor, assim se a pessoa não quer saber de Deus, Ele não vai obrigá-la, então com o meu pedido de amor por ela, Jesus pode lhe dar essa grande graça da conversão.

Se as pessoas não contam com nenhuma oração, ninguém em sua família reza por ela, é mais difícil, pois somos livres para escolher qualquer coisa, mesmo coisas que nos levem à morte.

Declaração de Amor a Jesus:

” Ó Meu Jesus amado, não quero nada para mim, tudo o que tenho é para Vós, para deixá-Lo feliz, para ser o Vosso descanso, um bálsamo para as chagas que Vos causei. Quero amar-Vos, adorar-Vos por toda a minha vida, nem mesmo o Céu desejo para minha alegria, mas para a Vossa alegria que me criaste para viver convosco um dia. Infinitas graças vos dou pela minha fé, pela minha conversão, por poder viver essa plenitude de amor já aqui neste Vosso Reino e depois na Eternidade. Amém”.

Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida

São José Maria Escrivá: “Porém, Tu subistes na Cruz, para que eu possa apropriar-me de Teus méritos infinitos”.

O caminhoso estreito de Clara é pedregoso também.

“Cada um, conforme a graça que recebeu, ponha-se a serviço dos outros, como bom administrador da graça multiforme de Deus. Se alguém fala, fale como se fossem palavras de Deus; se alguém presta um serviço, seja como por um mandato recebido de Deus, a fim de que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o poder pelos séculos dos séculos. Amém”. (1 Pd 4, 10-11)

Quando conto a história de minha amiga Clara, parece que tudo foi cor de rosa, que não houveram dificuldades, que todos os dias saia para fazer uma boa ação.

Não é assim para ninguém, especialmente para aqueles que escolheram seguir as pegadas do Mestre.

Clara sofreu muito, primeiro porquê mudar hábitos adquiridos é doloroso e segundo porque as pessoas em volta não a aceitam e rejeitam seu modo de vida.

Antes, quando vivia conforme o mundo e pecava, falava de coisas mundanas e fúteis, todos a aceitavam e depois não, e não pensem que ela queria converter todo mundo.

Agora parecia que era inimiga de todos, começando em sua família, uma das primeiras frases que ouviu foi uma de suas irmãs que disse para as outras: ” Ela é volúvel, logo passa”.

Parece que quando nos aproximamos verdadeiramente de Deus, vamos perder alguma coisa, é essa a impressão de Clara sobre os que a rodeavam.

Na Igreja, parece que devemos acolher bem o pecador que se converte, mas na realidade é o contrário, ela enfrentou caras viradas, ficou com a mão estendida no ar, porque até cumprimentá-la, parecia que ia contaminar as pessoas com alguma doença grave.

Porém, nada disso a fez desistir, simplesmente ficou triste com essas pessoas que com certeza não sabiam o que estavam fazendo. Julgavam-na e condenavam-na.

Quem se tem um encontro pessoal com Jesus e se converte realmente, começa-se a ver as pessoas de outra maneira, não deixa de sofrer com as ofensas, chora escondida, mas sabe que tudo é para o bem, pois Deus é amor e não nos dá o mal, e nunca deixa de se preocupar com nossa vida.

Na oração constante, na Missa diária, no Rosário, leituras de obras e vida dos santos e trabalhos se fortalecia, principalmente com o amor das pessoas

Encontrou e conheceu pessoas lindas dentro e fora da igreja, isso lhe dava força para continuar. Às vezes sentia uma solidão tão grande que era bem difícil aguentar.

Mas tudo isso não era ruim como no tempo que o seu coração chorava. Sentia dentro do coração o pleno amor de Jesus e se entregou à sua Mãezinha pedindo-lhe que a guiasse e formasse para seu Filho.

E tudo ia acontecendo… Sempre foi muito impulsiva e num belo dia resolveu fundar uma associação que se chamou: “CEFAS” Centro Educativo da Família Solidária, o projeto consistia em trabalhar com as mães das crianças que conheceu naquela instituição que servia.

Viu que o trabalho que fazia na escola evangelizando os pequeninos, não rendia muitos frutos, porque chegavam em casa e o ambiente era adverso.

Pensou então que reunindo mães para ensinar artesanato, poderia ter dois frutos: ensinar um trabalho que poderia aumentar a renda e quando ensinava ia passando valores bons de Deus para elas.

Convidou os paroquianos e o padre para a assembléia de fundação, foi fazendo tudo certinho, com a ajuda da amiga advogada fez o Estatuto e tomou todas as providências necessárias.

Nos dois primeiros anos funcionou na edícula de sua casa que possuía duas salas, mas é bastante difícil trabalhar com pessoas, no começo eram muitas, depois diminuíam , diminuiíam…

Então por vários anos foi nas moradias dessas pessoas, cada ano em uma e reunia aqueles moradores e seus conhecidos, a maioria foi em favelas. Sentia-se tão grata a Deus por aquelas pessoas e seu trabalho.

Nunca, em nenhum momento, sentiu-se melhor pessoa que elas, ia humildemente oferecendo seu amor, enfrentou problemas também com alguns que pensavam que ela ganhava para fazer aquilo e que ia tirar algo delas, mas a maioria, graças a Deus era maravilhosa e boa.

Clara adotou para si as palavras de São José Maria Escrivá:

“Não valho nada,

Não posso nada,

Não tenho nada,

Não sou nada,

Porém, Tu subistes na Cruz, para que eu possa apropriar-me de Teus méritos infinitos”.

Ao mesmo tempo fazia visitas com sua colega de trabalho e vou contar as histórias dessas pessoas também.

Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida

Clara levou num domingo, que era dia de visita, a mãe para visitar seus filhos na intituição que estavam. Foi uma das cenas mais tristes de sua vida, nunca se esquecerá.

A caminhada da conversão de Clara

(continuação do episódio anterior)

Foi no dia seguinte ajudar naquela escola e contou todo o caso da jovem mãe pobre para uma colega advogada, pedindo para ajudá-la a fazer algo. Essa advogada, uma pessoa muito boa de coração e toda de Deus, imediatamente se colocou pronta para ajudar essa mãe e seus filhos.

Foram ao Fórum da cidade para falarem com o promotor de justiça, da vara da infância e contaram todo o caso.

Este foi também muito humano e instrui-as sobre várias condições que teriam que providenciar, para levar o caso ao juiz da vara da infância; como colocar as crianças com atividades nos dois períodos escolares, creche para os pequeninos e especialmente tratamento com psicóloga para a mãe.

Com a graça de Deus conseguiram tudo num prazo curto e até psicóloga de graça conseguiram numa outra paróquia que oferecia esse serviço.

Clara levou num domingo, que era dia de visita, a mãe para visitar seus filhos na intituição que estavam. Foi uma das cenas mais tristes de sua vida, nunca se esquecerá.

Filho tem que ficar com a mãe, não numa instituição, que pode lhe dar todo conforto material, mas não um lar de verdade. O que precisamos fazer é ajudar as pessoas para que tenham um lar saudável e não tirar os filhos.

Voltaram ao Fórum com todas as exigências atendidas e o casal para terem uma conversa com o promotor. Ele ‘puxou a orelha’ deles, passou-lhes um belo sermão e disse que aquilo não se poderia repetir, o casal prometeu que assim o fariam.

Então o promotor disse que precisaria de uma pessoa para se responsabilizar por essa família, senão o juiz não daria as crianças de volta, imediatamente Clara disse que se responsabilizaria.

Assinou os papéis e alguns dias depois, veio a notícia que o juiz tinha aceitado e poderiam ir buscar as crianças, tudo isso não chegou a dois meses.

Clara levou a mãe com as crianças na psicóloga por seis meses, era bastante longe de suas casas, e ficava com o bebê no colo e tomando conta dos outros quatro.

A alegria de Clara foi imensa quando viu aos poucos aquela pobre mãe entender o que era uma família, que tinha que amar seus filhos e não podia bater neles, que a família é nossa riqueza e os filhos necessitam de um lar alegre e saudável.

Resultado, antes eram todos tristes, depois descobriram a alegria de um lar e uma mãe cuidadosa educando seus filhos, hoje a mãe tem mais dois filhos, uma menina que colocou o nome de Maria Clara, homenageando a amiga que a ajudara.

O pai foi embora e hoje todos se engajaram na Paróquia, batizados, fazendo primeira comunhão, são coroinhas, os mais velhos já crismaram e Clara é madrinha de Crisma da mãe, que considera e trata como sua filha.

Enfim, acho que o que a sociedade precisa de pessoas que tomem decisões, iniciem ações, parem de cobrar tudo do governo, parem de condenar, discriminar, se incomodando com a pobreza, mas procurem descobrir o outro lado; cadeias e cercas elétricas não resolvem os problemas.

O segredo ” Amar como Jesus amou”.

Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida

“Agora libertados do pecado, e como escravos de Deus, frutificais para a santidade até a vida eterna, que é a meta final”. Rm 6,22

Continuando a caminhada da conversão de Clara.

“Agora libertados do pecado, e como escravos de Deus, frutificais para a santidade até a vida eterna, que é a meta final”. Romanos 6,22

Não importa o tanto de tempo que vamos viver, importa como vamos viver o tempo que teremos de vida.

Caminhar aqui com os olhos fitos no céu, nossa fé é o dom mais precioso que temos, usamos todo o potencial de nosso cérebro, tanto o natural como o sobrenatural.

Quanto mais nos exercitamos na fé, na união de nossa alma com Deus, mais conhecemos o potencial de nosso cérebro no seu lado do sobrenatural.

O sobrenatural é tão ou mais real que o natural, infelizes são aqueles que usam só o natural, que creem somente no natural, pois perdem as maravilhas do sobrenatural, especialmente o amor, o amor de Deus por nós, tão grande que nunca enquanto habitarmos neste corpo carnal, teremos idéia de tão grande e infinito amor.

Muitos santos disseram que morreriam na mesma hora, como Santa Teresa d’Ávila, se conhecessem a imensidão deste ‘Amor’.

Podemos conhecer faíscas deste amor quando vivemos integralmente o Evangelho, com todo seu tesouro, ou seja, as orações e ações.

Clara contou-me outro episódio de sua caminhada que a levou a sentir estas faíscas de amor de Deus.

Ajudava as crianças, numa obra que sua paróquia fundou, evangelizando com desenhos, músicas e histórias.

Num dia começou ouvir as pessoas que lá trabalhavam falar de um a mãe que o conselho tutelar tinha tirado seus filhos por maus tratos. Não estava gostando nada de ouvir aquela conversa, pensava: será que alguém foi lá ver o que estava acontecendo?

Fazendo suas visitas foi visitar uma família muito pobre com cinco filhos, que regularmente visitava. Qual não foi sua surpresa quando lá chegando, encontrou a mãe chorando porque tinham tirado seus filhos, por uma denúncia de um vizinho.

Tinha três filhos de um homem, que a largou e juntou com esse atual e teve mais dois, sendo o último com quatro meses. O bebê estava sendo amamentado e foi arrancado da mãe junto com mais três, porque não viram o penúltimo que dormia.

Estava desperada, sem os filhos pois amava-os e contou-lhe o que havia ocorrido. O seu companheiro que tinha uma vaca leiteira e um cavalo para a carroça, queria fazer as crianças dela trabalharem com os animais.

Eles estavam na escola, mas como eram muito pobres, a casa era um cômodo só, em volta era muito sujo pela sujeira dos animais e de vários cachorros também, eram fracos por causa da má alimentação e não aguentavam o serviço.

Então ele mandava que ela batesse nas crianças, pois era esperto e sabia que podiam denunciá-lo, mas ela era ingênua, tinha vindo de uma fazenda, era muito ignorante a pobrezinha, e obedecia-lhe.

Até que houve a denúncia, mas também havia outro agravante, estava com depressão pós-parto, mas não fazia idéia do que era isso.

Clara saiu de lá arrasada e também indignada com todos aqueles que estavam condenando a pobre mãe, sem saber de nada. É fácil jogar pedra, condenar o outro, mas ir lá e perguntar o que aconteceu?

(continua)

 Por: Juan Pedro Florián


por euvimparaquetodostenhamvida

“Se somos pessoas orantes possuímos a armadura de Deus”.

“O Caminho de Clara” – O caminho estreito.

“Como por livre vontade vos desviastes de Deus, agora, voltando, buscai-o com zelo dez vezes maior; aquele que trouxe sofrimento para vós, para vós trará, com a vossa salvação, eterna alegria”. Baruc 4,28-29

O caminho que Clara escolheu é estreito, mas ela sabe que para chegar ao Paraíso, só tem esse caminho, o do despojamento de toda a vaidade, dos valores mundanos, tão realçado insistentemente pela mídia, mostrando que só este dá a felicidade.

Felicidade aqui, todos queremos viver isso, sem nos importarmos com os outros, vivemos como se o Paraíso fosse aqui, agora, tantos os jovens como os mais idosos.

Gente, acorda! Pensa um pouco se você é feliz mesmo, se estamos construindo nosso edifício de felicidade? Com o que estamos enchendo nossas mãos para um dia apresentarmos a Deus?

Clara trilha este caminho estreito e vai crescendo na santidade para poder louvar e agradar a Deus com sua vida.

Sempre prestando atenção em tudo que faz, isto é muito importante, para não  tornar tudo uma rotina vazia; sempre com o coração em tudo que faz..

Esses pequenos exercícios de despojamento de nossa vontade para fazermos a Vontade de Deus é o que nos fortalece na caminhada, é como se estivéssemos tomando um fortificante, pois nossa natureza é frágil e corrupta, só quer moleza, só quer o que é fácil e não dá trabalho.

Um dia em que estava pensando no quê poderia oferecer, teve a idéia de trocar as calças compridas que usava desde seus quatorze anos (foi quando  as mulheres começaram a usar); sempre foi muito simples e achava tão cômodo e prático o uso delas.

Então, deu todas as calças compridas e passou a usar só saias. No começo estranhou e achou difícil, mas perseverou no presente que queria dar para Jesus, e num instante acostumou e deixou de ser sacrifício.

E assim, descobria sempre uma mortificaçãozinha, um sacrificiozinho e foi fortalencendo na Vontade de Deus e não na sua.

Numa tarde saiu de casa para encontrar sua companheira para fazerem  as visitas semanais e como o tempo não estava muito firme, levou sua sombrinha.

Descendo uma rua, de repente saíram de uma casa dois cachorros que foram para cima dela rosnando com muita braveza.

Gritava ‘passa, passa’ ameaçando-os com a sombrinha e nada, estavam a ponto de mordê-la quando gritou forte: São Miguel, valei-me!

Ficou muito impressionada porque imediatamente deram meia volta e entraram na casa ganindo. Ufa! que alívio, obrigada meu São Miguel, pensou.

À noite, dormindo sonhou com dois cachorrões em pé, fumando charuto, argh, que medo, era o próprio inimigo querendo assustá-la, para que desistisse de seguir as pegadas de Jesus.

É assim mesmo, o tempo todo, ele vai tentar fazer-nos desistir, é necessário ficarmos atentos, para não cair em suas armadilhas.

O segredo é a oração perseverante, nunca deixar de rezar, dizendo que não tem tempo, que não tem cabeça, que dá sono e acaba dormindo.

Dê o melhor para Jesus e não o resto e Ele te ajudará a vencer as artimanhas do maligno.

Se somos pessoas orantes possuímos a armadura de Deus.

Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida

Santo Inácio de Loyola disse que quando descobriu esse tesouro precioso, deixou todo o luxo da corte, os prazeres mundanos, dizendo que logo se esgotavam e esse que havia descoberto, ficava para sempre no seu coração.

A história de Clara – Procurando uma agulha no palheiro.

“Quando encontrei tuas palavras, alimentei-me; elas se tornaram para mim uma delícia e a alegria do coração, o modo como invocar teu nome sobre mim, Senhor Deus dos exércitos”. Jr 15, 16

Clara foi preenchendo aquele vazio que havia dentro dela alimentando-se da Palavra de Deus. Como se fosse uma jarra cheia de água do mundo, foi substituindo aquela água suja por água limpa derramada pelo Espírito Santo.

Devagarinho se consegue, porque se fizer tudo de uma vez não vai conseguir e aí vem o desânimo, achando que não vai vencer as dificuldades.

Deus dá a graça para quem sinceramente lhe pedir, disse: “pedi e recebereis, batei e a porta se abrirá”, é fiel em sua palavra, também precisamos ser fiéis à Ele.

Clara começou a visitar as famílias e escolheu a melhor parte que são os mais necessitados: os doentes, os pobres, os sofredores e conheceu tanta gente, tem tanta historia triste para contar e também alegres.

Numa ocasião, visitando os doentes no hospital, encontrou na ala da tuberculose que visitava regularmente, uma doente já em estado avançado.

Chamava-se Matilde e estava num aflição muito grande porque tinha parentes bem próximos na cidade, mas tinha perdido o contato com eles há muitos anos e viera para a cidade, mandada de um hospital da capital, porque tinha esta ala especial para essa doença.

Clara ficou com tanta compaixão da pobre, que sabia que estava no fim e queria despedir-se dos seus. Foi para casa pensando e pedindo a Deus que lhe desse uma luz para saber o que fazer, pois não tinha nenhuma referência, só o nome da moça.

Então, teve a luminosa idéia de pedir para seu filho colocar nos classificados do jornal local uma nota de pedido urgente para quem conhecesse parentes de  moça, colocou o nome dela e disse que estava muito doente no hospital e deu o número de seu próprio telefone.

A cidade de Clara não é pequena, nessa época deveria ter por volta de quase 300.000 habitantes, portanto sem a ajuda de Deus, seria procurar uma agulha no palheiro.

Acreditem, depois de uns dois ou três dias recebeu um telefonema de uma pessoa que era vizinha de uma parente da doente e para finalizar a história: deu tudo certo.

Logo voltou ao hospital e a doente contou-lhe toda a sua alegria desse encontro familiar, que se repetiu até o dia de sua morte, que não demorou muito e fizeram o enterro, quando Clara ficou conhecendo sua família.

É uma história triste e cheia de amor, é esse amor que enche nosso coração e alegra nosso Deus amor.

Deus precisa de nossas obras humanas para realizar seus desígnios sobre nós. Na verdade, Ele não precisa de nós para nada, porque é o Todo-Poderoso, mas na sua infinita e perfeita bondade, quis que fosse assim, uns ajudando os outros.

Qunado Clara estava vivendo no seu mundinho egoísta não fazia idéia de quantas pessoas,  de quantos doentes, pobres e sofredores estão precisando de nós.

A alegria, a plenitude de amor no coração não se compara a nada que existe na terra, nem as viagens maravilhosas, o carrão de luxo do ano, a mansão luxuosa com todas as facilidades e prazeres que proporcionam. Tudo isso só dá prazeres momentâneos que não perduram no coração.

Santo Inácio de Loyola disse que quando descobriu esse tesouro precioso, deixou todo o luxo da corte, os prazeres mundanos, dizendo que logo se esgotavam e esse que havia descoberto, ficava para sempre no seu coração.

As pessoas precisam dar-se uma chance de descobrir isso, para comparar o que é melhor, porque se não tentarem, nunca vão saber.

É evidente que não vivemos o amor santo pensando no que iremos lucrar, mas sim na alegria que daremos a Jesus amando o próximo como nos ensinou.

E como disse Santa Teresa d’Ávila, Ele paga muito bem. Ela nos diz também que primeiro nos aproximamos d’Ele por temor, por medo de ir para o inferno, mas depois que descobrimos seu amor, então não existe mais temor, mas só amor.

Por: Juan Pedro Florián

por euvimparaquetodostenhamvida