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O último capítulo do Evangelho segundo Francisco: Cristo “pede perdão” por sua “escapada”

07/01/2016por THE REMNANT

 

papa francis

Durante quase três anos, Francisco tem proporcionando à congregação e ao mundo suas idiossincráticas leituras dos acontecimentos do Evangelho, em seus sermões diários na Casa Santa Marta. Estes são espontâneos, porque Francisco tende a ver os textos preparados com menosprezo. Evidentemente, Francisco crê que é mais “pastoral” dizer simplesmente o que pensa sem que lhe importem as implicações doutrinais ou o potencial escândalo, tal e qual como temos visto uma ou outra vez. Os resultados têm sido sempre, dizendo suavemente, incríveis.

Os leitores recordarão exemplos memoráveis da exegese de andar falando na casa como a afirmação de que a imaculada e sem pecado Maria “talvez” tenha se sentido enganada por Deus quando viu seu Filho na Cruz (“Mentira! Eu fui enganada!”), ou a de que Cristo simplesmente fingiu estar chateado com seus discípulos (“Jesus não se chateia, muito menos finge”), ou a de que Mateus se agarrou ao seu dinheiro quando Cristo o chamou (“Não, não eu! Não, este dinheiro é meu!”), em lugar ouvir o chamado de Nosso Senhor imediatamente tal e qual como diz o Evangelho (Mateus 9, 9-13).

Em um sermão sobre a vida de Jesus, realizou também esta assombrosa oração: “Concedei-nos Senhor a identidade cristã, que tu tiveste.” Dizer que Jesus tinha uma “identidade cristã”, em lugar de dizer que Jesus é “o Cristo, o Filho do Deus vivo “, tal como reconheceu o primeiro Papa (cf. Mateus 16,16), foi o mesmo que sugerir que não era divino, mas simplesmente um homem superlativo cujo supremo exemplo cristão devemos imitar.

De fato, neste mesmo sermão improvisado Francisco opinou que: “A autoridade de Jesus- e a autoridade do cristão – provém desta capacidade de entender as coisas do Espírito, ao falar a linguagem do Espírito. É a partir desta unção do Espírito Santo…” Isto implica que qualquer cristão pode ser ungido na forma única em que Jesus foi ungido (ver Atos 10,38), ou que Jesus não teria autoridade em virtude de sua própia divindade, mas somente a teria como a de qualquer cristão “ungido”.

Independentemente do inadvertido que estas improvisações possam parecer, o que surge delas é uma redução implícita do Deus-Homem a um Messias que não é mais que uma grande criatura; cujos ensinamentos e sublimes exemplos morais conduziriam os homens a Deus Pai. Esta é a visão iluminada de Cristo que sustentaram os unitários e John Locke, que evitaram cuidadosamente qualquer afirmação sobre a existência do Deus Trino ou de que Cristo seja a segunda pessoa divina da Santíssima Trindade.

Num último improviso de Francisco neste sentido só aumentaram as complicações. No sermão sobre a perda (de Jesus) no templo, Francisco disse o seguinte:

Em lugar de regressar para casa com sua família, Ele ficou no templo de Jerusalém, causando muita dor a Maria e a José, que não puderam encontrá-lo. Por esta pequena “escapada”, Jesús teve que provavelmente pedir perdão a seus pais. O Evangelho não nos diz isto; porém creio que podemos supor.

Qualquer menino bem catequizado sabe que Jesus, longe de mendigar perdão, repreendeu seus pais de uma maneira que constitui uma revelação precoce de sua divindade: “Por que me buscáveis? Não sabíeis que devo ocupar-me dos assuntos de meu Pai? “(Lucas 2, 49) Francisco, no entanto, reduz sem cuidado algum, este evento fundamental a uma aventura infantil pela qual Jesus teve que pedir perdão. Segundo este mesmo ponto de vista, o enunciado “Por que me buscáveis? No sabíeis que eu devo ocupar-me dos assuntos de meu Pai?“ seria a pior espécie de insolência e falta de respeito à autoridade dos pais numa criança comum.

Bem: alguém não pode pedir perdão ao outro, a menos que tenha ofendido injustamente o outro. Jesus, sendo divino, seria incapaz de cometer uma injustiça contra ninguém, e muito menos contra seus próprios pais. Ao dizer que Jesus teve que pedir perdão por seu comportamento é pior ainda, ao sugerir que teria pecado contra Maria e contra José e que sendo assim seria obrigado a pedir perdão.

Surgem as perguntas: Está Francisco confundido com a divindade de Cristo? Vê Cristo como o Deus-Homem, cujo sacrifício de si mesmo ao Pai, sendo de valor infinito, serviu para expiar todos os pecados cometidos e por cometer, ou mantém um conceito de um Messias inferior, sem se dar conta talvez do que faz? Deixo em mãos dos comentaristas que possam sugerir uma explicação razoável deste sermão que seja consistente com a divindade de Cristo e com uma leitura ortodoxa do Evangelho.

   Christopher A. Ferrara Christopher A. Ferrara

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por euvimparaquetodostenhamvida

A banda americana tocava “Beija o diabo” no momento em que os terroristas atacaram

A banda americana tocava “Beija o diabo” no momento em que os terroristas atacaram

eagles death metal

THE REMNANT 19 novembre, 2015

‘Le Point’ informa de que o grupo americano ‘Eagles of Death Metal’, traumatizado pelos ataques terroristas de Paris na noite de sexta-feira 13, está já de olta à Califórnia. Supostamente se encontravam na metade de uma música intitulada acertadamente “Beija o diabo”, quando os assasinos atacaram a sala de concertos e començaram matar as pessoas.
Querem ver um pouco da letra dessa música desta barulhenta banda americana?

“Beija o diabo”

Quem amará o diabo?…
Quem cantará sua canção?…
Quem amará o diabo e sua canção?…
Eu amarei o diabo…
Eu cantarei sua canção…
Eu amarei o diabo e sua canção!… Quem amará o diabo?… Quem beijará sua língua?…
Quem beijará o diabo em sua língua?… Eu amarei o diabo!…Eu beijarei sua língua…
Eu beijarei o diabo em sua língua!…
Quem amará o diabo?…
EU AMAREI O DIABO E CANTAREI SUA CANÇÃO!

Linda, eh?

Sabem o que aconteceu à guerra da cultura? Por que todo o mundo se rendeu na campanha da “ música de Satã”?, em que nossos pais e avós lutaram com unhas e dentes.

Recordam com que vigor os católicos tradicionais sabiam lutar contra a indústria da música pop -uma indústria que gasta milhões tentando doutrinar nossas crianças 24 horas por dia, sete das poe semana, com uma catequese luciferina? O que ocorreu? Por que içamos a bandeira branca?

Talvez haja tempo de voltar para aquele tempo e fazer como faziam.

Muitas graças aos nossos amigos do Centro de Fátima pelo oportuno post desta semana de uma velha palestra sobre música rock/pop que se deu em São Paulo, Brasil, há años.

Esta palestra foi realizada em uma das conferências do falecido padre Grüner para sacerdotes católicos. Minha esperança ao publicá-la aqui é que deveria reavivar o debate (e inclusive a guerra) contra a podridão da música pop, que, não faz tanto, era tão importante para os polemistas católicos como a revolução litúrgica e a restauração da missa tridentina.

Podemos assistir a missa em latim todos os dias da semana, e fazer “escola em casa” até se fartar; mas se nossas crianças estão escutando a Miley, Iggy, Justin e Gaga, então, esqueçam. A guerra terminou, e perdemos.

Michael Matt

por euvimparaquetodostenhamvida

DEUS, O SER ÚNICO POR EXCELÊNCIA, O ÚNICO QUE MERECE ESTE NOME.

 

 DEUS

“Deus, o ser único, o ser por excelência, o único que merece este nome” (Cavallera)

“Nisto deves meter todo o teu empenho que Deus cresça em ti” (Tauler)

 

PARÁBOLA

 

A Revolução das Árvores

Um altaneiro jequitibá concedeu um plano arrojado.“Irmãs, disse ele às árvores da selva, deveis saber que a terra nos pertence. Vede, homens e animais dependem de nós. Alimentais as vacas, as ovelhas, as aves, as abelhas, tudo enfim vive de nós: somos o centro de tudo. Só um poder há acima de nós: é o sol. Verdade é que dizem depender dele nossa vida. Mas eu estou convencido que isso não passa de fábula para meter-nos medo.

Ora, não podemos viver sem o sol? Lenda antiquada,supersticiosa, indigna de plantas modernas e esclarecidas.”

Pequena pausa. Umas figueiras seculares e um cedro majestoso de idade avançada, meneavam suas copas em sinal de desaprovação. Mas as árvores novas aplaudiam freneticamente de todos os lados.

O jequitibá retomou o arremesso e continuou: “Bem sei que há entre nós uma facção de ignorantes e atrasados, o partido das velhas que ainda acreditam em fábulas.

Eu, entretanto, sou pela autonomia e pela independência da nova geração vegetal. É tempo de sacudirmos o jugo do sol. Vamos à luta pela liberdade; ó velho lampião do céu, teu reino findou.”

Uma tempestade de aplausos estrugiu no ar. O entusiasmo juvenil abafou os protestos das árvores velhas. “Comecemos, pois, comandou o jequitibá. Durante o dia interromperemos toda a atividade e passaremos a viver só durante a noite, escura e misteriosa. De noite haveremos de crescer, deitar os brotos, florir, exalar o perfume,frutificar: não precisamos do sol. Somo livres”.

Nos dias seguintes os homens observavam um fato estranho. O sol resplandecia com todo o seu brilho. Seus raios quentes enchiam o ar. As flores, porém, inclinavam teimosas as cabecinhas para a terra, fingindo dormir. As árvores deixavam pender as folhas. Todas as plantas desprezavam o astro-rei. À noite abriam-se as corolas, as flores voltavam-se para a luz pálida da lua e para o firo cintilar das estrelas.

Durou isso alguns dias.

Pouco a pouco surgiram curiosas alterações nas plantas. Os cereais, antes levantados para o sol, jaziam por terra. As flores empalideceram e secaram. As folhas amareleceram e caíram. Murmurações ouviram-se então contra o Jequitibá. Este, apesar de ver suas folhas amarelas e secas, continuava teimoso:

“Tolas que sois! Ainda não percebestes que agora sois muito mais belas e interessantes, mais livres e independentes.

Doentes, vós? Qual nada! Agora sois nobres, aristocratas”.

Algumas coitadas davam crédito e murmuravam à noite, cansadas e exaustas: “Estamos belas, ficamos nobres,independentes”. A maioria, porém, percebeu a tempo o perigo e reconciliou-se com o sol.

Quando entrou a primavera, o jequitibá lá estava de galhos desnudos, ressequidos, em meio à selva que renascia cheia de vida, repleta do gorjeio dos pássaros. Suas estultas doutrinas estavam esquecidas. Em redor dele o perfume das flores subiu cheiroso rumo ao sol e as copas folhudas das árvores inclinavam-se agradecidas para o astro-rei (Joergensen).

Extraído do livro do Padre João Beting CSsR Teologia das Realidades Celestes

por euvimparaquetodostenhamvida

“O Próximo Sínodo é uma Batalha entre Cristo e o Anticristo: -De que lado estará?”

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“O Próximo Sínodo é uma Batalha entre Cristo e o Anticristo: -De que lado estará?”

RORATE CÆLI 5 março, 2015

Alessandro Gnocchi continua sendo um dos melhores comentaristas da situação atual da Igreja. O seguinte trecho de sua coluna em ‘La Riscossa Cristiana’ é um exemplo de sua determinação em ver as coisas como são. Gnocchi usa palavras fortes que provocam o pensamento:

O mundo católico que comumente se chama “não de esquerda” ou “não progressista”, salvo as raras exceções dos que são capazes de ir realmente contra a corrente, se compõe de intelectuais pouco convincentes e sedentos de legitimação. Pobres personagens em busca de um autor que os suba a um cenário e os faça recitar qualquer livreto que se ponha diante deles. Entretanto, enquanto os títeres saltam e dançam, o pequeno teatro se torna sempre mais à esquerda até completar a mutação.

A linguagem, os temas e inclusive os princípios que até o último pontificado foram considerados como não negociáveis, se adaptam a um público que sempre quer mais e melhor: desde a colaboração política até chegar às concessões doutrinais o caminho é muito curto, especialmente se existe o incentivo de receber os aplausos do mundo.

[Há quem] se escandaliza, porque todo aquele que tente expressar uma objeção frente a situação atual é etiquetado rapidamente como “uma pessoa que semeia divisão”…

A tática de acusar os dissidentes de serem “pessoas que dividem” no geral se emprega pelo poderoso ou pelo covarde e devemos recordar que sempre os que estão no poder são os covardes que eventualmente têm uma alavanca de poder em suas mãos. Sempre que existe alguém que se atreva a debater os temas de oposição os poderosos evitarão o debate silenciando suas próprias convicções e sua posição real, e os covardes o evitarão porque não têm convicções, e no caso de tê-las, não têm a coragem para defendê-las.
Nada é mais fácil que submeter ao escárnio público qualquer um que se atreva a romper a chapa da unidade deslegitimando-o a priori: se ameaça a unidade, não se é permitido falar. A Verdade, com maiúscula, sucumbe à conveniência. Pilatos, que prefere seguir sendo amigo de César, nunca cessa de buscar companheiros de rota.

A Igreja nos últimos anos tem funcionado (ou melhor, mal funcionado) por ancorar-se a si mesma ao desejo de ser a amiga de César. Ela tem sido fraca até o ponto de ficar anêmica no campo da doutrina e da moral. Ela se mostra agressiva e desapiedada em sua repressão e na negação de toda opinião legítima que tenha a intenção de reafirmar as verdades doutrinais e morais. O resultado é silenciar àqueles cuja intenção é defendê-la e por sua vez dar renda solta àqueles cuja intenção é destruí-la. Esta metodologia é muito elogiada e se coloca em prática desde o topo até a igreja paroquial.

catecismo da igreja catolica sínodo

Porém permitam-me agora algumas considerações sobre as melodias que sempre silvam aqueles católicos que dizem que querem se opor à deriva em direção liberalismo, mas na verdade não fazem nada, exceto ir seguindo-a sempre com um passo atrás. Eu me limitarei a falar desse tilintar, que é o seguinte: “sempre é melhor fazer algo mesmo não sendo perfeito que não fazer nada.”

Estes católicos, aos quais talvez devesse chamar “católicos-light” [cattolichetti] perderam de vista, devido a sua cançãozinha, a postura que o católico sempre deve assumir no enfrentamento com o mundo. Desta maneira, ao persistir na connivência e cooperação com o mundo, entorpecem seu sentido espiritual até o ponto de que não mais são capazes de compreender a gravidade dos tempos em que vivemos.

Eles se deleitam nos planos políticos idealistas de ação, enquanto o que realmente está acontecendo é uma guerra entre Cristo e o Anticristo em uma escala nunca antes vista, onde o que está em jogo é a sobrevivência da fé católica.

Repito: estamos em uma batalha para preservar a Fé Católica e esta batalha é travada em várias frentes, inclusive em algumas que são tão importantes como a verdade moral, mas que são só campos de batalha em uma guerra que é muito mais profunda, que implica a metafísica e a religião. O mais importante em jogo é a fé. Mas a fé se conserva inteira e intacta, ou se perde. Não se pode preservar somente partes, de acordo com o gosto ou a conveniência.

As decisões que se tomem a respeito dos elementos cruciais do ensinamento moral, que tocam a natureza humana, são os sinais que mostrarão se a fé resistirá ou se renderá. Porque qualquer acomodamento, inclusive algum concebido para o bem ou talvez usando o carcomido conceito do “mal menor”, representa um acomodamento da Fé: uma traição a Cristo em favor do Anticristo.

O mundo de hoje não necessita uma lei que é um pouco menos má que a outra porque, como os “católicos-light” dizem, “é melhor fazer algo, mesmo não sendo perfeito, do que não fazer nada”. Não estamos lutando uma batalha para dar algo menos mal ao mundo, mas para permanecer fiéis a Cristo e seus ensinamentos, e só Ele pode salvar o mundo.

Isto é o que tem feito o Sínodo sobre a Família que acaba de concluir um evento tão dramático e fará que o próximo o seja ainda mais. O que aconteceu e vai acontecer, não só será um face a face entre duas diferentes escolas de pensamento, mas o face a face entre os que pretendem preservar a Fé católica em seu conjunto e os que querem mudá-la. Em poucas palavras, e como estamos falando de bispos, cardeais e do Papa, minhas palavras podem parecer duras, estamos tratando da batalha entre Cristo e o Anticristo. Só resta para nós escolher de que lado estar.

[Fonte ‘La Riscossa Cristiana’ – Traduzido para o espanhol por Juan Campos. Artigo original]

http://www.adelantelafe.com/roratecaeli-el-proximo-sinodo-es-una-batalla-entre-cristo-y-el-anticristo-de-que-lado-estaras/

por euvimparaquetodostenhamvida

Doroteia à luz do candelabro: O Papa Francisco cria confusão.

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doroteia e as confusões do papa

Doroteia à luz do candelabro: O Papa Francisco cria confusão

Adelante la Fe – 18 março, 2015

DOROTEIA: vou ao confessionário. Minha alma está perturbada e inquieta. O Papa Francisco me cria confusão. Não dá a palavra da Verdade, não me confirma na Verdade da Igreja.

No confessionário:

DOROTEIA: Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ave Maria Puríssima.

CONFESSOR. Sem pecado concebida.

DOROTEIA: Padre, o Papa Francisco deseja nesta Santa Quaresma que haja uma jornada de adoração ao Santíssimo Sacramento e do Sacramento da Penitência, denominada 24 horas para o Senhor. Sendo esta iniciativa louvável e necessária, a mim me confunde o Papa. Porque enquanto convida à adoração do Santíssimo, no entanto consente e nada diz das profanações que se fizeram nas Missas oficiadas por ele, como foi o caso das profanações ocorridas na Missa de Manila; e no geral em tantas Missas. Sua voz ou se levanta chamando a atenção de atos sacrílegos ao Senhor, Nosso Deus. Por outro lado, convida para a confissão, mas, por sua vez, alegando que a Igreja não condena eternamente, dando lugar a títulos de imprensa onde se pode ler que o Papa questiona o dogma do inferno. Muitos são os clérigos e fiéis, que animados pela indeterminação do Papa, duvidam ou não creem na condenação eterna. Isto provoca um dano irreparável, não chegar à confissão.

CONFESSOR: Muitos duvidam das verdades de fé por falta de clareza das palavras do Papa. Cabe se perguntar sobre a retidão de suas intenções quando se refere ao Magistério da Igreja. Não dá explicação, não corrige o rebanho.

DOROTEIA: Padre, o Papa Francisco em sua última catequese sobre os anciãos, e que eu por causa de minha idade me interessa, disse referindo-se a uma anciã que ficou oito meses sem ser visitada por sua família e que isto se chama pecado mortal. Porém, como sempre, o Papa é confuso. Por que emprega o Papa a palavra isto? E por que não se refere aos familiares diretamente e diz que cometeram pecado mortal?

CONFESSOR: Não mostra o pecador, talvez não queira o Papa ser mostrado pelos pecadores. Teria que perguntar ao Papa Francisco o que entende ele por pecado mortal. Ao falar do inferno, aproveitando a visita a uma paróquia de Roma, não nomeou o que é a consequência do pecado mortal. Não nomeou o pecado mortal. Não falou da necessidade do arrependimento, da dor da contrição e da confissão. Não falou da Justiça Divina. Por não falar, não falou da Verdade de Deus.

DOROTEIA: Padre, por que ele não dá uma explicação? Tudo deixa no ar. Por que não dá uma definição exata do pecado mortal?

CONFESSOR: Doroteia, a definição exata do pecado mortal nos esclareceria uma situação na qual nos encontramos, a DÚVIDA, e a CONFUSÃO, o NÃO SABER.

DOROTEIA: Padre, o Papa Francisco tem me confundido. Até onde vai ele com a Santa Madre Igreja?

CONFESSOR: Doroteia, um católico tem que ser firme na Verdade de Deus, e ninguém poderá crer na confusão. Referente para onde vai ele, necessitamos que retome o Magistério da Santa Madre Igreja. Além disso, recorde só o que ela pede.

DOROTEIA: Padre, queria consultar sobre outra das confusões, pois o Papa Francisco se dirigiu no ano passado, em um encontro com anciãos, a Sua Santidade Bento XVI como um “avô sábio”. Minha pergunta é como pôde dirigir-se a Sua Santidade o Papa emérito como “avô”. Padre, sobre a palavra “sábio” reafirmo, foi no que deixou escrito em seu legado.

CONFESSOR: Estas confusões são contínuas nas alusões e em todos os níveis. Temos a obrigação de corrigir em todos os níveis, e em todas as circunstâncias que sejam; em tudo o que não se trata com respeito. Sua Santidade Bento XVI é ainda hoje o Papa emérito. Temos o dever todos nós de dirigir-nos a ele como sábio.

DOROTEIA: Padre, acredita o senhor que pode ter nesse sentido ferido S.S. Bento XVI diante de tal expressão?

CONFESSOR: S.S Bento XVI diante da falta de respeito perante o mundo soube respeitar o Papa Francisco, pois estamos diante de um sábio.

DOROTEIA: Graças, Padre, minha alma sente alívio cada vez que venho ao confessionário e o senhor me dá a palavra de Deus. Padre, este sofrimento serve para algo?

CONFESSOR: Sim, Doroteia. O sofrimento que nos ensinou Jesus é redentor. Dou a você a bênção: que Deus Todo-poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo desça sobre ti e te acompanhe sempre.

DOROTEIA: Amém. Padre, muito obrigada por sua explicação. Por último, Padre: parafraseando o Papa Francisco que disse que onde não há honra para os anciãos, não há futuro para os jovens, digo que, QUANDO NÃO SE DÁ A HONRA QUE CORRESPONDE AO MAGISTÉRIO, NÃO HÁ FUTURO PARA A IGREJA, NÃO HÁ FUTURO PARA OS CATÓLICOS

Doroteia

a igreja e o magistério

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por euvimparaquetodostenhamvida

Cardeal Burke: “Eu vou resistir ao Papa se ele contrariar a doutrina da Igreja que nega a comunhão aos do “segundo casamento”.

lifesitenews.com

IGREJA CATÓLICA, FÉ, FAMÍLIA

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Cardeal Burke: “Eu vou resistir ao Papa se ele contrariar a doutrina

09 de fevereiro de 2015 ( LifeSiteNews.com ) – Observadores do Vaticano foram surpreendidos neste fim de semana quando o Cardeal Raymond Burke, uma das principais vozes para a ortodoxia na Igreja, disse que estaria disposto a “resistir” ao Papa Francisco se o pontífice tentasse mudar a prática da Igreja que nega a comunhão aos do “segundo casamento”.

Em declarações à televisão France2, Burke, que recentemente foi removido por Francisco como chefe da mais alta corte do casamento da Igreja, disse que, além disso, que não havia nenhuma analogia entre a atividade homossexual e casamento.

“Eu não posso aceitar que a Comunhão possa ser dada a uma pessoa em uma união irregular porque é adultério”, disse o cardeal americano. “Sobre a questão de pessoas do mesmo sexo, isso não tem nada a ver com o casamento. Esta é uma situação sofrida por algumas pessoas que são atraídas sexualmente, contra a natureza, por pessoas do mesmo sexo. “

Pergunta: “Se, por acaso, o papa persistir nessa direção, o que você vai fazer?”
O Cardeal Burke respondeu: “Eu vou resistir, não posso fazer mais nada. Não há dúvida de que é um momento difícil; isso é claro, isso é claro.
“O cardeal concordou que a situação é” dolorosa “e” preocupante “.

Assine a petição pedindo Papa Francis para defender a doutrina da Igreja sobre o casamento ea família.

O comentário está vindo como uma surpresa para aqueles que, preocupados com a direção que a Igreja parece estar a tomar em relação aos objetivos progressistas de esquerda, não se deixam acostumar com uma linguagem mais circunspecta de prelados como Burke. Até recentemente, o cardeal norte-americano, como um membro sênior da cúria do Vaticano e um bispo diocesano servindo há bastante tempo, havia se manifestado com uma precisão cirúrgica marcada pela reserva.

No curso normal de cobertura jornalística de assuntos do Vaticano, uma das regras é: “Nunca pergunte a uma hipótese”, um tipo de pergunta que normalmente é descartada como irrespondível. Tomado isoladamente, o fato de que exatamente esse tipo de pergunta foi respondida por France2 em tudo é significativo. E o fato de que ela foi respondida de modo a implicar que o próprio cardeal está perturbado pela progressão de eventos, foi obrigado a gerar enorme resposta internacional e chegar ao conhecimento das pessoas dentro das máquinas do Vaticano.

Uma questão cada vez mais premente para os católicos preocupados com a recente sucessão de eventos tem sido como responder de forma adequada. O que são católicos, cujo amor pelo papado é construído em sua fé, o que fazer quando um papa parece indicar, que os fatos “não-negociáveis” de sua religião, ou seja, a indissolubilidade do casamento poderia ser objecto de negociação depois de tudo?

Muitos têm olhado para Burke pela orientação em uma situação cada vez mais confusa. Conhecido por sua lealdade para com o ministério petrino, o cardeal não é dado a explosões off-the-cuff ou expressando-se descuidado em suas entrevistas. Após o comentário após o Sínodo que a falta de clareza do papa tem prejudicado a Igreja gerou uma pequena onda de interesse, o Cardeal Burke emitiu um comunicado esclarecendo sua posição, dizendo que ele nunca teve a intenção de criticar o Papa Francisco.

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Agora que ele indicou claramente qual “resistência” é necessária se os piores receios forem realizados, alguns se perguntam de que forma, exatamente, isso aconteceria. No site Catholic 1Peter5 , Steve Skojec chamou o comentário de Burke neste fim de semana de “escalada significativa na retórica.” Commenters no local, conhecida por atrair os católicos que acreditam no que a Igreja ensina, têm manifestado a premente questão: “Eu ainda estou querendo saber como se espera isso se acontecer. Cardeal Burke “resiste” Como? “

Qual forma, concretamente, qual resistência tomar? Existem muito poucos exemplos na história de um papa católico desafiando a doutrina estabelecida. Católicos acostumados a equacionar a lealdade à pessoa do papa com a ortodoxia estão em um dilema, com poucos precedentes históricos. Eles se perguntam o que esta “resistência” implicará no plano horizontal.

Aguém comentou: “Suponha arguindo que o papa viesse a alterar a disciplina ininterrupta da Igreja a este respeito. Cardeal Burke fez uma declaração pública de que o papa cometeu um erro e ele não vai segui-lo sobre este ponto.

“Exatamente que efeito isso terá em qualquer coisa, em termos práticos? A maioria dos bispos vai seguir o papa. E qual a dos leigos? Como consitirá a nossa resistência? “

Enquanto o próprio Francisco não disse nada publicamente no Sínodo, há uma campanha em andamento, centrada principalmente nas principais vozes da hierarquia alemã, para permitir que os católicos divorciados e recasados ​​civilmente possam receber a Comunhão. Na publicação da Relatio, este impulso foi expandido para incluir uma chamada para “aceitar e valorizar” a “orientação” homossexual reportagem autorizada pelo bispo italiano Dom Bruno Forte, um teólogo nomeado pelos organizadores sinodais pelo Papa Francisco.

Como um dos principais defensores da doutrina católica tradicional, Burke foi dando entrevistas constantemente – reiterando e defendendo o conceito de casamento da Igreja Católica – já que o cardeal Walter Kasper primeiro fez a sugestão em fevereiro 2014 que a Igreja admitisse os divorciados e católicos civilmente casados em receber a Sagrada Comunhão, como se não tivesse nenhum problema.

Burke deu uma entrevista em novembro, para a imprensa espanhola, na sequência do Sínodo, em que ele disse: “Parece a muitos que o navio da Igreja perdeu sua bússola.” Para Vida Nueva , Burke disse que as informações sobre o que foi dito no Sínodo estava sendo distorcido pela assessoria de imprensa da Santa Sé e pelos documentos oficiais produzidos pelos próprios organizadores do Sínodo.

O documento produzido no meio do processo, “parecia um manifesto para alterar a disciplina da Igreja sobre uniões irregulares”, disse o cardeal. Os pequenos círculos formados para discutir as questões em profundidade foram deturpados pelos organizadores do Sínodo. Os bispos destes grupos tinham que exigir especificamente as “nossas obras para serem publicadas.”

“Até então, o público não sabe o que nós pensamos. Tudo foi controlado e manipulado, se assim posso dizer “, disse o cardeal.

“Muitos bispos e sacerdotes entraram em contato comigo dizendo que pessoas com uniões irregulares vieram de suas paróquias dizendo que desejam receber os sacramentos”, disse Burke. “Eles disseram que o Papa quer.”

“Não estamos falando de uma questão menor, mas um direito fundamental. O pilar da Igreja é o matrimônio. Se não se ensinar e viver bem esta verdade, estamos perdidos. Nós paramos de ser da Igreja. No Sínodo, os ensinamentos da Igreja e uma posição que contradiz não pode ser colocada no mesmo nível “.

O que não é amplamente compreendido pela mídia secular é que, aos olhos da Igreja Católica, o divórcio não é meramente proibido, ele não existe em tudo; é uma impossibilidade ontológica. Para os fiéis católicos, a existência de divórcio só é aceita como uma espécie de concessão da necessidade de um mundo secular que vive em um estado de negação. É uma “ficção jurídica” e é acomodado apenas sob protesto.

A Igreja sempre teve confiança de que as palavras de Cristo foram apresentadas de forma precisa e que a segunda pessoa da Santíssima Trindade não estava enganada, citando erroneamente nem deturpando os autores dos Evangelhos.

A história completa é contada no Evangelho de Mateus , que diz:

Alguns fariseus aproximaram-se dele para testá-lo. Eles perguntaram: “É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?”

“Você não leu”, ele respondeu, “que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea”, e disse: “Por esta razão, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne ‘? Assim, eles já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe. “

“Por que, então,” eles perguntaram: “Moisés ordenou para um homem dar a sua esposa um certificado de divórcio e mandá-la embora?”

Jesus respondeu: “Moisés permitiu repudiar vossas mulheres porque seus corações eram duros. Mas não foi assim desde o início. Eu lhes digo que qualquer um que repudiar sua mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra, comete adultério. “

Portanto, das próprias palavras intransigentes de Cristo vem a doutrina católica que o divórcio simplesmente não tem nenhum objetivo, a realidade “ontológica”. Uma pessoa que se divorciou e casou de novo, de acordo com as palavras de Cristo, está vivendo em um estado de adultério, em pecado mortal, e, como tal, não pode receber a comunhão até que ele se arrependa e mude seu estilo de vida.

O casamento para a Igreja é uma realidade sacramental, tão duro e imutável como o diamante, que só pode existir entre um homem e uma mulher, para a procriação e cuidado das crianças e à santificação de todos os membros da família. Como tal, é um bastião, defendido pela Igreja Católica, contra todo o edifício da Revolução Sexual.

Até mesmo uma falha em explicá-lo de forma robusta pode ser visto como uma falha grave em tempos em que a instituição do casamento está sob ataque como nunca houve desde o estabelecimento da civilização cristã.

regina 002

https://www.lifesitenews.com/news/cardinal-burke-i-will-resist-the-pope-should-he-contravene-doctrine

por euvimparaquetodostenhamvida

Martin Pistorius se curou: Esteve 12 anos em estado vegetativo mas se inteirava de tudo: comentários cruéis, TV repetida…

ReligionenLibertad.com

Estuvo 12 años en estado vegetativo pero se enteraba de todo: comentarios crueles, TV repetida...
Martin Pistorius se curou; seu caso tem um livro

Esteve 12 anos em estado vegetativo mas se inteirava de tudo: comentários cruéis, TV repetida…

Martin Pistorius ficou assim, paralizado, dormindo no princípio, depois despertou mas ninguém percebeu que se inteirava de tudo

Thaddeus Baklinski/LifeSite- 18 janeiro 2015-religionenlibertad.com

Martin Pistorius odeia a série de TV Barney. E a razão não é surpreendente. Durante doze anos, enquanto ele estava em um coma que os médicos haviam descrito como “estado vegetativo”, as enfermeiras, pensando que ele não podia ver ou ouvir nada, punham continuamente a série do Barney enquanto ele permanecia sentado, atado a sua cadeira de rodas.

Mas Martin não era o “vegetal” que os médicos diziam que era. De fato, ele podia ver e ouvir tudo.

“Não posso nem sequer expressar quanto odeio o Barney,” disse recentemente para a NPR (National Public Radio).

Uma enfermidade desconcertante

Nos anos 80, Martin era o típico jovem ativo, em idade de crescimento, na África do Sul. Então, aos doze anos, caiu enfermo por causa de uma enfermidade que desconcertou os médicos e cujo resultado foi que ele perdeu a mobilidade de seus membros, depois o contato visual e, por último, a faculdade de falar.

Para seus pais, Rodney e Joan Pistorius, disseram que ele era um “vegetal” e que o melhor que podiam fazer por ele era levá-lo para casa e mantê-lo cômodo até que morresse.

Porém o jovem seguiu vivendo apesar do diagnóstico.

“Martin só seguiu adiante” disse sua mãe. Agora, em um novo livro de memórias “Ghost Boy: My Escape From A Life Locked Inside My Own Body,” (Menino fantasma: minha fuga de uma vida encerrada dentro de meu própio corpo, ndt.) Martin revelou que, no princípio ele estava inconsciente tal como pensavam os médicos, mais ou menos dois anos depois começou despertar, até que chegou a ficar plenamente consciente de tudo o que acontecia ao seu redor.

Cuidados contínuos
O pai de Martin, Rodney, cuidou de seu filho durante toda esta terrível experiência e recorda a rotina diária de se levantar às cinco da manhã para preparar Martin e levá-lo ao centro de cuidados especiais, onde passava todo o dia.

“Oito horas mais tarde o pegava, o banhava, o alimentava, o colocava na cama e programava meu alarme cada duas horas para me levantar e dar volta para que não saíssem úlceras nas costas,” Rodney disse em uma reportagem da NPR.

“Espero que morra”
Martin recorda, no entanto, que sua mãe em um determinado momento perdeu a esperança e olhando seu filho, pensando que ele não podia ouvir, disse: “Espero que tu morra”.

Porám ele a ouviu. “Sim, estava ali, não desde o primeiro momento, mas dois anos depois de meu estado vegetativo, comecei a me despertar”, disse Martin.

“Percebia tudo, como uma pessoa normal. Todo o mundo estava tão acostumado que eu não estivesse ali que não perceberam que comecei a estar de novo presente. A cruel realidade de que eu ia ficar o resto de minha vida assim, totalmente só, foi um golpe para mim”.

Com seu cérebro ativo mas com um corpo inerte, Martin no princípio pensou que estava preso e que seguiria sempre assim.

“Ninguém nunca mostrará ternura para mim. Ninguém me amará nunca”, ele pensou. “Estou condenado”.

“Meus membros presos, minha voz muda”
“Não pensa realmente em nada”, recorda Martin. “Simplemente existe. É um lugar escuro onde encontrar-se porque, em um certo sentido, está ajudando a si mesmo a desaparecer. Minha mente estava presa dentro de um corpo inútil, minhas pernas e braços não eram meus para que eu pudesse controlá-los e minha voz estava muda. Não podia fazer um sinal ou som para que alguém soubesse que estava consciente de novo. Era invisível – o menino fantasma”.

Mas, de novo, Martin não se rendeu e disse que com o tempo assumiu as palavras de sua mãe.

“O resto do mundo me parecia tão distante quando ela disse essas palavras”, recorda, mas então percebeu que “com o tempo, tinha aprendido gradualmente a entender o desespero de minha mãe. Cada vez que ela me olhava, ela só podia ver uma cruel paródia do menino são que tinha sido uma vez e que ela amava muito”.

Pouco a pouco, a melhora
Com o passar do tempo, o corpo de Martin se pôs em onda com sua mente e inexplicavelmente começou a sarar. Aprendeu a se comunicar usando um computador e começou a ampliar seu mundo além dos confins que o tinham oprimido.

Em 2008 encontrou o amor de sua vida, Joanna, e imigrou ao Reino Unido. Em 2010 fundou sua própria empresa.

Agora tem 39 anos, está casado com Joanna e vive uma vida totalmente funcional e normal em Harlow, Inglaterra.

Martin Pistorius se recuperou, casou com Joanna (na foto) e vivem felizes na Inglaterra

Casos que abundam
A história de Martin não é tão incomum como alguém possa pensar. Nos últimos anos tem acontecido numerosas histórias sobre pessoas que tinham sido diagnosticadas com “morte cerebral” ou de ficar em “estado vegetativo” que posteriormente se recuperaram, revelando que estavam plenamente conscientes do que sucedia ao seu redor.

Em um caso especialmente assustador, um homem jovem chamado Zach Dunlap revelou que estava plenamente consciente quando os médicos e membros de sua família discutiam sobre como doar seus órgãos.

Alguns momentos antes que fosse programado para ser levado para o centro cirúrgico para a extirpação de seus órgãos, um membro de sua família cravou sua unha debaixo de um dos dedos de seus pés, causando uma repentina reação.

A operação de extirpação foi anulada e Zach se recuperou.

Casos como estes estão avivando o crescente debate sobre a exatidão dos diagnósticos de “estado vegetativo” e “morte cerebral».

Trailer [em inglês] do livro “Ghost Boy” (O menino fantasma), a incrível história verdadeira de Martin Pistorius

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por euvimparaquetodostenhamvida

Um padre indiano explica porque o Yoga ou o Reiki têm efeitos perniciosos em um cristão, podemos chamar a Europa de cristã agora? Não, é certo que a Europa apagou de sua vida todos seus valores e conceitos cristãos? Por que se envergonha a Europa de reconhecer suas raízes cristãs?

ReligionenLibertad.com

Un cura indio explica por qué el Yoga o el Reiki tienen efectos perniciosos en un cristiano

Um padre indiano explica porque o Yoga ou o Reiki têm efeitos perniciosos em um cristão, podemos chamar a Europa de cristã agora? Não, é certo que a Europa apagou de sua vida todos seus valores e conceitos cristãos? Por que se envergonha a Europa de reconhecer suas raízes cristãs? Onde estão os valores morais e a ética que há séculos se praticavam na Europa e que foram levados para outras civilizações e culturas através da proclamação corajosa do Evangelho de Cristo? Por seus frutos conhecereis a árvore!

Padre James Manjackal M.S.F.S

Disse o sacerdote que 80 por cento dos cristãos que mergulharam no Yoga, Reiki ou a reencarnação, perderam sua fé.

ReL – 29 janeiro 2012 –

O Padre James Manjackal M.S.F.S é um conhecido sacerdote católico que dá a volta ao mundo pregando em retiros, dirigindo convenções e serviços de cura, dirigindo Escolas de Evangelização e iniciando missões entre os muçulmanos no Golfo da Arábia.

Em 1989 fundou “Charis Bhavan”, o renomado centro carismático de retiros em Kerala, sendo seu diretor e superior durante 6 anos.

Sendo indiano, do estado de Kerala, é um grande conhecedor das correntes espirituais que nascem no Oriente, em especial o Yoga, a Nova Era, o Reiki… e acaba de alertar em uma conferência que “Yoga e cristianismo são incompatíveis”.

Para seu interesse, ReL reproduz a conferência na íntegra:

Indiano e sacerdote católico
«Como cristão católico nascido no seio de uma família católica tradicional em Kerala, na Índia, porém tendo vivido entre hindus; e agora como religioso, sacerdote católico e pregador carismático em 60 países dos cinco continentes, creio que tenho algo que dizer sobre os efeitos perniciosos que tem o yoga na vida e na espiritualidade cristã.

»Sei que existe um interesse crescente pelo yoga em todo o mundo, inclusive entre os cristãos e que também esse interesse se estende a outras práticas esotéricas e da Nova Era como o Reiki, a reencarnação, a acupressura, a acupuntura, a cura prânica ou pranoterapia, a reflexiologia, etc. métodos sobre os quais o Vaticano tem prevenido e avisado em seu documento “Jesus Cristo, portador da água da vida”.

Confusão sobre o Yoga
»Para alguns o Yoga é um meio de relaxamento e de alívio da tensão, para outros é um exercício que promove a saúde e o estar em forma e, para uma minoria, é um meio para a cura de enfermidades.

»Na mente do católico médio, ou seja leigo ou do clero, há muita confusão pois o Yoga segundo se promove entre os católicos não é exclusivamente nem uma disciplina relacionada com a saúde nem uma disciplina espiritual mas que algumas vezes é uma coisa, outras vezes a outra, e frequentemente uma mescla das duas.

»Poré o fato é que o Yoga é principalmente uma disciplina espiritual e sei que inclusive existem sacerdotes e irmãs em seminários e noviciados que aconselham o Yoga como uma ajuda para a meditação e para a oração.

»É triste que hoje em dia, muitos católicos estejam perdendo a confiança nas grandes práticas espirituais e místicas para a oração e a disciplina que receberam de grandes santos como Ignácio de Loyola, Francisco de Assis, Francisco de Sales, Santa Teresa de Ávila, etc. e agora sigam a espiritualidades e místicas orientais que provém do Hinduísmo e do Budismo.

»A este respeito, um cristão sincero deveria se informar sobre a compatibilidade do Yoga com a espiritualidade cristã e sobre a conveniência de incorporar suas técnicas na oração e na meditação cristãs.

Yoga é uma união com uma divindade impessoal
» O que é o Yoga? A palavra Yoga significa “união”, o objetivo do Yoga é unir o eu transitório (temporal), “JIVA” com o (eu eterno) infinito “BRAHMA”, o conceito hindu de Deus. Este Deus não é um Deus pessoal, mas que é uma substância impessoal espiritual que é um com a natureza e o cosmos.

»Brahma é uma substância impessoal e divina que “impregna, envolve e é subjacente em tudo”. O Yoga tem suas raízes nos Upanishads hindus que son anteriores ao ano 1000 a.C., e diz sobre o Yoga que “une a luz dentro de ti com a luz de Brahma”.

»“O absoluto é em si mesmo” dizem os Upanishads Chandogya, “TAT TUAM ASI” ou “ESO ERES TÚ”. O Divino habita dentro de cada um através de Seu representante microcósmico – o eu individual chamado Jiva.

»No Bhagavad Gita, o senhor Krishna descreve o Jiva como “minha própria parte eterna”, e afirma que “a alegria do yoga lhe chega ao yogue que é um com Brahman”.

As oito vias do Yoga
No ano 150 a.C, o yogue Patanjali explicou as oito vias que guiam as práticas do Yoga da ignorância à iluminação. As oito vias são como uma escada. São:

– auto-control (yama)
– prática religiosa (niyama)
– posturas (asana)
– exercícios de respiração (pranayama)
– controle dos sentidos (pratyahara)
– concentração (dharana)
– contemplaçao profunda (dhyana)
– iluminação (samadhi).

»Aqui é interessante observar que as posturas e os exercícios de respiração, que frequentemente são considerados no ocidente como todo o Yoga, são os passos 3 e 4 até a união com Brahma.

O Yoga é uma disciplina espiritual
»O Yoga não é só um sistema elaborado de posturas e de exercícios físicos, é uma disciplina espiritual que apregoa levar a alma ao samadhi, a união total com o ser divino. O samadhi é o estado em que o natural e o divino se convertem em um, o homem e Deus chegam a ser um sem nenhuma diferença. (Brad Scott: Exercício ou prática religiosa? Yoga: O que o professor nunca lhe ensinou em uma aula de Hatha Yoga” no Watchman Expositor Vol. 18, No. 2, 2001).

Quando te citam a Bíblia com chave panteísta
»Este enfoque do Yoga é radicalmente contrário ao Cristianismo, onde claramente há uma distinção entre Criador e criatura, entre Deus e o homem. No Cristianismo, Deus é o “Outro” e nunca “o mesmo”.

»É triste que alguns promotores do Yoga, Reiki ou de outras disciplinas ou meditaciones distorcem algumas citacões da B[iblia ao citá-las isoladas para corroborar seus argumentos tais como: “sois templo de Deus” “a água viva flui em ti”, “estareis em Mim e Eu estarei em vós” “já não sou eu quem vive, é Cristo quem vive em mim” etc. sem entender o contexto nem o significado destas palavras da Bíblia.

»Existem pessoas que retratam Jesus inclusive como un yogue como atualmente podemos ver em imagens de Jesus em conventos, capelas e presbitérios – Jesus está representado com posturas de meditação de yogue!”.

»Dizer que Jesus é “um yogue” é denegrir Sua divindade, santidade e perfeição intrínseca e insinua que Ele tinha uma natureza imperfeita sujeita à ignorância e à ilusão (Maya), e que necessitou ser libertado de sua condição humana mediante a prática e a disciplina do yoga.

O Yoga é panteísta
»O yoga é incompatível com a espiritualidade cristã porque é panteísta (ao dizer “Deus é tudo e tudo é Deus”), e sustenta que existe uma realidade única e todo resto é ilusão ou Maya. Se só existe uma realidade e todo resto é ilusório, não pode ter nenhuma relação nem amor.

»O Centro da fé Cristã é a fé na Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, três pessoas em um só Deus, o modelo perfeito de uma relação de amor.
O Cristianismo é todo sobre relações com Deus e entre os homens. “Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo teu coração com toda tua alma e toda tua mente. Este é o principal e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a este: Amarás teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22: 37-39).

Não existe diferença entre o bem e o mal
»No Hinduísmo, o bem e o mal, mesmo a dor e o prazer são ilusórios (Maya) e portanto irreais. Vivekananda, o ícone mais respeitado do Hinduísmo moderno, dizia: “o bem e o mal são um e o mesmo” (Vivekananda. “The yogas and other Works”, publicado por Ramakrishna Vivekananda Centre NY, 1953). No Cristianismo, a questão controvertida do pecado como uma ofensa contra a Santidade de Deus é inseparável para nossa fé, porque o pecado é a razão pela qual necessitamos de um Salvador. A Encarnação, a Vida, a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus são para nós meios de salvação, ou seja, para libertar-nos do pecado e de suas consequências. Não podemos ignorar esta diferença fundamental na hora de absorver a Espiritualidade Cristã e o Yoga e em outras técnicas de meditação orientais.

Uma prática pagã
»No melhor dos casos o Yoga é uma prática pagã e no pior é uma prática oculta.
Esta é a religião do anti-cristo (o homem que se fez Deus) e pela primeira vez na história está sendo praticada freneticamente no mundo ocidental e na América.

»É ridículo que mestres do Yoga levem inclusive uma cruz ou algum símbolo cristão, enganam as pessoas dizendo que o Yoga não tem nada a ver com o Hinduísmo e dizem que é só questão de aceitar outras culturas. Outros tem tentado mascarar o Yoga com apelativos cristãos denominando-os “Yoga Cristão”.

»Esta não é uma questão de aceitar a cultura de outro povo, é uma questão de aceitar outra religião que é insignificante para a nossa religião e conceitos religiosos.

Difundida no Ocidente
»É uma pena que o Yoga se tenha expandido tão freneticamente desde os jardins de infância até todo tipo de instituições de medicina, psicologia etc. chamando-se a si mesmo ciência quando não o é em absoluto; e está se vendendo sob a etiqueta de “terapia de relaxamento”, “auto-hipnose”, “visualização criativa”, ”centralização”, etc.

»O Hatha Yoga, está amplamente difundido na Europa e na América como método de relaxamento e como exercício não esgotante, é um dos seis sistemas reconhecidos do Hinduísmo ortodoxo, é em sua origem religioso e místico, e é a forma mais perigosa do Yoga (Dave Hunt, “the seduction of Christianity” página 110).

»Recordem as palavras de São Paulo: “Não vos maravilheis, pois também Satanás se disfarça de anjo de luz” (2 Cor 11, 14). É certo que muitas pessoas se curaram por meio do Yoga e de outras formas orientais de meditação e oração. Aqui é onde os cristãos deveriam se perguntar a si mesmos se necessitam de uma cura e benefícios materiais ou ao seu Deus, Jesus Cristo em que creem, e Quem é a fonte de todas as curas e da boa saúde.

O desejo de ser Deus
»O desejo de chegar a ser Deus é o primeiro e o segundo pecado na história da criação conforme está registrado cronologicamente na Bíblia: “Dizias-te em teu coração: O céu escalarei, acima das estrelas de Deus levantarei meu trono; no monte da assembleia me sentarei, no último do norte. Subirei às alturas das nuvens, serei igual ao altíssimo” (Is 14: 13-14). A serpente disse para a muher: “Não, não morrereis! Bem, Deus sabe que no momento em que comam se abrirão seus olhos e serão como deuses conhecedores do bem e do mal” (Gn 3, 4-5).

»A filosofia e a prática do Yoga são baseados na crença de que o homem e Deus são um. Ensina-se a por ênfase em si mesmo em lugar do Único e Verdadeiro Deus. Anima-se os que participam a buscar as respostas aos problemas e questões da vida em sua mente e em sua consciência em vez de buscar soluções na Palavra de Deus através do Espírito Santo, como acontece no cristianismo. Ele deixa você, sem lugar a dúvida, exposto ao engano do inimigo de Deus que busca vítimas para que as possa arrancar de Deus e da Igreja (1 Ped 5, 8).

Uma Europa envergonhada de si mesma
»Nos últimos oito anos, tenho pregado a palavra de Deus principalmente nos países europeus que em outros tempos foram o berço do cristianismo, e de onde saíram evangelizadores e missionários, mártires e santos.
Podemos chamar a Europa de cristã agora? Não, é certo que a Europa apagou de sua vida todos seus valores e conceitos cristãos? Por que se envergonha a Europa de reconhecer suas raízes cristãs? Onde estão os valores morais e a ética que há séculos se praticavam na Europa e que foram levados para outras civilizações e culturas através da proclamação corajosa do Evangelho de Cristo? Por seus frutos conhecereis a árvore!

»Eu creio que estas dúvidas e confusões, a apostasia e infidelidade, a frieza religiosa e a indiferença chegaram na Europa a partir de quando foram introduzidos no Ocidente a mística e as meditações orientais, as práticas esotéricas e as da Nova Era.

Do yoga ao demoníaco
»Em meus retiros carismáticos, a maioria dos participantes vêm com diferentes problemas morais, espirituais, físicos ou psíquicos para serem libertados e curados e para receber uma nova vida mediante a força do Espírito Santo.

»Com toda a sinceridade de meu coração, posso dizer que entre 80% e 90% dos participantes esperimentaram o Yoga, o Reiki, creem na reencarnação, etc. que são práticas religiosas orientais. Ali perderam a fé em Jesus e na Igreja.

»Na Croácia, Bósnia, Alemanha, Áustria e Itália temos tido casos claros em que indivíduos possuídos pelo poder da escuridão gritavam “Eu sou Reiki”, “Eu sou o Sr. Yoga”. Eles mesmos se identificavam com estes conceitos como se fossem pessoas enquanto eu dirigia uma oração de cura para eles. Posteriormente tive que fazer uma oração de libertação sobre eles para libertá-los da possessão do maligno.

Não há nada mal no Yoga?
»Existem pessoas que dizem: “Não há nada de mal na prática destes exercícios, basta em não crer na filosofia que há detrás”. No entanto os promotores do Yoga, Reiki, etc, afirman claramente que la filosofia e a prática são inseparáveis.

Um cristão não pode aceitar o Yoga
»Por isso um cristão não pode em nenhum caso aceitar a filosofia e a prática do yoga, porque o Cristianismo e o Yoga são dois pontos de vista que se excluem mutuamente. O Cristianismo vê o pecado como o principal problema do homem, o considera como um fracasso a hora de se ajustar tanto aos padrões como ao caráter de un Deus moralmente perfeito. O hombre está distanciado de Deus e necessita de reconciliação.

Cristo é a solução para o homem
»A solução é Jesus “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” . Pela morte de Jesus na cruz, Deus reconciliou consigo o mundo. Agora chama os homenspar a receber com liberdade todos os frutos de sua salvação só através da fé em Cristo.

»À diferença do Yoga, o Cristianismo vê a redenção como um presente gratuito que só pode ser recebido e não ganhado ou alcançado através do próprio esforço ou com obras.

»O que se necessita hoje na Europa e em muitos lugares é a proclamação enérgica da mensagem de Cristo que vem da Bíblia e que é interpretada pela Igreja para evitar dúvidas e confusões que se difundem no Ocidente entre muitos cristãos, e levá-los ao Caminho, a Verdade e a Vida: Jesus Cristo. Só a verdade pode fazer-nos livres».

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por euvimparaquetodostenhamvida

O cardeal Fernando Sebastian Aguilar assegurou numa entrevista a ‘À Verdade’ que «a Igreja não vai mudar a doutrina porque a essência da Igreja é conservar no mundo a doutrina de Jesus. A Igreja não pode ser infiel a Jesus porque deixaria de ser a Igreja».

infocatolica.com

NÃO PODE SER INFIEL A JESUS PORQUE DEIXARIA DE SER A IGREJA»

Cardeal Fernando Sebastian Aguilar: «a Igreja não pode nem vai mudar a doutrina» sobre a família

O cardeal Fernando Sebastian Aguilar assegurou numa entrevista a ‘À Verdade’ que «a Igreja não vai mudar a doutrina porque a essência da Igreja é conservar no mundo a doutrina de Jesus. A Igreja não pode ser infiel a Jesus porque deixaria de ser a Igreja». Também acrescentou: «Os que temem que a Igreja mude a doutrina, podem ficar tranquilos que nãovai mudar. E os que desejam que a Igreja mude a doutrina, que esperem sentados porque não vai mudar».

22/11/14 – infocatolica.com – Entrevistas

(La Verdad/SIC/infoCatólica) O arcebispo emérito de Pamplona, que nos dias 5 e 6 de novembro deu uma conferência na paróquia de São Miguel de Pamplona sobre o Sínodo da Família, também insistiu em garantir a autenticidade dos matrimônios que se celebram na Igreja. Deu uma entrevista para Raminie Guiritan para ‘À Verdade’.

Que ambiente se sentia no Sínodo da família?

O ambiente que o Papa Francisco criou no discurso da inauguração: «Falem com liberdade, escutem com humildade». Portanto havia muito ambiente de liberdade, de fraternidade. Havia também preocupação porque se vê um panorama muito complicado do casamento e da família no mundo inteiro: muita secularização de vida, muitos casais de fato, muitos divórcios, com o mal que isto significa para a educação das crianças, perda da capacidade educativa da família. Em fim, havia preocupação.
Por outro lado, uma vontade pastoral entusiasta (porque o Papa comunica entusiasmo) de dizer que tem que renovar a pastoral e o trabalho das comunidades cristãs para oferecer às novas gerações dentro da Igreja e à sociedade o tesouro que temos, que é a visão cristã do casamento e da família, fundada em um amor irrevogável, em um amor sincero, generoso, sacrificado, que é o melhor contexto para que nasçam as crianças e para que cresçam felizes. Depois o Sínodo é uma grande experiência da universalidade da Igreja.

Qual papel teve o senhor no Sínodo?

-Eu não tive um papel extraordinário. Na primeira semana, que são com sessões plenárias, todos os assistentes podem intervir durante quatro minutos. Eu fiz uma intervenção como tantos outros, reivindicando uma melhor preparação para o casamento começando já desde a iniciação cristã dos adolescentes.

Como é o Papa em seu trato de perto?

O trato com o Papa é muito afável. Assistiu todas as sessões plenárias. Ele vinha andando conosco desde Santa Marta até a aula sinodal, que está há uns 200 metros, e vinha falando muito amigavelmente. Ele comia no refeitório um pouquinho afastado porque comia com seus secretários, mas no café da manhã e no jantar era self-service, e ele ia com seu prato como nós para pegar seu jantar. Tem um trato muito afável, muito próximo, muito simples, que dá muita confiança e claro que com muito respeito porque ele não deixa de ser o Papa. Por ser tão simples, próximo e tão humilde em suas manifestações, isso quando agradecíamos muito. E depois, ao entrar e ao sair quando acabavam as sessões, sempre saudava uns e outros, e se entretinha um bom tempo falando com todo o mundo.

Dizem que o Papa Francisco via você como teólogo

Ele foi provincial da Companhia de Jesus na Argentina nos anos do Concílio e na época publiquei dois livros sobre a Vida Religiosa e esses foram os meus primeiros livros que o Papa conheceu. Veio aqui no ano de 2006 para dar alguns Exercícios Espirituais para os bispos nhóis, mas como me conhece?» Respondeu-me: «Conheco-o porque venho lendo faz muitos anos», ou seja, me conhece pelas publicações.

Os meios dizem que a Igreja vai mudar sua doutrina sobre a família

É uma má informação. A Igreja não vai mudar a doutrina, nem pode mudar a doutrina, porque a essência da Igreja é conservar no mundo a doutrina de Jesus. A Igreja não pode ser infiel a Jesus porque deixaria de ser a Ireja. Se vamos em um barco para salvar pessoas e em vez de fazer subir as pessoas na barca nós lançamos elas na água, nós perdemos todos. Trata-se de ajudar as pessoas a conhecer e a viver a doutrina de Jesus. Nós não podemos renunciar e trair a doutrina.
Além disso, o problema que quer abordar o Papa no Sínodo não é um problema doutrinal. A doutrina do casamento e da família a temos muito clara. É um problema prático e pastoral, que é fazer que os cristãos e não cristãos descubram o valor do amor fiel, do amor irrevogável, do amor generoso, do amor sacrificado como fundamento da convivência. O amor que Jesus nos revelou entregando-se por nós: esse é o verdadeiro amor. Essa doutrina é assim e não temos porque mudá-la. O problema é as pessoas descobrirem e viver.
O problema é que cada vez vemos que se casam menos pessoas, se casam menos pela Igreja, há mais divórcios, ou seja, as pessoas estão fugindo, desconhecendo o valor do amor irrevogável que, no entanto, é o clima que faz mais feliz na vida as pessoas.
O que faz falta é voltar a redescobrir o amor que Jesus nos trouxe a este mundo e vivê-lo na família. Os que temem que a Igreja mude a doutrina, que fiquem tranquilos que não vai mudar. E os que desejam que a Iglesia mude a doutrina, que esperem sentados porque não vai mudar. Nem vai mudar sobre o casamento, nem vai mudar sobre o divórcio, nem vai mudar sobre a homossexualidade, nem vai mudar sobre nada. O que queremos mudar é o serviço, a solicitude, a proximidade, a proposta, para que as pessoas descubram a ideia cristã da família e que vivma mais felizes.

Em que sentido se diz que o casamentoo é missão?

Os casais cristãos são os primeiros catequistas de seus filhos. As crianças, os jovens têm que descobrir o valor da fé, têm que enamorar-se de Jesus e de sua vocação de serem filhos de Deus em sua família. A família é que nos ensina a sermos pessoas e a vivermos humanamente. Dentro desse ensinamento humano entra o conhecimento de Jesus, o conhecimento de Deus, a maneira cristã e santa de tratar os demais, a vida eterna; ou seja, no marco da educação familiar é onde temos que receber a educação cristã e onde mais profundamente a recebemos porque ninguém tem tanta influência sobre nós como nossos pais e nossos irmãos nos primeiros cinco anos de vida. Esse é o momento de por no coração das crianças os elementos fundamentais da fé e do espírito cristão. Pois bem, está claro que a Igreja faz muito em defender e garantir a religiosidade das famílias e da vivência da oração e da vida cristã no seio das famílias, porque é a principal causa para a transmissão da fé para as novas gerações. Se não existe famílias cristãs, não existe jovens cristãos. E se não existe jovens cristãos, não pode haver vocações nem para o sacerdócio, nem para a Vida religiosa, nem para nada.

Tem alguma mensagem para os leitores de ‘A Verdade’?

Que rezemos pelo êxito do Sínodo em sua segunda assembleia que será em outubro de 2015 e que acompanhemos o Papa Francisco nesse desejo sincero e profundo da renovação cristã do casamento e da família. Isto é decisivo para o bem da Igreja e para o bem da humanidade.

http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=22575&utm_medium=email&utm_source=boletin&utm_campaign=bltn141122

por euvimparaquetodostenhamvida

Reconstruiu uma capela e se curou de um câncer terminal.

aleteia.org

Reconstruiu uma capela e se curou de um câncer terminal
Seguir com a restauração “foi minha forma de dar graças” a Jesus por sua cura.

ACIPRENSA

Restoration of a church
Restoration of a churchGreg Thomas / Facebook

Detectaram um câncer terminal faz 5 anos em Greg Thomas. Como uma forma de encontrar paz em sua alma, decidiu dedicar seus esforços na restauração de uma antiquíssima capela católica sem saber que no processo encontraria a cura total de sua enfermidade.

Greg, atualmente com 62 anos, é de Montgomery, estado de Minnesota (Estados Unidos). Em 2009 detectaram um câncer na fase 4, fase terminal, tomando sua cabeça e pescoço.

Depois de conhecer sua enfermidade, Greg deixou seu trabalho e começou a percorrer a pé o campo de Minnesota junto com seu cachorro.

Em declarações à imprensa local, Greg recordou que “quando me inteirei que tinha câncer, (os médicos) disseram para minha família que seguissem adiante e começassem a planejar meu funeral”.

Em suas caminhadas pelo campo, encontrou a igreja de Budejovice, hoje capela de São João, construída por colonos checos em 1868. Em sua primeira tentativa de entrar, no entanto, viu que o templo estava fechado.

A igreja estava bastante deteriorada, após cerca de cem anos de abandono.

Apesar disto, quase todos os dias Greg chegava para rezar em suas portas.
O tesoureiro da fundação que se encarrega da manutenção do cemitério próximo à igreja, Don Rynda, recordou, em declarações recolhidas pelo Huffington Post, que ao ver bloqueado seu acesso à capela, Greg falou com um vizinho “e disse que queria pintar a igreja e com quem podia falar, então o vizinho o mandou falar comigo”.

Don Rynda recordou que antes que Greg se encontrasse com ele, ele estava preocupado porque a igreja estava à beira de um colapso, e que sua chegada “foi um envio de Deus”.

O acordo que chegou Greg com a fundação foi que ele se encarregaria de restaurar a igreja, enquanto que a organização lhe providenciaria os materiais necessários.

Tudo o que pediu em troca foi que lhe dessem uma chave para poder entrar. A emoção pela restauração do templo alcançou os vizinhos da região.

Entrevistada em 2012, Blanche Zellmer, que viveu naquela região durante 93 anos, assegurou que “uma das contas em meu rosário foi reservada para ele”.

Ao terminar de pintar o exterior da igreja, Greg encontrou um milagre: seu câncer tinha entrado em remissão.
Seguir com a restauração, disse, “é minha forma de dar graças” a Jesus por sua cura.

Para conhecer mais sobre a restauração da igreja, por-se em contato e doação para os trabalhos da restauração da capela de São João, pode acessar o link: https://www.facebook.com/pages/St-Johns-Chapel-and-Fundraiser/217890885002969?sk=timeline

Artigo publicado por Aciprensa

http://www.aleteia.org/es/religion/contenido-agregado/reconstruye-iglesia-y-se-cura-de-cancer-terminal-5883357711826944?utm_content=bufferdaab3&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

por euvimparaquetodostenhamvida